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Artigos e dicas sobre gestão empresarial, contábil, imobiliária e atualizações fiscais.
  1. Neste vídeo transmitido ao vivo pela TV Classe Contábil, Ladmir Carvalho (CEO da Alterdata), conta sobre a trajetória de dois sócios que desenvolveram uma prestadora de serviços que se tornou uma das maiores no país. Confira:  
  2. A maioria dos executivos sabe o quanto é importante ter uma forte cultura de CRM (Customer Relationship Management) na empresa, com foco no cliente e dando tratamento diferente para os desiguais. A cúpula das empresas sabe disso, mas como imbuir desta filosofia todos os departamentos da empresa? Este é o tipo de problema enfrentado pela maioria dos empresários no mundo. Sair de um bairro para atuar na cidade, estado, país e até mesmo exterior, tornou-se imperativo, mas traria uma impessoalidade que afasta a organização dos consumidores, obrigando-as a voltar às origens por intermédio de cultura e tecnologia. É possível fazer um funcionário com 15 dias de casa oferecer atendimento personalizado aos clientes, agregando valor ao negócio, mesmo sem muitas informações sobre a companhia. Há algum tempo as empresas se orgulhavam de dizer que todos os clientes tinham a mesma importância. Com o tempo, o marketing foi percebendo que isso não funciona. Na verdade, pessoas diferentes possuem necessidades distintas. Desta forma, o ideal é dar tratamento diferenciado aos desiguais. Com isso, cada cliente pode ser compreendido de forma única. Então, o que fazer quando lidamos com funcionários que precisam atender os clientes em sua singularidade? O conceito de CRM está alinhado a este princípio. Este artigo pretende mostrar que uma empresa pequena ou média pode fazer com que seus funcionários façam atendimentos específicos aos clientes mediante ações distintas. Isso é possível em empresas de qualquer porte, sem grandes investimentos para conseguir o mesmo padrão das gigantes do mercado. Iniciaremos com um exemplo de uma empresa que faça vendas consultivas, onde o fechamento de um negócio é mais demorado que no varejo, sendo necessário um maior número de interações com o cliente. Existem softwares de ERP no mercado com conceitos de CRM inclusos que possibilitam monitorar o cliente enquanto ainda é um prospect, ou seja, alguém que cogitamos tornar cliente. Já no primeiro contato, o vendedor precisa identificar tudo que for importante para personalizar este potencial comprador. É fundamental para a empresa ter em mãos uma lista de características como porte, número de funcionários, atividade, preferência e tudo o que for necessário à estratégia ou ao processo de atendimento, através de diferenciação. É importante que o software permita atribuir inúmeras “características” (ícones de identificação rápida) ao prospect, para que a empresa saiba exatamente como se relacionar para aumentar o êxito. Nesta fase de interação é muito importante que o sistema registre e
  3. Notas Fiscais são documentos que comprovam a compra ou a venda de produtos e serviços. Para o Governo, elas servem para controlar os impostos e garantir que as taxas de tributos sejam calculadas corretamente. A Nota Fiscal assegura o serviço de garantia em caso de avarias e defeitos e também é um documento obrigatório para o transporte de mercadorias. Entretanto, com o avanço da tecnologia e a automatização de vários serviços, as notas fiscais também ganharam uma versão eletrônica, deixando para trás os modelos de papel. Você sabe quais são os tipos de nota fiscal eletrônica? Se não, confira o nosso artigo de hoje! Aqui vamos falar sobre os diferentes tipos, como funcionam, para que servem e como as notas fiscais eletrônicas se diferenciam. Boa leitura! NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) As Notas Fiscais (NF-e) são notas em formato eletrônico que substituem aquelas emitidas em papel. Elas são transmitidas pela internet e servem para facilitar os trâmites entre o emissor da nota (prestador do serviço ou comerciante), o comprador e os órgãos públicos. A NF-e é emitida de forma eletrônica e sua validade é garantida por uma assinatura digital (token). Ela é um documento obrigatório para formalizar a comercialização de produtos sujeitos à tributação de Imposto sobre Circulação de Produtos e Mercadorias e Serviços (ICMS). Essa é a nota fiscal que você receberá por e-mail se comprar um produto pela internet, por exemplo. Ela foi criada para substituir para as notas fiscais de modelos 1 e 1A, utilizadas nas operações de venda e prestação de serviço. Os campos de preenchimento obrigatório são: dados de emissor e destinatário; descrição de produtos; informações e valor do frete; possível desconto; informações adicionais, quando for o caso. NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica) A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica é um documento que deve ser utilizado para documentar serviços. A NFS-e foi criada pela Receita Federal e pela Associação Brasileira de Finanças das Capitais (Abrasf) para viabilizar a comunicação entre o prestador de serviços e a prefeitura do município. O objetivo de sua elaboração foi tornar mais simples a integração e a troca de informações entre contribuintes e prefeituras, reduzindo os custos para ambas as partes, aumentando o controle de arrecadação do ISS e facilitando a fiscalização. A autenticação desse tipo de nota fiscal é realizada por meio de envio de XML do Recibo Provisório de Serviço (RPS) para o web service da prefeitura. Se os dados
  4. O que são sistemas contábeis e qual a importância deles na rua rotina? Saiba quais são os problemas de um sistema contábil desatualizado e compreenda como um bom software pode se tornar um aliado em suas decisões críticas. Acesse http://materiais.alterdata.com.br/entendaosoftwarecontabil e garanta agora mesmo seu material gratuitamente.
  5. Se tem algum fator que não passa despercebido por quem está em busca de uma moradia é a questão da segurança. Nesse ponto, os condomínios residenciais teoricamente saem na frente, já que hoje a tecnologia para condomínios proporciona uma série de benefícios que visam garantir a proteção e o bem-estar dos moradores. Mas se engana quem pensa que as tecnologias voltadas à segurança se atem apenas às câmeras de vigilância. Nesse artigo apresentaremos outras ferramentas que certamente asseguram a privacidade e a tranquilidade que os condôminos tanto desejam. Quer saber quais são essas tecnologias? Então continue a leitura e confira! Porteiro virtual Qualquer condomínio que seja, grande ou pequeno, pode se beneficiar de um sistema de portaria inteligente como o porteiro virtual. Esse recurso dispensa a figura física nas entradas de acesso ao condomínio e, diferentemente do que muitos pensam, permite maior segurança. Um porteiro humano mal treinado pode deixar escapar os hábitos e rotinas dos moradores, o que pode ser um prato cheio para os criminosos. Além do mais, a rotatividade desses profissionais é relativamente alta, por isso, nem sempre é possível confiar integralmente nos seus serviços, infelizmente. A funcionalidade do porteiro virtual é bastante simples, embora o mecanismo que envolve o sistema seja bem elaborado. Ao acionar a portaria eletrônica, a chamada é direcionada para uma central de monitoramento remoto que logo em seguida encaminha a ligação para o morador. Este, por sua vez, decide se deve receber o visitante ou não. Redes sociais fechadas Para facilitar a comunicação entre os condôminos, síndico e outros colaboradores, a instalação de uma rede social fechada é a melhor opção. Um sistema interno que possibilite a troca de mensagens e que deixe os moradores cientes sobre todas as ocorrências do condomínio em tempo real, pode melhorar a segurança do ambiente. Identificação por biometria A identificação pessoal por biometria é uma tecnologia já bastante utilizada, especialmente pelas instituições bancárias. O reconhecimento das impressões digitais, da voz e da retina, por exemplo, podem evitar uma série de situações que envolvam riscos à segurança das famílias. Um exemplo que ilustra isso são os elevadores que identificam a pessoa por meio da impressão digital. Uma vez identificado o condômino, o elevador vai diretamente até o pavimento de sua moradia e não é forçado a parar caso alguém o chame durante o caminho. Esse recurso tecnológico pode ser usado nas entradas do condomínio como também em
  6. O SPED Fiscal é um sistema tecnológico de escrituração digital desenvolvido pelo governo brasileiro com o objetivo de diminuir os procedimentos burocráticos e facilitar os processos de pagamentos de impostos. Trata-se basicamente de uma ferramenta informatizada que integra os Fiscos nos níveis federal, estadual e municipal, garantindo ao contribuinte a facilidade no recolhimento de suas obrigações tributárias e demais compromissos fiscais. O processo do SPED Fiscal tem três grupos principais, são eles: a Nota Fiscal Eletrônica, a Escrituração Fiscal Digital e a Escrituração Contábil Digital. Os pequenos empresários que utilizam a ferramenta na sua rotina têm diversas dúvidas a respeito do sistema e suas opções. Pensando nisso, elaboramos este artigo para responder as perguntas mais comuns sobre o assunto e dar dicas imprescindíveis para você conhecer melhor o SPED. Confira: Escrituração Contábil Digital: quem é obrigado? Estão obrigada a enviar a Escrituração Contábil Digital todas as sociedades empresárias optantes pelo Lucro Real. Essa obrigação está amparada na instrução normativa n° 787/07 da Receita Federal. Ainda segundo a mesma norma, todas as sociedades não empresariais estão dispensadas do envio do documento. Escrituração Fiscal Digital Quem é obrigado? A obrigação de envio da Escrituração Fiscal Digital abrange todos os contribuintes do ICMS ou do IPI, podendo, todavia, haver dispensa dessa obrigação, desde que autorizada pelo órgão competente. Estão dispensadas da utilizada da Escrituração Fiscal Digital todas as microempresas e empresas de pequeno porte previstas na Lei Complementar 123/06. Quais livros fiscais integram? Os livros fiscais que integram a Escrituração Fiscal Digital são: Registro de Entradas e Saídas; Registros de Apuração do ICMS; Registros de Apuração do IPI; Registro de Inventário. Nota Fiscal Eletrônica: em quais operações ela deve ser utilizada? A Nota Fiscal Eletrônica foi desenvolvida com o objetivo de substituir a versão em papel dos modelos 1 e 1A. Ou seja, todas as transações em que houver a necessidade de emissão de uma Nota fiscal dessas modalidades exige a emissão da respectiva Nota Fiscal Eletrônica. Isso inclui notas fiscais de entrada, operações de importação e exportação, remessa, entre outras. É importante ressaltar que o emitente da NF-e é obrigado a disponibilizar um arquivo XML para o destinatário. Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica: a emissão é obrigatória? A DANFE tem funções importantes pois trata-se de uma representação da nota fiscal eletrônica. Além de contar a chave numérica para consulta das informações da NF-e, o documento permite o acompanhamento de mercadorias em trânsito e auxilia na escrituração de operações. Assim, a sua emissão é recomendada pelo Fisco. SPED
  7. No mundo corporativo, acreditou-se durante muitos anos que o QI – Quociente de Inteligência – fosse o grande diferencial entre uma pessoa de destaque e um ser humano normal. Acreditava-se que pessoas muito inteligentes seriam os líderes das empresas e estrategistas das companhias. Muitos empresários pautavam seus recrutamentos de funcionários nesta premissa, designavam para cargos de liderança embasados nesta crença e muitos funcionários insistiam em deixar seus currículos cada vez mais recheados de conhecimentos técnicos, acadêmicos e literais. Contudo, com o passar do tempo e estudos sobre o ser humano, ficou claro que as pessoas com QI elevado não necessariamente eram mais bem-sucedidas, enquanto outras com QI mediano, mas dotadas de inúmeras outras competências emocionais tinham um melhor resultado profissional e pessoal. Aspectos como disciplina, autogestão, empatia, proatividade, comunicação, expressão verbal e flexibilidade eram os atributos de pessoas mais bem posicionadas. Estudos demonstram que o QE – Quociente Emocional – tem grande representatividade na vida das pessoas. Um alto QE permite que a pessoa mude de rumo rapidamente quando surgir um obstáculo, se relacionando bem com todos, independente da hierarquia. A boa notícia é que o QE pode ser adquirido de inúmeras formas. Até mesmo ao ler este artigo você está adquirindo QE, diferenciando-se no mercado de trabalho. QI nos faz entender e o QE nos faz agir. Para ser um profissional de resultados é preciso agir, realizar e não apenas entender o problema. QI alto aliado ao conhecimento técnico faz um excelente cientista – o que é importante num dado contexto. Todavia, as empresas precisam de um grande volume de profissionais com atitude; pessoas que se comprometam com as metas, que saibam fazer as coisas no momento certo. Segundo Aristóteles “Qualquer um pode zangar-se, isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e de maneira certa não é fácil”. Quando se é um técnico trabalhando sozinho, o conhecimento sobre a matéria basta. Mas ao fazer sucesso como técnico e contratar outros técnicos, alguém terá de assumir o comando do grupo e, muito provavelmente, o conhecimento técnico não será suficiente para coordená-lo. É necessário mudar de lado, comunicar bem, saber se colocar na posição do outro para melhor compreender os fatos, ou seja, ser um outro profissional. O conhecimento técnico especializado é fundamental, uma vez que é o recurso que nos capacita para exercer determinada função, mas o desenvolvimento das
  8. A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um documento digital que tem o objetivo de documentar uma operação de circulação de mercadorias, uma prestação de serviços ou alguma transação que exija a sua emissão, nos termos das legislações tributárias e fiscais brasileiras. Desde a sua criação, a NF-e podia ser expedida por meio de um emissor gratuito disponibilizado pela Secretaria da Fazenda. No entanto, a SEFAZ informou aos contribuintes que, a partir deste ano, o sistema de emissão gratuito de notas fiscais eletrônicas não seria mais atualizado, além de ser lentamente desativado. Essa mudança alterou a rotina de muitos empresários e gestores, que se viram obrigados a buscar alternativas para a continuidade da emissão das notas eletrônicas. Todos as empresas que utilizam o emissor gratuito disponibilizado pela SEFAZ precisam se adequar a essa nova realidade buscando um novo software de emissão de notas fiscais. Por isso, preparamos este artigo para ajudá-lo a entender a diferença entre emissor gratuito e sistema de emissão. Aqui também compartilharemos diversas dicas que vão facilitar a sua vida na hora de escolher a alternativa mais estratégica para o seu negócio. Confira! O que é um emissor gratuito de NF-e O emissor gratuito de Nota Fiscal Eletrônica é um software sem custo algum para o empresário e que tem a funcionalidade de emitir a NF-e de acordo com as exigências legais. A Secretaria da Fazenda disponibilizou por um longo período de tempo um emissor gratuito, mas ele está sendo lentamente retirado de circulação, fazendo com que os empresários precisem buscar novas alternativas. Mesmo com a descontinuidade do software oferecido pela SEFAZ, ainda é possível encontrar alguns emissores gratuitos de NF-e circulando pela internet. Teoricamente, esses emissores têm a mesma função daquele oferecido pela Secretaria da Fazenda. Entretanto, tais sistemas gratuitos não oferecem todas as garantias do sistema anterior, além de ter funções limitadas em relação às opções que o mercado de tecnologia disponibiliza. Entenda como funciona um sistema de emissão de NF-e O sistema de emissão de NF-e é um software completo que pode incluir não só a emissão das Notas Fiscais, como também outras funcionalidades relevantes para o negócio. Muitas empresas já vêm adotando sistemas próprios de emissão de NF-e. Existem várias opções no mercado que são de fácil entendimento e muito úteis dentro das rotinas de empresas, já que integram informações e otimizam as tarefas do cotidiano. Motivos para mudar o sistema de emissão de
  9. A maioria dos gestores da área contábil passa muito tempo focado nas tarefas diárias, tem uma rotina apertada e, muitas vezes, não tem tempo ou se esquece de se atualizar. O setor de contabilidade está em constante evolução e acompanhar as novidades do setor será fundamental para garantir o sucesso do escritório. Uma delas é a automação da gestão de escritórios contábeis. Está pronto para elevar o nível de profissionalismo dos seus serviços? Então, confira abaixo os 5 principais benefícios da automação para a gestão de escritórios contábeis: 1. Reduz custos e despesas operacionais A automação reduz drasticamente os custos com a mão de obra do escritório. Uma vez que as atividades que são executadas de forma manual e repetidas vezes são automatizadas pelo sistema, não haverá mais a necessidade de contratações de profissionais para realizá-las. Com isso, você pode alugar um espaço menor para o escritório e manter nele somente os profissionais de alta especialização. 2. Elimina riscos de perdas de dados Muitos escritórios de contabilidade mantêm todos os seus dados e tarefas centralizadas em planilhas eletrônicas. Isso é um grande risco para a empresa. Planilhas podem ser deletadas sem querer, acessadas por qualquer pessoa, ter dados apagados por erros de digitação, etc. Na automação, toda a sua estrutura de trabalho pode ser transferida para um sistema em que o acesso é feito somente por pessoal devidamente autorizado (login e senha) e os dados, documentos e tarefas ficam são assegurados por meio de backups realizados regularmente e duplicados para aumentar a segurança contra perdas. 3. Diminui o índice de retrabalho Erros de digitação e outras falhas acontecem o tempo todo. Seja por falta de atenção, seja por falta de conhecimentos, esses erros cometidos podem ser descobertos tarde demais e afetar a análise das informações gerais lá na frente. Para descobrir onde está o erro será trabalhoso e demorado. Com a automação para a gestão de escritórios contábeis, esses riscos são eliminados, pois diversas tarefas deixarão de ser executadas de forma manual e passarão a ser executadas automaticamente. Esse processo contribui para a redução do índice de falhas humanas nos processos. 4. Gera relatórios mais precisos Em vez de ter seus dados espalhados por diversas planilhas separadas, com a automação o seu escritório de contabilidade terá todas as informações e tarefas integradas e centralizadas em um único local. Essa integração permite que o sistema gere relatórios mais rapidamente e muito
  10. O Brasil tem crescido e as oportunidades estão surgindo. Este cenário cria a ameaça de o empresário não conseguir manter os seus melhores talentos, de não conseguir ter um ambiente agradável para todos. O gestor precisa saber que uma empresa moderna se faz com profissionais de qualidade que acreditem no principal executivo da empresa. É fundamental que o gestor entenda que ele não está fazendo um favor às pessoas ao contratá-las, mas que elas têm o poder de escolher o melhor local para trabalhar. Desta forma, tudo é uma troca: a empresa fornece trabalho, projeção, conforto, esperança, estudo, melhoria de vida; e o funcionário dá sua inteligência, dedicação, comprometimento, visão e outros atributos. Todos os gestores possuem pontos fortes e fracos, mas precisam aprimorar aquilo que pode comprometer o relacionamento com os subordinados. Para facilitar a compreensão, busquei inspiração num artigo escrito por Ginka Toegel, professora de comportamento organizacional na Suíça; na Revista HSM Management e numa dissertação de Todd Rogers, pesquisador da Harvard University, na Revista Harvard Business Review; bem como numa matéria de autoria de Rich Hein, CIO nos EUA, na Revista Computerworld, que somam ao que acredito ser relevante. Como moldar-se? Felizmente, a psicologia no fornece um modelo de personalidade do líder: 1) Necessidade de estabilidade A estabilidade emocional pode ser uma qualidade valiosa para os executivos, ajudando-os a lidar com estresse, reveses e incertezas. No entanto, tem também desvantagens: 1.1) Você pode ser contido demais: controle excessivo passa a imagem de um líder pouco inspirador ou sem sentido de urgência. A autoconfiança excessiva é uma arma que pode se virar contra o gestor e, para evitar esta armadilha, devem-se criar listas mentais positivas e negativas diante de uma situação: encontre três motivos otimistas para algo funcionar; e tenha três motivos pessimistas que fariam a coisa dar errado. 1.2) Você pode ser muito impaciente e reagir mal: alguns líderes bem-sucedidos são extremamente impacientes, pouco resilientes ao estresse e lutam para permanecer calmos. O problema é que explodem facilmente. A dica para evitar este comportamento é verbalizar as emoções negativas: “Estou desapontado/frustrado/nervoso/irritado porque…”. O simples ato de expressar emoção ativa a região do cérebro ligada ao autocontrole e à regulação. 2) Extroversão: Reflete o desejo de estar com os outros. Liderança tem tudo a ver com influenciar pessoas, então pode ser uma vantagem ser extrovertido, assertivo e dinâmico. Há fortes evidências de que essas características ajudam os executivos a
  11. Pior do que não ter dados para uma tomada de decisão é possuí-los sem a certeza de que são confiáveis. Os dirigentes de empresas de todos os portes têm que acreditar que sua decisão será suportada por informações provenientes de dados seguros e garantidos. Assim, cada vez mais, as empresas necessitam de uma base de dados organizada e estruturada. Isto possibilitará que os sistemas possam apresentar dados, gráficos e relatórios seguros e que norteiem a tomada de decisão pelos seus diretores. Neste post você encontrará algumas informações sobre a importância da organização de dados para a tomada de decisão. Confira! Dado: o bem mais valioso de uma empresa Com o avanço das tecnologias, os dados, que, em um segundo momento, são transformados em informações, tornaram o mais importante ativo das empresas. Não raro é encontrarmos empresas totalmente virtuais que são mais valiosas do que megacorporações multinacionais. Os recentes exemplos são o Uber, o Facebook e a Airbnb, cujos valores de mercado superam grandes montadoras e grandes siderúrgicas. Como um bem extremamente importante, os dados devem ter um tratamento cercado de cuidados para que toda tomada de decisão seja feita de maneira consciente e com a certeza da confiabilidade do seu conteúdo. Para que tenhamos uma boa estrutura de dados, listamos a seguir alguns procedimentos que as empresas devem fazer: Mapeamento de dados Independentemente de a empresa ter um ERP de classe mundial ou mesmo um sistema básico de gerenciamento, deve fazer um mapeamento de seus dados e do seu interrelacionamento. Ter conhecimento das informações que precisam ser geradas e saber mapear como consegui-las e como manuseá-las é essencial para a administração de qualquer negócio. Consistência dos dados Todos os dados têm que ser consistidos e registrados de maneira correta e com os seus relacionamentos bem definidos e otimizados. Deve-se avaliar a existência de duplicidades e redundâncias. O dimensionamento das bases de dados também deve ser averiguado evitando estouro da capacidade de armazenamento. Saneamento dos dados Caso já exista uma base de dados em operação, sugere-se que a mesma passe por um saneamento de seu conteúdo. Isto significa uma atualização das informações registradas nos sistemas, para que os seus dados fiquem de acordo com as regras contábeis, fiscais e tributárias em vigor. Ferramentas de busca Além de uma base de dados bem organizada, bem estruturada e com seu conteúdo consistido e saneado, é necessária uma boa ferramenta de busca para facilitar o acesso
  12. Todos os diretores e gerentes financeiros das empresas sabem que o fluxo de caixa é um dos principais instrumentos para que seja feito um controle financeiro eficaz e bem detalhado de um negócio. Essa ferramenta, utilizada para acompanhar a movimentação de capital do negócio, é calculada com base nas entradas e saídas de capital no caixa da empresa. O grande objetivo do fluxo de caixa é organizar todas as contas da empresa, de forma a criar uma base de dados que possibilite aos diretores administrarem e acompanharem o desempenho financeiro do negócio. Além disso, essa ferramenta permite que os gestores saibam sempre qual é o valor disponível para investimentos e melhorias na empresa. Cometer erros no controle do fluxo de caixa pode ser crucial para a empresa e prejudicá-la bastante, podendo levá-la à falência. Para ajudá-lo a não enfrentar dificuldades financeiras, separamos neste post 4 erros que você não pode cometer ao fazer fluxo de caixa, Confira! 1. Não determinar o período para fazer fluxo de caixa Antes que os diretores e gerentes financeiros comecem a calcular e controlar o fluxo de caixa, é preciso definir qual será o período de controle. Esse período pode ser diário, quinzenal, mensal e anual, devendo ser medido de acordo com os objetivos e demanda da empresa — podendo ser feito também mais de um tipo de controle para o desenvolvimento de indicadores financeiros. A não determinação dessa periodicidade pode interferir na veracidade dos dados, fazendo com que as informações sejam confusas e muitas vezes diferentes da realidade da empresa. Por isso, é muito importante definir esse período e deixar devidamente documentado para ciência de todos. 2. Deixar de registrar todas as movimentações financeiras Independentemente do valor da transação, é muito importante que todas as movimentações financeiras, sejam elas contas pagas ou proventos, sejam devidamente registradas no fluxo de caixa da empresa. É imprescindível que todos os dados e informações sejam inseridos para um controle eficaz e, dessa forma, evitar qualquer tipo de erro. Vale lembrar de uma famosa máxima que diz ser impossível controlar aquilo que não se conhece e não se registra. Pode-se dizer que o fluxo de caixa é uma das ferramentas mais importantes para a mensuração de resultados de uma empresa. 3. Não planejar a curto e a longo prazo Com todos os registros financeiros da empresa e conhecendo a tendência do caixa, é fundamental utilizar essas informações para prepará-la e planejá-la. O planejamento
  13. Ter as informações certas, na hora em que precisamos delas, é cada dia mais importante para garantirmos a produtividade e a velocidade necessárias ao cumprimento de cada tarefa. Aqui você encontra as informações que precisa no dia a dia de trabalho e que ficam distribuídas em diversos documentos impressos, arquivos no computador e páginas na Internet. Tópicos do Guia Contábil Alterdata: • Tabela de CST Referente à COFINS • Tabela de CST Referente ao PIS • Tabela de CST Referente ao ICMS e IPI • Código de Regime Tributário – CRT • Código de Situação da Operação no Simples Nacional – CSOSN • SPED Contribuições Tipo de documento x Tipo de registro • Tabela de Incidência de INSS, FGTS e IR/Fonte • Resumo de Verbas Rescisórias Conforme o Tipo de Contrato • Tabela de Causas de Desligamento • Tabela de Férias Proporcionais Clique aqui e acesse o Guia Contábil Alterdata
  14. Vivemos em um tempo em que a violência toma conta não apenas dos grandes centros urbanos, mas também das pequenas cidades que eram consideradas tranquilas e com baixos índices de criminalidade. É devido a essa realidade que investir na segurança de condomínios tem se tornado fundamental para quem é síndico de um prédio ou trabalha com imóveis de uma forma geral. Foi pensando nisso que nós elaboramos este post com 5 passos para garantir a segurança de um condomínio. Continue lendo e descubra quais são elas. 1. Tenha um porteiro qualificado Muitos condomínios pecam ao contratar qualquer pessoa para a função de porteiro por julgá-la ser de fácil cumprimento e não exigir muitas qualificações. Isso é um grande erro, pois é o porteiro quem tem o primeiro contato com qualquer pessoa que entra ou sai do condomínio. O ideal é que o profissional da portaria seja uma pessoa experiente na área da segurança, tendo realizado cursos que garantam o seu preparo para agir corretamente em situações adversas. Por esse motivo, muitos condomínios estão optando por contratar policiais aposentados, pois essas pessoas têm larga experiência no setor de segurança. 2. Defina regras para os funcionários Assim como acontece com o porteiro, os demais funcionários de um condomínio também precisam de preparo para lidar com as questões voltadas à segurança. Desse modo, no momento da contratação e durante toda a trajetória do profissional no condomínio, deve-se definir regras, como proibir que sejam divulgados hábitos dos moradores, por exemplo. Para que os colaboradores compreendam a importância do seu papel na instituição e manutenção da segurança do condomínio, sugere-se a realização de eventos internos de conscientização e outras modalidades de campanha. 3. Adquira equipamentos de segurança É de fundamental importância que os condomínios de hoje em dia possuam equipamentos de segurança como câmeras de vigilância e um serviço de monitoramento de alarmes. Com essa aparelhagem, além de intimidar criminosos, será possível verificar imagens e apontar possíveis culpados se porventura o prédio for vítima de assaltos ou outros atos violentos. 4. Tenha uma boa estrutura física De nada adianta ter um pessoal capacitado e equipamentos de segurança instalados no condomínio se ele não tiver uma boa estrutura física — aqui estamos nos referindo a portas e janelas reforçadas, fechaduras de qualidade, portões e portas de acesso automatizados, porteiro eletrônico e interfones, etc. Com o condomínio bem estruturado e mais os equipamentos de segurança instalados, as chances de o prédio ser assaltado, depredado ou
  15. Por Ladmir Carvalho O ser humano nasceu para ser desafiado: durante milhões de anos tivemos que correr para conquistar nossos objetivos e já na época das cavernas éramos desafiados a conseguir alimentos, fugir de predadores e dar continuidade à espécie. Quando os desafios não existem, perdemos o nosso brilho natural. Os japoneses sempre gostaram de peixe fresco. Contudo, as águas perto do Japão não produzem mais peixes há bastante tempo. Assim, para conseguir abastecer a população, os japoneses começaram a fabricar navios pesqueiros maiores para alcançar grandes distâncias. Quanto mais distante os navios iam, mais demoravam para retornar – e se demorassem muito, o peixe já não era fresco, o que repugnava os consumidores. Para resolver o problema, as empresas pesqueiras instalaram frigoríficos nos navios, que congelavam os peixes assim que eram pescados, permitindo que as embarcações fossem mais distante. Entretanto, os japoneses conseguiam distinguir entre o peixe fresco e o congelado, e não gostavam dos que tinham passado pelo frigorífico. Mais uma vez as empresas de pesca tentaram resolver o problema: instalaram nos navios aquários onde colocavam os peixes vivos à medida que eram pescados, lotando os tanques até não caber mais. Os peixes ficavam cansados por não terem espaço para nadar. Infelizmente os japoneses não gostavam do sabor diferente destes peixes. Como resolver este problema? Quando “nadamos” em nossa vida profissional, nos movimentamos o tempo inteiro, corremos atrás de objetivos e sonhos – o que nos torna profissionais alertas e dinâmicos. Porém, às vezes, a vida nos coloca em aquários onde não precisamos nadar, onde não necessitamos nos esforçar para conseguir algo e, com isso, nos tornamos profissionais apáticos. A maioria das pessoas que conquista algo significativo – profissional ou pessoal –, tende a se acomodar, como se não precisasse mais trabalhar com tanto empenho. Segundo L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50 “O homem progride, estranhamente, somente em um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitiva a pessoa for, mais gostará de resolver problemas. Se seus desafios são de proporção correta e você consegue, passo a passo, superá-los, será uma pessoa feliz. Os japoneses não pararam de pensar até resolver este problema e chegaram a uma conclusão muito semelhante ao que acontece no mundo real dos humanos: colocaram dentro do aquário, junto com os peixes, um pequeno tubarão. Este predador come alguns peixes, mas a maioria deles chega ao destino viva, esperta e nadando
  16. O ritmo acelerado do mercado atual obriga os gestores a tomarem decisões estratégicas a todo o momento. E são essas decisões que definem o sucesso ou o fracasso das organizações. Por isso, uma gestão baseada em dados é fundamental para minimizar riscos no processo e contribuir para que os resultados sejam os melhores possíveis. Todos os dias, milhões de informações circulam pela organização. São dados que podem vir de fora para dentro, como perfis de clientes, análises de mercado, leituras econômicas etc. E também existem as informações que são geradas pela própria empresa, como números financeiros, orçamentos detalhados dos setores, números de venda, entre outros. Tudo isso precisa estar bem organizado e à mão dos gestores para embasar o processo de tomada de decisão. Um movimento lento pode significar a perda de muitos negócios, principalmente no mercado atual, no qual tudo muda rapidamente. A informação é, hoje, um dos ativos mais valiosos da empresa e precisa ser gerida com cuidado e zelo por toda a equipe. Veja abaixo 4 dicas para que você mantenha os dados da sua empresa sempre organizados — e use-os para aperfeiçoar a sua gestão. 1. Defina um modelo de organização Para que seus dados se mantenham sempre organizados de maneira prática e estratégica, o ideal é definir um layout para o armazenamento deles. O projeto deve seguir o modelo estratégico definido pela organização para a inserção dos dados coletados. Dependendo da quantidade de informações, a melhor receita é buscar a ajuda de um software de gestão empresarial, muito mais eficiente do que a utilização de planilhas ou arquivos de texto. 2. Categorize seus dados Depois de definir o modelo, você deve separar os dados por categorias, utilizando uma classificação que os organize quanto ao seu tipo, relevância estratégica e outras divisões que sejam interessantes para a empresa. A categorização correta otimiza o trabalho de coleta e, principalmente, agiliza as consultas futuras. Alguns sistemas de gestão permitem a busca por meio de filtros que fazem com que a utilização dos dados seja mais eficaz. Além disso, um sistema inteligente permite gerar relatórios instantâneos que podem ser consultados a qualquer momento em um processo de tomada de decisões. 3. Tenha ferramentas eficazes de análise A coleta e organização de dados estratégicos são muito importantes. Mas esses processos não terão efeito algum se você não investir em ferramentas de análise eficazes. A análise de dados pode indicar a necessidade de mudanças no modelo de gestão
  17. O perfil do corretor de imóveis tem modificado com o passar dos anos. Se no passado a função do profissional se resumia a fazer vendas e realizar contratos de locações de propriedades, hoje em dia o mercado profissional tornou-se mais seletivo, exigindo diversas competências para que o corretor se mantenha no mercado. Você sabe qual é o perfil que um corretor de imóveis deve ter? Continue lendo nosso artigo e descubra! Facilidade no relacionamento interpessoal A primeira característica que se deseja em um corretor de imóveis é que ele tenha facilidade no relacionamento interpessoal. Esta habilidade engloba diversas outras qualidades, como saber lidar com eventuais conflitos e ter flexibilidade de adaptação à clientes com personalidades diferentes. Poder de persuasão Quem trabalha com vendas e negócios em geral precisa usar o seu poder de influência e de persuasão. Afinal de contas, o comprador ou locatário encontrará diversas opções disponíveis para fechar o negócio. O profissional que souber identificar os melhores argumentos terá mais chances de sucesso. Honestidade As transações envolvendo imóveis geram uma movimentação de grande quantidade de dinheiro. Por isto, o profissional que agir de forma ética na profissão ganha a confiança do cliente e provavelmente terá longa carreira e facilidade em manter ou conquistar novos clientes. Gestão de suas finanças Com as oscilações no mercado imobiliário, é de extrema importância que o corretor de imóveis tenha capacidade de fazer a autogestão de suas finanças. O profissional deve ter ciência de que, em alguns momentos, as vendas estarão indo de vento em poupa, e no momento seguinte, podem diminuir drasticamente. Para evitar problemas, ele deve ter uma organização financeira. Administração do tempo A administração do tempo é um grande desafio. Afinal de contas, não é fácil conciliar os horários de visitas dos clientes com as atividades diárias, até porque muitos deles não costumam ser pontuais. Os profissionais que conseguem administrar bem o seu tempo e se adaptar a horários de trabalho flexíveis terão mais chances de concretizar os negócios e de cumprir todas as tarefas das rotinas diárias de trabalho. Comprometimento com os clientes O corretor que tiver compromisso com os seus clientes, inclusive no pós-venda, será aquele mais valorizado pelo mercado e que terá mais facilidade em manter uma carteira de clientes fidelizados. Atualização das tendências do mercado imobiliário O mercado imobiliário é oscilante e as tendências podem mudar completamente de uma hora para a outra. Entretanto, o profissional que
  18. Foi publicada hoje uma Circular da Caixa obrigando as empresas que possuem  04 ou mais trabalhadores a acessar o sistema chamado de Conectividade Social com a utilização do Certificado Digital padrão ICP Brasil. Esta obrigatoriedade passará a ser percebida para envio de SEFIP e GRRF.  Anteriormente este número era obrigatório para empregadores com 11 trabalhadores ou mais.  Veja abaixo o no texto:   CIRCULAR CAIXA N° 760, DE 30 DE MARÇO DE 2017 (DOU de 03.04.2017) Estabelece a certificação digital emitida no modelo ICP-Brasil, de acordo com a legislação em vigor, como forma de acesso ao canal eletrônico de relacionamento Conectividade Social, e dá outras providências. A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CAIXA, na qualidade de Agente Operador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FGTS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 7°, inciso II, da Lei 8.036/90, de 11/05/1990, e de acordo com o Regulamento Consolidado do FGTS, aprovado pelo Decreto n° 99.684/90, de 08/11/1990, alterado pelo Decreto n° 1.522/95, de 13/06/1995, em consonância com a Medida Provisória 2.200-2, de 24/08/2001, Decreto 3.996, de 31/10/2011, Lei n° 9.012/95, de 11/03/1995, com o 7° do art. 26 da Lei Complementar n° 123, de 14/12/2006, na redação dada pela Lei Complementar n° 139, de 10/11/2011, bem como nos artigos 72 e 102 da Resolução CGSN n° 094, de 29/11/2011, alterada pela Resolução CGSN n° 125, de 08/12/2015, baixa a presente Circular. 1 Estabelece o canal eletrônico de relacionamento Conectividade Social com acesso por meio da certificação digital no padrão ICP – Brasil para uso pelas empresas que possuam a partir de 04 empregados vinculados. 2 Para atender legislação específica que define tratamento diferenciado ao microempreendedor individual e estabelecimento optante pelo Simples Nacional com até 03 (três) empregados, a quem o uso da certificação digital emitido no modelo ICP-Brasil é facultativo nas operações relativas ao recolhimento do FGTS, a versão anterior do Conectividade Social que utiliza os certificados eletrônicos em padrão diferente do ICP-Brasil permanecerá disponível para o envio de arquivos SEFIP e GRRF, com uso de aplicativo cliente do Conectividade Social – CNS – e do ambiente Conexão Segura como forma de atendê-los. 2.1 Ainda conforme legislação específica, o microempreendedor individual sem empregados está dispensado da obrigatoriedade de declaração de ausência de fato gerador. 3 Por deliberação do Agente Operador do FGTS fica prorrogado o prazo de validade dos certificados eletrônicos expedidos em disquete ou Pen drive regularmente pela CAIXA, sendo sua revogação ou suspensão condicionada a prévia emissão de comunicado. 3.1 Assim, empresas que possuem o certificado
  19. Texto originalmente publicado na EBC A partir deste mês, os consumidores que não conseguirem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só poderão ficar no crédito rotativo por 30 dias. A nova regra, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro, entrará em vigor amanhã (3). A medida consta da reforma microeconômica anunciada pelo governo no fim do ano passado. Os bancos tiveram pouco mais de dois meses para se adaptarem à nova regra, que obrigou as instituições financeiras a transferirem para o crédito parcelado, que cobra taxas menores, os clientes que não conseguirem quitar o rotativo do cartão de crédito nos primeiros 30 dias. Durante esse período de quase dois meses, os bancos definiram as novas taxas para o crédito parcelado. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a medida tem o potencial de reduzir pela metade os gastos com juros em 12 meses. Impacto No entanto, o diretor econômico da entidade, Miguel de Oliveira, diz que o impacto das medidas sobre os juros só será conhecido nos próximos meses. “Em primeiro lugar, muitos bancos fixaram taxas bem elásticas, que podem chegar de 1,99% a 10% ao mês, dependendo da instituição financeira e do histórico [capacidade de pagamento] do consumidor. Então, fica difícil saber qual será o efeito efetivo, porque cada consumidor tem uma taxa personalizada, e a gente precisa ver quem não conseguirá pagar a fatura integral”, acrescentou Oliveira. Em fevereiro, após o anúncio da nova regra, a taxa média do crédito rotativo subiu de 15,12% para 15,16% ao mês, conforme pesquisa mensal da Anefac. A taxa média do crédito parcelado foi na contramão e caiu de 8,34% para 8,30% ao mês. Segundo Miguel de Oliveira, os juros do cartão só deverão sofrer influência das novas regras a partir de maio. “Como a nova regra limita em 30 dias o prazo do rotativo, o consumidor que não conseguir pagar a fatura de março vai cair no rotativo em abril e só passará para o crédito parcelado em maio. Só lá, nossos levantamentos começarão a refletir os efeitos da mudança”, esclareceu Oliveira. Dívida multiplicada Com base em dados mais recentes da Anefac, de fevereiro, a taxa média de 15,16% ao mês no crédito rotativo equivale a 444,03% ao ano. Ao fim de três meses, uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão subiria para R$ 1.527,23. Ao fim de
  20. No início de 2017, a Alterdata contratou uma consultoria para gerir o benefício de plano de saúde a colaboradores. Com essa mudança, os colaboradores, beneficiários e dependentes passaram a contar com uma central de atendimento 24h. O programa Alterdata Saúde disponibiliza a indicação dos melhores profissionais dentro da rede credenciada, agenda exames de alta complexidade, apoia no agendamento de cirurgias e internações, busca especialistas da rede credenciada para melhor atendimento, presta primeiras orientações e apoio em emergências, mantém contato permanente com o beneficiário e o acompanhante do paciente, acompanha durante todo o período de internação e pós-alta, além de auxiliar no diagnóstico médico. Confira o depoimento do Alexandre Neves, nosso colaborador: “Recebemos um telefonema de uma pessoa se identificando ser da Alterdata Saúde e querendo falar com minha esposa, sabendo que a mesma está grávida. Ela fez várias perguntas sobre os exames realizados, os resultados tanto da saúde dela, quanto do bebê. E para completar, informaram que estarão mensalmente fazendo contato para acompanhá-la nesta gravidez, orientando-a em tudo o que for necessário. Ao desligar, minha esposa ficou boquiaberta pois além de ser um telefonema inesperado, nunca tinha percebido tanto zelo e atenção com uma gravidez. Eu só tenho a agradecer por este serviço inovador para nós. Quando a saúde da família está bem, nos deixa mais focados nas tarefas do dia a dia. Eu quero agradecer a empresa por este benefício tão importante.  Eu já trabalhei em multinacionais ( inclusive fora do Brasil ) e nunca vi algo igual.”
  21. Foi publicada a Medida Provisória  que restringe as regras de  desoneração, previstas na lei 12.546/2011 que prevê a redução da contribuição previdenciária com a substituição por uma contribuição sobre o faturamento.  Um dos principais pontos de modificação foi a restrição  de diversas atividades que estavam dispostas nos anexos I e II.  Com a revogação destes anexos ficam impedidas de adesão a contribuição substitutiva.  Com isso a lista de atividades permitidas a desoneração ficou restrita as  atividades de transporte rodoviário coletivo de passageiros, transporte ferroviário de passageiros, transporte metroviários e os setores de construção civil.  As empresas ligadas as atividades jornalísticas, de radiodifusão, de televisão e editoras de livros e jornais, também poderão continuar  optando.  As demais atividades serão impedidas de optar por este beneficio.   Os efeitos dessa MP serão  observados a partir de 01/07/2017. Veja abaixo os principais pontos da Medida Provisória:   MEDIDA PROVISÓRIA N° 774, DE 30 DE MARÇO DE 2017 (DOU de 31.03.2017) Dispõe sobre a contribuição previdenciária sobre a receita bruta. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1° A Lei n° 12.546, de 14 de dezembro de 2011, passa a vigorar com as seguintes alterações: “Art. 7°-A. A alíquota da contribuição sobre a receita bruta prevista no art. 7° será de: I – 2% (dois por cento), para as empresas identificadas nos incisos III, V e VI do caput do art. 7°; e II – 4,5% (quatro inteiros e cinco décimos por cento), para as empresas identificadas nos incisos IV e VII do caput do art. 7°.” (NR) “Art. 8° Poderão contribuir sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, em substituição às contribuições previstas nos in- cisos I e III do caput do art. 22 da Lei n° 8.212, de 1991, as empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens de que trata a Lei n° 10.610, de 20 de dezembro de 2002, enquadradas nas classes 1811-3, 5811-5, 5812-3, 5813-1, 5822-1, 5823-9, 6010-1, 6021-7 e 6319-4 da CNAE 2.0.” (NR) “Art. 8°-A. A alíquota da contribuição sobre a receita bruta prevista no art. 8° será de 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento).” (NR) Art. 2° Ficam revogados: I – o § 21 do art. 8° da Lei n° 10.865, de 30 de abril de 2004; e II – os seguintes dispositivos da Lei n° 12.546, de 14 de
  22. Notícia somente para os contribuintes do icms do Estado do Rio de Janeiro:   Todos as empresas que sejam contribuintes do ICMS no Estado do Rio de Janeiro e que não sejam optantes pelo Simples Nacional devem ficar atentos a esta publicação.    Trata-se do prazo de entrega  da Declan. Abaixo está o texto publicado, ao qual destacamos os pontos mais importantes PORTARIA SUCIEF N° 024, DE 29 DE MARÇO DE 2017 (DOE de 31.03.2017) Dispõe sobre a entrega da DECLAN IPM 2017, ano-base 2016, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DE CADASTRO E INFORMAÇÕES FISCAIS, no uso das atribuições legais que lhe confere o artigo 26 do Anexo X da Parte II da Resolução SEFAZ n° 720, de 04 de fevereiro de 2014, RESOLVE: Art. 1° A Declaração Anual para o Índice de Participação dos Municípios – DECLAN-IPM do ano-base 2016, a DECLAN-IPM de Baixa de 2017, bem como as declarações retificadoras e de anos-base anteriores deverão ser elaboradas por programa gerador, disponível no Portal da Secretaria de Fazenda e Planejamento – SEFAZ, no endereço eletrônico www.fazenda.rj.gov.br/declan, e serão entregues, exclusivamente via Internet, pelos contribuintes enquadrados nos regimes tributários Normal, Estimativa ou Outros, observado o disposto na Seção I do Anexo X da Parte II da Resolução SEFAZ n° 720, de 04 de fevereiro de 2014. 1°Para preenchimento e entrega da declaração, deverá ser utilizada a versão 3.2.0.0 ou a mais recente do programa gerador, disponível na página da declaração. 2°Não será permitida a utilização de versão do programa gerador anterior àquela de que trata o § 1° deste artigo. 3°A DECLAN-IPM também poderá ser gerada por programa do próprio contribuinte, desde que a geração do arquivo da declaração esteja rigorosamente de acordo com o leiaute da versão do programa gerador 3.2.0.0 e com as Instruções de Preenchimento, ambos disponibilizados na página da declaração. 4°Ao término da transmissão da DECLAN-IPM, deverá ser impresso o espelho da declaração com a indicação do número de controle referente ao protocolo de comprovação de entrega da declaração. 5°A DECLAN-IPM deverá ser preenchida em conformidade com as correspondentes Instruções de Preenchimento da DECLAN-IPM 2017, ano-base 2016, que poderão ser obtidas na página da declaração. Art. 2° O contribuinte enquadrado no regime tributário do Simples Nacional em parte do ano-base de 2016 e que, excluído desse regime, tenha sido enquadrado, nos demais períodos do mesmo ano, nos regimes tributários Normal, Estimativa ou Outros, deverá entregar a correspondente declaração à
  23. Embora o mercado imobiliário brasileiro esteja em um momento bastante valorizado e o número de interessados em adquirir uma propriedade seja grande, existem diversas unidades disponíveis e é preciso chamar a atenção para vender rápido. Diante desse cenário, fazer um excelente anúncio de imóvel é fundamental. O lado bom dessa história é que isso pode ser feito rapidamente com algumas dicas bem simples e logo você pode se destacar diante dos concorrentes. Ficou interessado? Quer descobrir como fazer isso? Então conheça as incríveis dicas que separamos no conteúdo a seguir: 1. Descreva o imóvel em detalhes O primeiro passo para o seu anúncio de imóvel se destacar é descrever tudo em detalhes. Muitos anunciantes pecam nesse aspecto, mas isso é um tremendo erro, pois um visitante pode simplesmente desistir de fazer um contato se não encontrar algumas informações que ele julgar que sejam cruciais. Além dos dados da propriedade em si, como metragem, número de quartos e banheiros, vagas na garagem e existência de dependência de empregada, procure ressaltar alguns aspectos sobre a localização. Diga qual é o bairro, qual é a rua e os principais pontos de interesse nas adjacências da unidade. 2. Capriche nas imagens As imagens são um aspecto muito importante do seu anúncio de imóvel e você deve caprichar para que elas atraiam os olhares de compradores em potencial. Muitas pessoas caem no erro de fotografar com o próprio celular, mas você só deve fazer isso se ele tiver uma câmera de imensa qualidade. Aproveite a iluminação natural e tente fazer fotos sob a luz do dia, pois isso dá uma impressão melhor da propriedade. Caso isso não seja possível, procure acender todas as luzes. Outro ponto essencial é o posicionamento da imagem: procure fazer as fotografias da entrada dos cômodos, para passar dar a impressão de profundidade. 3. Disponibilize várias formas de contato Em um mercado tão concorrido e com tantas opções quanto o setor imobiliário, você deve fazer de tudo para ser encontrado facilmente. Muitas vezes um comprador em potencial pode estar em dúvida sobre duas ou três unidades e abrir negociação com o proprietário que ele falar primeiro. Sendo assim, tenha sempre um celular disponível e carregado, preferencialmente 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana. Os aplicativos de comunicação também podem ser a preferência de alguns interessados, portanto faça o download do WhatsApp, caso você ainda não possua um. Checar seu e-mail diariamente
  24. As Habilidades do Líder Abundante Segundo David Ulrick, um dos mais conceituados doutrinadores sobre gestão de pessoas, em artigo publicado na Revista HSM, é muito importante na sociedade do conhecimento na qual vivemos que o líder saiba dar sentido à vida das pessoas que trabalham em sua empresa. Vale dizer que os funcionários não trabalham apenas por salário. Segundo estudos psicológicos, as pessoas vivem por emoções que podem ser administradas em uma empresa – basta o líder saber o que move, inspira e motiva o coração delas. Certas ações transmitem visões de futuro que contribuem positiva ou negativamente. Segundo o autor, uma empresa precisa de seis elementos básicos para ser considerada abundante: – Esperança: expectativa de que virão melhores resultados no futuro, e para isso o líder precisa criar esta visão de futuro. – Criatividade: enxergar alternativas, criando um ambiente em que todos consigam colaborar com novas ideias. – Resiliência: é tentar de novo a partir do aprendizado. É ter a certeza de que tudo pode ser melhorado. – Determinação: é a tenacidade duradoura. Significa não desistir ao primeiro problema enfrentado, mudando de estratégia e perseguindo o mesmo objetivo. – Inventividade: conquistar a capacidade de sustentar a ação. Somos inventivos quando recorremos aos outros em busca de conselhos para aprimorar o que já está sendo feito. – Liderança: é a arte e a ciência de fazer as coisas acontecerem. Não é falar, mas gerar ações coordenadas com a tese que se defende que vai de sorte a fazer acontecer. Os líderes precisam ter um código de liderança, formado por cinco habilidades básicas. Quando elas são oferecidas de maneira abundante, os líderes se tornam produtores de sentido e criam uma organização abundante. De acordo com cada uma dessas habilidades, os líderes podem ser: – Estrategistas: criam visão, missão, pauta ou propósito que conquistam a alma dos funcionários e dos clientes. – Executores: fazem acontecer ao compartilharem a compreensão de um objetivo comum; menos “gestão por objetivo” e mais “gestão por modo de pensar compartilhado”. – Talentosos: não só garantem que os funcionários sejam competentes (capazes de fazer um trabalho) e comprometidos (dispostos a fazer um trabalho), mas que tenham um senso de contribuição (encontram sentido no trabalho que fazem). – Desenvolvedores de capital humano: investem na geração seguinte e preparam líderes futuros. – Proficiência pessoal: encontram sentido pessoal em sua capacidade de liderar os outros; esse sentido vem quando os líderes aprendem,
  25. Parte dos empreendedores se esquece desse fato, mas monitorar as atividades da empresa é tão importante quanto planejar. Essa é uma tarefa vital, afinal, é só assim que o gestor acompanha os resultados e descobre se realmente tudo aquilo que tinha em mente quando definiu suas metas e planos de ação está se concretizando. Durante o monitoramento das atividades, as métricas se tornam verdadeiras protagonistas. Elas servem como um termômetro para avaliar a qualidade, o desempenho e os resultados da organização. Elas são tão importantes, que resolvemos fazer um post especial apenas para falar sobre elas. Confira, a seguir, um pouco mais sobre o papel das métricas para a gestão eficiente. Melhore o planejamento estratégico Espera, o monitoramento não vem apenas depois de planejarmos? Sim; no entanto, o planejamento estratégico do negócio também deve ser revisado constantemente, certo? Para fazer um bom plano, você precisa de informações relevantes, afinal, as metas e objetivos não podem ser definidas por meros achismos. Ao monitorar constantemente o seu negócio por meio de métricas, você está levantando as informações necessárias para reformular a estratégia da sua empresa de maneira muito mais segura e confiável. Flexibilize a gestão do negócio Por falar em planejamento, nem sempre as estratégias e ações que definimos nessa etapa tão importante da gestão empresarial ocorrem da maneira como pensamos. O que fazer nesse momento? Seguir cegamente a “cartilha” definitivamente não é a melhor opção. As métricas auxiliam o gestor a identificar quaisquer problemas e, dessa forma, fazer uma correção de rota sempre que essa ação for necessária. Assim é possível flexibilizar a empresa, evitando que o caminho traçado no planejamento acabe levanto a todos para a ruína. Acabe com os gargalos de produção Métricas são sinônimo de eficiência. Afinal, com elas você consegue identificar os famosos gargalos de produção, processos que apresentam falhas, como desperdícios de recursos, retrabalho, entre muitos outros problemas. Eliminá-los é o segredo para a manutenção de uma empresa sustentável. Muitos gestores, no entanto, enfrentam problemas para detectar esse tipo de falha. Em grande parte dos casos, isso ocorre justamente pela falta das métricas necessárias para avaliar o desempenho da empresa. Em outras palavras, com as métricas você pode fazer um tipo de manutenção constante do seu negócio! Melhore os resultados da empresa Fim dos gargalos de produção, flexibilização do negócio e planejamento mais assertivo. Bom, você deve ter percebido que, ao final de tudo, o uso
  26. Uma empresa é feita de pessoas com visão única, com poderes de decisão diferentes e prioridades distintas. Assim, para a companhia não é interessante que os valores sejam pessoais e sim corporativos, para que a empresa tenha um conjunto de pessoas pensando de modo equivalente, tornando a forma de decidir e o estilo de priorizar tarefas homogêneos. Então, como fazer com que todos os funcionários trabalhem alinhados com os princípios da empresa? Na prática, como fazer uma empresa que tenha 10 ou 10.000 funcionários trabalharem alinhados com princípios fazendo com que todos interpretem os problemas de forma parecida? A essência está no envolvimento direto dos executivos do topo da pirâmide em repassar a cultura da companhia em reuniões com os líderes, análises em conjunto de situações pontuais e instruções para os subordinados. Remadores olímpicos vencem uma prova não pela força individual, mas pelo alinhamento coletivo e cadência, exatamente como nas empresas, onde só um grupo homogêneo alcança bons resultados. Sozinho o líder eficiente não faz uma empresa vencedora.  Como fundador da Alterdata Software, tive contato com empresários de inúmeros segmentos e muitas vezes escutei o principal homem da companhia reclamar de seus subordinados sem perceber que, na verdade, a equipe estava sem rumo porque ele mesmo não mantinha contato direto com cada um para discutir os assuntos. Sem alinhamento, cada gerente interpreta problemas e os resolve do seu jeito, o que nem sempre corresponde aos valores da companhia.  O executivo precisa saber que por mais competentes que seus gerentes sejam, eles têm formas distintas de analisar e gerar ações. Eles precisam receber informações suficientes para tomarem decisões alinhadas com os valores da empresa. De outra forma eles não podem ser criticados. Por isso, sugiro algumas ações que podem mudar este panorama: 1) Realizar reuniões quinzenais com os líderes discutindo situações reais que exijam decisões fortes. O principal executivo da empresa deve estar presente para que todos conheçam a forma de pensar e agir dele. Neste momento, assim que um dos líderes apresentar um caso, o executivo não deve decidir de imediato, mas fazer o grupo pensar na melhor solução. 2) É importante que os líderes tenham em seu departamento listas atualizadas priorizando as urgências. O executivo deve, eventualmente, analisar estas listas para saber se os gerentes as classificam corretamente segundo os princípios da empresa. 3) O proprietário da empresa deve deixar as pessoas decidirem. Psicologicamente falando, todos aprendem com os
  27. A modernização e a inovação dos sistemas e métodos são essenciais para o crescimento de todas as empresas. Mas para que haja uma reciclagem ou mudança em procedimentos contábeis, é fundamental que os gestores estejam dispostos a investir. No entanto, nem sempre isso é o que acontece, pois mudanças geram custos. Se você deseja continuar crescendo no mercado, saiba que estar atualizado é fundamental. Quer saber mais sobre a aplicação de algumas inovações no desenvolvimento de sua empresa contábil? Fique tranquilo! Neste post, nós explicamos nos mínimos detalhes o que você precisa saber sobre essa questão. Acompanhe: Atendimento online Algumas das ferramentas de comunicação mais utilizadas atualmente pela maioria das pessoas são as redes sociais. Por meio delas é possível fazer propagandas e contatar facilmente clientes de diferentes lugares, o que pode fazer o seu negócio no ramo contábil crescer. Alguns dos mecanismos de comunicação a serem utilizados são: Facebook; WhatsApp; Skype; Messenger. O uso dessas ferramentas com certeza vai chamar a atenção de novos clientes e o seu empreendimento se desenvolverá de maneira positiva. Site O acesso à internet, bem como o seu uso para oferecer produtos e serviços, vem crescendo a cada dia. Muitas pessoas leem artigos diariamente e entram em portais e páginas que lhes pareçam interessantes. Portanto, ter um site de contabilidade atualizado, que traga dicas sobre assuntos de gestão financeira, por exemplo, pode alavancar o seu negócio, além de tornar o nome da sua empresa contábil conhecido mundialmente. Tecnologia: uma das maiores inovações Uma das inovações essenciais a ser implementada em sua empresa de contabilidade é o uso da tecnologia. Todos os processos que antes eram manuais e realizados apenas nos papéis, hoje podem ser automatizados. Nesse sentido, a ferramenta mais utilizada é o sistema de gestão ERP, o qual atende a todas as expectativas em matéria de inovação. Eventos para aproximar-se de seu cliente O seu cliente é a parte mais importante de seu negócio, afinal, sem ele é impossível manter-se no mercado contábil. Por esse motivo, promova reuniões mensais para ver como estão os negócios dele. Verifique juntamente com ele se o seu escritório contábil está atendendo às suas expectativas quanto ao controle de impostos e demais serviços oferecidos. Um cliente satisfeito quase sempre lhe indicará para outras pessoas, essa é uma ótima maneira de fazer propaganda. Faça também demonstrações dos seus novos produtos, softwares e inclusive das inovações tecnológicas que estão sendo implantadas no seu estabelecimento. Dessa forma, o cliente se sentirá importante e notará que você busca satisfazê-lo, além de estar em constante
  28. Neste período do ano, a RAIS é a principal obrigação acessória que as equipes de departamento pessoal tem de entregar. Esta obrigação é importantíssima e requer um preenchimento cuidadoso para evitar qualquer erro, pois ele pode acarretar sérias consequências não somente em relação ao pagamento de multas por atraso ou retificação, mas principalmente ao trabalhador, informado-o com dados indevidos. Por conta desse risco, vamos aproveitar a reta final desta entrega para esclarecer alguns pontos importantes sobre a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).   Obrigados:   Estão obrigados a entregar esta declaração, a Relação Anual de Informações Sociais: Inscritos no CNPJ com ou sem empregados – o estabelecimento que não possuiu empregados ou manteve suas atividades paralisadas durante o ano-base está obrigado a entregar a RAIS Negativa; Todos os empregadores, conforme definidos na CLT; Todas as pessoas jurídicas de direito privado, inclusive as empresas públicas domiciliadas no país, com registro ou não nas Juntas Comerciais, no Ministério da Fazenda, nas Secretarias de Finanças ou da Fazenda dos Governos Estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica; Empresas individuais, inclusive as que não possuem empregados; Cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas; Empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base; Órgãos da administração direta e indireta dos governos federal, estadual ou municipal, inclusive as fundações supervisionadas e entidades criadas por lei, com atribuições de fiscalização do exercício das profissões liberais; Condomínios e sociedades civis; Empregadores rurais pessoas físicas que mantiveram empregados no ano-base; Filiais, agências, sucursais, representações ou quaisquer outras formas de entidades vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior. Ainda que a empresa não tenha  empregados no ano-base, deve ser entregue a RAIS na modalidade NEGATIVA, somente com informações cadastrais do estabelecimento.   Prazo:   O período de entrega desta declaração foi iniciado em 17 de janeiro de 2017 e vai até 17 de março de 2017, com as informações referentes a 2016. Não há notícias para prorrogação deste prazo, portanto para aqueles que não enviaram, devem fazer até esse prazo final para evitar multas e outros agravantes.   O Programa:   Para fazer a entrega da RAIS é necessário ter instalado o aplicativo para informar os dados, mesmo que estes sejam gerados pelo programa de departamento pessoal. Para isso, deve acessar  o  endereço http://www.rais.gov.br/sitio/rais_ftp/GDRAIS2016-1.2-Setup.exe para baixar e instalar o programa. Depois de preencher ou importar os dados, devem ser corrigidas as  inconsistências ou erros
  29. Por Ladmir Carvalho A carreira de sucesso é muito mais uma questão de comportamento adequado do que de conhecimento técnico. Pesquisas de neurociência têm evoluído muito no estudo do que acontece em nossas mentes – e alguns aspectos são bem claros: nosso cérebro divide-se em consciente e subconsciente. O lado consciente é comandado por nossa parte racional e controla as ações voluntárias, a exemplo da decisão que tomamos em determinada situação. O lado subconsciente nos leva a ações automáticas: é quando não pensamos, simplesmente agimos. Por exemplo, quando preparamos cuidadosamente um relatório para o nosso superior, é o nosso lado consciente que trabalha. Por outro lado, se um colega pede nossa ajuda quando estamos muito atarefados e simplesmente o destratamos, é o nosso subconsciente que age automaticamente. Para termos sucesso na carreira, precisamos de conhecimento técnico sobre a área de especialização, seja por informações adquiridas em cursos técnicos, faculdades, pós-graduações ou em outras fontes, mas muitas vezes isto apenas nos iguala a outros milhares de profissionais. O que fará a grande diferença?  O nosso comportamento diante dos desafios constantes. Serão as ações e reações que abrirão ou fecharão portas na nossa carreira profissional. A neurociência tem demonstrado que o diamante está no sistema de freios que existe em nosso cérebro, uma rede que inibe funções. É utilizado para controlar a ansiedade, impedir que gritemos com um colega ou evitar que se fale demais em uma reunião. Cada vez que você refreia determinado comportamento, está usando esse sistema. Um líder deve ter a capacidade de se adaptar a ambientes, pessoas e circunstâncias que se modificam constantemente. Precisa ser capaz de condicionar seu comportamento. Em determinadas situações você tem de inspirar, em outras há que ser duro ou contido e, para algumas, precisará estar concentrado. Não raro comento com minha equipe ou em palestras sobre a importância de termos hábitos regulares que formarão nosso comportamento diário de modo próprio. Por exemplo, se normalmente não somos bons ouvintes, precisamos criar o hábito de ouvir. É importante que você faça o “sacrifício” de ser diferente, se desenvolver para o momento em que um subordinado exponha um problema, você diga para si mesmo: não vou dizer nada até que ele termine. Quando digo “sacrifício”, quero dizer que criar um hábito é um exercício mecânico, chato, diferente, e que parece fora de propósito, mas que resulta finalmente em incorporar o que treinou. Mas, insisto, para alcançar
  30. O funcionamento das malhas fiscais é uma dúvida recorrente entre muitas pessoas — físicas e jurídicas. Mesmo os contadores mais experientes, às vezes, se enrolam nesse assunto. Por isso, buscar informações sobre o assunto é importante para todos que realizam operações financeiras que possam ser cruzadas pela Receita Federal, uma vez que elas podem sofrer graves penalidades, caso não consigam provar a origem lícita de seu dinheiro. Por essa razão, neste post, você verá o que é e qual a importância dos cuidados para evitar cair nas malhas fiscais. Confira! O que é a malha fiscal? Já que existem milhares de CNPJs ativos no Brasil, é uma missão impossível para a Receita Federal fiscalizar todas essas empresas. Então, o Fisco gera malhas fiscais por meio do montante de informações inseridas no SPED Fiscal. Assim, as malhas fiscais são contradições entre as informações que o contribuinte declarou e o que consta no banco de dados da RF. Isso significa que, quando alguma declaração é selecionada pela Receita, foi com base em padrões de incoerência. E, por meio disso, o Fisco pode informar aos contribuintes a necessidade de eles corrigirem alguma informação declarada. Caso o repasse de informações continue gerando divergência, o Fisco continuará gerando malhas sucessivamente. Quais são os tipos de malhas fiscais? Poucas pessoas sabem que existem dois tipos diferentes de malhas: fiscal e a de débito. Diferentemente da malha fiscal, a malha de débito se refere a alguma dívida do contribuinte com a Receita Federal referente a declarações ou a períodos anteriores e estas são selecionadas pelo Fisco. Quais são as diferenças entre ECD e ECF? ECD é uma sigla para Escrituração Contábil Digital e foi criada com finalidades fiscais e previdenciárias. Já a ECF, sigla para Escrituração Contábil Fiscal — mais trabalhosa e complexa — foi instituída para obtenção de informações referentes a todas as operações que possam ter influência sobre a composição e o valor devido da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). Os livros que fazem parte do envio digital da ECD são: Razão e Balancetes Diários; Diário; Fichas de Lançamento; Balanços. Por outro lado, as pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Real têm obrigação de fazer a escrituração digital do Livro de Apuração do Lucro Real — o Lalur. Já os demais contribuintes podem se valer de várias opções de informações para apuração da base de cálculo do IRPJ e CSLL. A ECF veio para substituir a Declaração de Imposto de Renda
  31. A garantia de informações confiáveis a empreendedores que precisam tomar decisões que impactam o crescimento da empresa depende muito de uma gestão financeira eficiente. Dessa forma, os executivos não mascaram a situação e encontram um cenário realístico a ser gerido. Para o melhor gerenciamento da sua empresa, sugerimos a realização de indicadores de desempenho organizacional, como vamos ver mais abaixo. O empreendedor nunca deve perder de vista a avaliação dos resultados de sua empresa. Com os indicadores de desempenho organizacional, torna-se viável realizar um breve diagnóstico da saúde financeira da empresa, conseguindo ter tempo para consertar pequenos desvios de rota. Confira os 7 indicadores de desempenho organizacional que a sua empresa deve acompanhar: Margem de Lucro Como um dos maiores objetivos da empresa é ter lucro, esse indicador sempre deve ser inserido na sua empresa para o acompanhamento das metas. A margem de lucro é calculada da seguinte forma: valor do produto/serviço menos o custo. Dessa forma, deve ser verificado pelo empreendedor o percentual utilizado pelo seu setor, pois esse indicador não é padronizado. A média para o setor de prestação de serviços é de 20%, enquanto para o varejo é de 4% sobre o total de vendas. Lucratividade A lucratividade é diferente da margem de lucro, não se deixe confundir. A lucratividade é calculada da seguinte forma: lucro líquido dividido pelo faturamento bruto mensal, tendo como resultado um valor percentual. Ele trata-se da referência mais relevante para se saber se o negócio é rentável ou não. Burn Rate Nada mais é que o caixa negativo da empresa, ele é calculado da seguinte forma: Total das despesas – faturamento = Burn Rate No início de todas as empresas é normal ocorrer o Burn Rate (ou também em épocas de crise), mas o empreendedor deve sempre acompanhar para que seu negócio não vá por água abaixo. Nível de endividamento O nível de endividamento deve ser acompanhado de perto, pois informa o quanto a empresa necessita de capital de terceiros. O nível de endividamento da empresa é calculado com os dados contidos no Balanço Patrimonial, dividindo-se o total do Passivo (as dívidas com empréstimos, contas a pagar e obrigações com fornecedores, por exemplo) pelo total do Ativo. Months Of Cash Left (tempo de dinheiro restante) Esse indicador informa quanto tempo ainda você terá o seu capital inicial. Assim, você pode planejar a prospecção de mais clientes para geração de lucro suficiente para manter o seu negócio. O cálculo é realizado da seguinte forma: Capital remanescente
  32. Ser o síndico de um condomínio é uma tarefa difícil e desgastante, principalmente se você não possui uma lista de atividades para orientar o seu trabalho. Afinal, o síndico é o responsável não só pelo dia a dia do condomínio, como também por administrar os funcionários e ainda garantir o bem-estar de todos os moradores. Por isso, a administração de condomínio é um grande desafio para quem assume essa responsabilidade. Para ajudar você nessa missão, no post de hoje, preparamos um checklist para você realizar uma administração eficiente no prédio. Confira! Tarefas diárias Conversar com o zelador para conhecer as reclamações e sugestões dos condôminos; Conferir o estado dos jardins; Verificar o funcionamento das câmeras de segurança; Conferir se há obstruções nas saídas de emergência; Verificar o funcionamento do elevador e a limpeza das piscinas. Tarefas semanais Conferir o estado dos brinquedos no playground; Acompanhar a evolução de despesas como internet, água, luz, etc.; Verificar o estado das instalações hidráulicas. Tarefas quinzenais Providenciar a manutenção do jardim; Alternar o uso da bomba d’água; Realizar a limpeza dos ralos e grelhas de escoamento da água da chuva. Tarefas mensais Realizar o fechamento mensal das contas do condomínio e providenciar o envio dos boletos aos moradores; Cuidar pessoalmente dos casos de moradores inadimplentes; Fechar os balancetes de prestação de contas para enviar aos moradores; Fazer uma reunião com o conselho de moradores; Fazer a poda de limpeza do jardim; Lubrificar os portões eletrônicos; Verificar o estado e a instalação dos para-raios; Fazer a manutenção dos geradores; Solicitar a regulagem das sapatas de freio dos elevadores; Fazer a supercloração das piscinas, preparando-as para os períodos de maior uso. Tarefas bimestrais Rever os contratos de manutenção e fornecimento de serviços; Checar as condições de trabalho e segurança dos funcionários; Testar a bomba de incêndio; Fazer a verificação e manutenção das bombas de piscina; Verificar as baterias e instalações das luzes de emergência. Tarefas trimestrais Verificar e limpar as caixas de passagem de esgoto e água da chuva; Lubrificar as maçanetas; Verificar o estado das mangueiras anti-incêndio. Tarefas semestrais Acionar tubulações que não são constantemente usadas; Realizar a limpeza das caixas d’água. Tarefas anuais Cuidar da parte de impostos sobre o pagamento de funcionários; Verificar o pagamento da taxa anual de funcionamento dos elevadores; Realizar a renovação de contratos; Fechar a contabilidade do ano para apresentação em assembleia; Organizar a Declaração do Imposto de Renda
  33. Com a crise financeira pela qual o Brasil está passando, cresceu muito o número de clientes inadimplentes em todo o país. Com menos dinheiro circulando e a taxa de desemprego mais alta, as pessoas começaram a demonstrar dificuldades para honrar seus compromissos. E as empresas credoras precisam encontrar formas de trabalhar a redução da inadimplência dos seus clientes. Se você tem um escritório de contabilidade, ou trabalha em um, sabe o quanto é importante contar com consumidores que paguem seus compromissos em dia. Confira sete dicas para reduzir a inadimplência e manter o seu escritório saudável. 1. Crie uma política de cobrança O primeiro passo para criar soluções acertadas, que ajudem na redução da inadimplência, é elaborar uma política de cobrança que seja bem clara e ajude a estruturar esse processo. Por meio dela, você pode definir algumas questões importantes, como: formas de cobrança, possibilidades de negociação e ajuda jurídica, por exemplo. Essa estruturação norteia o processo para que seus resultados sejam mais eficazes. 2. Faça um controle dos recebimentos O fluxo de caixa é um controle crucial para compreender as movimentações de dinheiro na empresa. Entretanto, apenas ele não fornece uma visão clara de como está o grau de inadimplência. Portanto, além de fazer o acompanhamento dessa rotina, o ideal é controlar os recebimentos e compará-los com as vendas que foram realizadas. Isso permite que se saiba com mais precisão quais valores não estão sendo recebidos. Vale ressaltar que, para que o controle seja mais preciso, é necessário manter um registro por cliente, informando valores e datas, por exemplo. Essa medida é necessária para que se saiba quem está com débitos em aberto e qual é o tempo de atraso. 3. Aja preventivamente Atualmente, existem diversas ferramentas por meio das quais se pode saber qual é o histórico de pagamento de um cliente. Por mais que seja tentador receber uma nova proposta no seu escritório, é preciso tomar cuidado antes de fechar. Um consumidor mau pagador trará mais prejuízos do que lucros. Vá atrás dos órgãos de defesa do consumidor, do SPC e do Serasa para buscar informações sobre a atual situação do comprador. Caso ele já tenha sido cliente de outro escritório de contabilidade, procure saber sobre o seu histórico de relacionamentos no setor antes de fechar o negócio. 4. Reveja sua carteira de clientes O maior indicador de que algo pode não estar bem com a saúde financeira dos seus clientes é a sua
  34. Por Ladmir Carvalho A grande maioria das empresas acredita que clientes satisfeitos, dizendo que indicariam a respectiva marca, são garantias de fidelidade e faturamento alto, mas isso nem sempre é verdade. Como trabalho há quase 30 anos no desenvolvimento de softwares de gestão e administro a Alterdata Software, uma empresa com cerca de 30.000 clientes e aproximadamente 1.300 funcionários, acredito na gestão de forma matemática, e não apenas por sensibilidade. Sendo assim, empenho-me na busca por novos modelos de gestão que possam minimizar os erros de decisão, visto que a compreensão do que se passa na cabeça do cliente é um grande mistério a ser desvendado. Lendo um artigo na Harvard Business Review, escrito por Timothy Keiningham e outros pesquisadores, que se soma à experiência compartilhada pelo Walmart,  pude constatar que existe outra forma de medir o impacto desta fidelidade no faturamento da empresa. O Walmart fez um investimento gigantesco em 2008 nas lojas para melhorar a experiência dos clientes – o que aumentaria expressivamente a satisfação dos consumidores. O faturamento, contudo, não melhorou, gerando uma grande interrogação à época. Depois de muitos estudos, concluiu-se que certamente o público estava direcionando o respectivo orçamento a outros concorrentes, ou seja, havia algo a mais a exigir apreciação. Foi realizada uma pesquisa com 17.000 consumidores e “perceberam” que uma pessoa pode admirar a nossa empresa e a do concorrente ao mesmo tempo. Pode dizer que indica a nossa empresa, mas também pode recomendar a do concorrente, o que distorce sensivelmente as pesquisas tradicionais destinadas a identificar a fidelidade do cliente. O resultado foi a descoberta de que a classificação ranqueada de empresas está diretamente ligada ao volume de dinheiro nelas investido, ou seja, classificar as marcas concorrentes permite entender melhor a forma pela qual o consumidor distribui parte de sua verba pelos seus concorrentes. Não há como garantir que a satisfação dos clientes com a sua marca ou empresa represente, por si só, maior faturamento. Desta forma, instituir políticas de premiação baseadas nos indicadores tradicionais pouco refletirá no crescimento da empresa. Embora seja óbvio que não dê para avaliar o desempenho da marca como se ela existisse no vácuo, isto é exatamente o que a maioria dos gestores faz ao medir a satisfação do cliente ou usar outros indicadores com base unicamente na percepção que o cliente tem da marca. O estudo demonstrou que é importante pesquisar comparando marcas ou produtos de forma ranqueada. Isso quer dizer que,
  35. Anualmente, milhares de novos negócios surgem no Brasil, mas poucos deles conseguem sobreviver às oscilações próprias do empreendedorismo. De fato, gerir uma empresa é uma atividade de risco, e exige mais que apenas um sonho de sucesso. Para que uma empresa dê certo e se mantenha firme no mercado — a despeito das crises ou da instabilidade do cenário econômico — vários fatores concorrem entre si. Mas a seriedade, o profissionalismo e a organização são essenciais para o êxito de qualquer atividade empresarial. Por isso, para ter o êxito esperado, não basta contar com a sorte. É preciso possuir planos concretos, e pensar na melhor forma de executá-los. É preciso saber lidar com as adversidades, reconhecer as deficiências próprias da organização e também os seus pontos fortes. Em outras palavras, é preciso montar planejamento estratégico. Mas como fazê-lo? Bem, é sobre isso que falaremos neste post. Então, continue lendo e confira estes 6 passos de um planejamento estratégico de sucesso para implementar no seu negócio! 1. Estabeleça metas tangíveis O primeiro passo para um planejamento eficaz é o estabelecimento das metas que o empreendedor deseja alcançar com o negócio. E não são quaisquer metas: para que cumpram a sua função no planejamento estratégico, é preciso que sejam tangíveis, factíveis. Isso porque elas têm importante papel no desfecho empresarial. Se, por um lado, elas funcionam como uma espécie de bússola para o empreendedor, por outro auxiliam na motivação da equipe de colaboradores. Além de serem o pilar central de todo o planejamento estratégico da empresa. A partir das metas é que serão desenvolvidas e ganharão corpo as outras etapas do planejamento, como a definição das estratégias para alcançá-las, a apuração dos resultados obtidos, a correção de desvios etc. 2. Faça uma análise interna Agora que você já sabe onde quer chegar, está na hora de avaliar o aparato que possui. Verifique quais são as forças e fraquezas do seu negócio e, a partir dessa análise, priorize os pontos fortes e busque corrigir os desvios. Se, por exemplo, a sua empresa possui uma equipe desmotivada, é hora de pensar em mecanismos para promover mais entusiasmo no pessoal. E veja que ainda não estamos falando de estratégias, propriamente ditas, mas de tornar o seu ambiente interno o mais capacitado possível para o sucesso. Afinal, nenhuma empresa pode prosperar sem colaboradores engajados. Por outro lado, se o forte da sua equipe é o atendimento
  36. A Alterdata foi fundamental na minha vida, em 2005, pois eu criava sozinha dois filhos em idade escolar, e a empresa era minha única fonte de renda. Foi uma oportunidade de suma importância naquele momento. Aqui, aprendi muito – sempre um pouco com cada funcionário. Eu entendo um pouquinho de cada setor pelo tempo que estou aqui e pelas amizades que construí ao longo desse período.   Em 12 anos eu cresci tanto pessoal quanto profissionalmente. Adquiri conhecimentos importantes para a minha vida e não imaginava que hoje estaria integrada a todas as redes sociais e realizaria transações financeiras pelo celular ou computador – diferente da Analice que chegou aqui e mal sabia mexer no celular.   É muito bom trabalhar com a diversidade de profissionais porque você aprende a respeitar a liberdade de cada um, é um enorme aprendizado. Eu sempre procuro tirar o melhor da relação com essa variedade de culturas.   Meu maior sonho é ver meus filhos trabalhando aqui.   Sobre a campanha #FeitadeGente: Quando a Alterdata nasceu em 1989, o pilar central definido como diretriz da empresa foi: manter um excelente relacionamento com clientes e equipe.   Depois de 27 anos, 1.300 colaboradores, 30 mil clientes e mais de 85 bases pelo Brasil, o pilar continua o mesmo, provando que antes de sermos empresa, somos pessoas que desenvolvem e oferecem soluções a pessoas.   Mais importante que faturamento, é entender que os colaboradores não são robôs e nem o Chaplin em “Tempos Modernos”. São, sobretudo, humanos. É importante ter empatia, compreendê-los e desenvolvê-los – isto é a chave da gestão de pessoas.   O maior investimento da Alterdata é em tecnologia humana! Alterdata Software, uma empresa #FeitadeGente.
  37. Em um mercado cada vez mais competitivo, saem na frente as empresas que apostam na inovação como forma de resolver seus próprios problemas e crescer. Identificar gargalos que prejudicam processos de gestão e as vendas de serviços e produtos, ter acesso a informações importantes para a tomada de decisão e buscar a integração dos setores da empresa são alguns dos desejos dos gestores de qualquer ramo de negócio. O que não é realidade em todas as empresas é que esses objetivos podem ser atingidos com o auxílio de um bom sistema de ERP (Enterprise Resource Planning, na sigla em inglês), que pode ser personalizado conforme as necessidades específicas do seu negócio. Neste artigo vamos falar sobre a importância da integração dos setores de uma empresa por meio de um sistema ERP e suas vantagens. Boa leitura! Por que buscar a integração dos setores da sua empresa? Cada equipe tem um ritmo e um trabalho diferente: o pessoal do financeiro, vendas, comercial, estoque, contabilidade, produção, marketing, recursos humanos, etc. Cada um trabalha separadamente, mas para que uma empresa dê certo é preciso que esses setores estejam afinados entre si. As informações e os dados gerados por cada departamento contam um pouco sobre a rotina da empresa e um gestor só consegue ter controle sobre o que acontece em cada setor se essas informações estiverem integradas e ao seu alcance a qualquer hora. Identificando os gargalos de seu negócio O ERP integra diversos softwares para automatizar processos de gestão na tela de seu computador. A alternativa a esse sistema é o velho método manual: exigir relatórios detalhados aos chefes de cada setor e cruzar os dados obtidos. Um processo cansativo e demorado. O sistema automatizado otimiza o tempo gasto com esse procedimento. Uma análise atenta dos dados mostrados em seu ERP é capaz de te ajudar a tomar decisões e identificar gargalos que precisam ser corrigidos. Se o setor de produção apresenta boa produtividade e o de vendas tem cumprido suas metas, por que as finanças não acompanham o ritmo? O sistema de gestão automatizado pode ajudar a identificar esses cenários em um menor tempo. Reduzindo as falhas Outra vantagem do sistema ERP é a redução de falhas. A automação de alguns processos evita erros que, sem dúvida, seriam cometidos caso eles fossem feitos de forma manual. Um exemplo clássico é um erro de cálculo que pode comprometer todo o andamento de um trabalho na
  38. A instabilidade econômica é uma realidade presente em todos os segmentos. Esse problema exige que nos adaptemos à crise no mercado de imóveis, não se rendendo ao fracasso, mas adotando uma postura mais realista e assumindo o papel de gestores estratégicos no negócio. Somente dessa forma, apresentaremos soluções estratégicas que permitam que a empresa passe por essa turbulência sem afundar o barco. Acompanhe este post e conheça as melhores ações para que a sua imobiliária não perca boas chances de vendas! 1. Ofereça a oportunidade certa para os seus clientes Em tempos de crise, corretores de imóveis terão mais dificuldade de fechar bons negócios devido à baixa procura por imóveis. Levando isso em consideração, as imobiliárias deverão ser mais flexíveis e proativas para apresentar opções que caibam no bolso do cliente e que atendam da melhor maneira possível suas reais necessidades. 2. Tenha parceiros de outras corretoras de imóveis Uma das mais eficazes regras de sobrevivência é ter bons aliados, e no mercado de imóveis não seria diferente. Estude a possibilidade de fechar acordos vantajosos — e, acima de tudo, justos — com outras imobiliárias, deixando claro como funcionará a parceria e quais as margens de comissão de cada umas das partes. Apesar de não garantir 100% do ganho, você terá mais chances de fechar negócios e sair do vermelho. 3. Torne sua venda mais atrativa Deixe os proprietários dos imóveis que você vende a par da situação do mercado imobiliário e tente convencê-los de que baixar os valores pode facilitar o fechamento do negócio mais rapidamente. Adotando essa medida, haverá mais possibilidade de oferecer preços mais atrativos. 4. Incentive o uso do FGTS Muitas pessoas que sonham com sua casa própria talvez não saibam como utilizar seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para dar a entrada no imóvel. Aí mora uma grande oportunidade para o corretor fechar a venda com sucesso. Informe aos seus clientes como funciona o processo e os incentive a utilizar o FGTS para concretizar essa conquista em tempos de turbulência econômica. 5. Utilize as mídias sociais para vender A tecnologia é muito eficiente no processo de compra e vendas de imóveis, sendo o Facebook uma das melhores plataformas virtuais de divulgação de serviços. Por que não investir nessa estratégia? Crie uma página e convide as pessoas a curtirem suas publicações, aproveitando para destacar sua imobiliária e as ofertas mais recentes, prospectando possíveis compradores de casas, apartamentos ou
  39. Alterdata Explica: o que é DIMOB e como declarar Estamos em um período no qual temos várias obrigações acessórias que são entregues, e uma delas é a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias – DIMOB, que é exigida pela Receita Federal do Brasil.  Esta declaração contempla informações de receitas auferidas com transações imobiliárias, inclusive de aluguéis.   Mas vejamos abaixo cada ponto importante que deve ser observado. São obrigados a  esta entrega as pessoas jurídicas e equiparadas que:   Comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim; Intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis; Realizarem sublocação de imóveis; Constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.   Para as pessoas jurídicas e equiparadas que não tenham tido movimentação de operações imobiliárias  no de 2016,  ficam dispensadas desta entrega. Para a entrega, deve ser observada que a mesma é centralizada na matriz e também que operações de construção, incorporação, loteamento ou intermediação de aquisições/alienações devem ser declaradas no ano em que foram contratadas. Já para os pagamentos de aluguéis, discriminados mês a mês, independem do ano em que foram contratados.   O Programa:   A DIMOB pode ser gerada diretamente do aplicativo de gestão imobiliária ou digitada diretamente dentro do aplicativo da Receita Federal.  Mas em todos os casos será necessário ter o aplicativo instalado para validação ou digitação, para a partir dele encaminhar a declaração à Receita Federal. A última versão é a 2.5. Para baixar o aplicativo atualizado basta acessar o caminho: http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/dimob-declaracao-de-informacoes-s-atividades-imobiliarias/programa-gerador-da-dimob-pgd   Prazo:   O prazo de entrega é até o último dia útil de fevereiro, portanto até o dia 27/02/2017, as 23:59. Para fatos ocorridos após 2010 é obrigatória a informação a assinatura digital, exceto para empresas optantes pelo simples nacional.   Penalidades:   Segundo a Receita Federal do Brasil,  a apresentação após o prazo ou que contenha erros ou omissões acarreta as seguintes punições:   I – por apresentação extemporânea: a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional; b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas; c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;   II – por não cumprimento
  40. Novas tecnologias estão promovendo diversas mudanças no mercado de trabalho. Um setor afetado por essas inovações é o de contabilidade. Ao utilizar novas ferramentas, por exemplo, seu escritório vai ter uma comunicação mais eficiente e poder atender melhor aos clientes. Para esclarecer os impactos da inovação tecnológica em escritórios contábeis, vamos mostrar como empreendedores do ramo estão buscando um futuro mais tecnológico e como essas novas tecnologias facilitam o dia a dia nos escritórios: Relacionamento com o cliente e inovação tecnológica É fundamental ter uma relação estreita com clientes, prestando um excelente atendimento. Reuniões mensais podem ser um ótimo passo para alinhar ideias e criar uma sintonia entre prestador de serviço e contratante. Seguindo esses passos, você vai aumentar a satisfação deles, alinhar-se melhor às suas necessidades e, por consequência, fidelizá-los. Uma forma de melhorar seu contato com clientes é utilizar ferramentas gratuitas de comunicação de vídeo, como Skype e Google Hangouts. Além disso, você pode criar canais nas redes sociais para ouvi-los, informá-los e responder comentários. Capacitação do time A boa gestão de pessoas é importante para que seus funcionários continuem motivados. Existem diversas plataformas de capacitação online que podem ser utilizadas por funcionários. Assim você pode acompanhar o desenvolvimento e empenho de cada um. Capacitando sua equipe, você pode definir melhor e até explorar outras competências daqueles que têm perfis mais versáteis. Marketing digital A internet tem um enorme potencial e você precisa aprender a explorá-lo para desenvolver sua empresa. Você pode criar um site, um blog e uma fan page com o foco no seu público-alvo. Essas são ótimas formas de fidelizar e criar vínculo com seus clientes. Se você alimenta o blog com artigos de dicas, por exemplo, pode virar referência no mercado! Há também redes sociais como Twitter, Facebook, LinkedIn e Slideshare, nas quais também é possível divulgar materiais de diversos formatos, como vídeos institucionais e eventos! Como guardar as informações do escritório e do cliente Utilizando o armazenamento em nuvem, você pode armazenar diversos arquivos da sua empresa e de seus clientes de forma segura sem preencher todo o espaço do HD. Imagine se a memória do seu computador estragar e você perder tudo? Na nuvem, você e seu cliente não correm esse risco! Algumas boas ferramentas para isso são o Dropbox e Google Drive. Atue como consultor de negócios Mensalmente, você pode analisar os níveis em que seus clientes estão. Para levantar dados importantes de performance econômica, por
  41. O crescente avanço tecnológico tem proporcionado novas e poderosas ferramentas para efetuar gestão empresarial, sobretudo por meio dos softwares capazes de gerar análises estatísticas de relevância inestimável para a otimização dos processos da empresa. Neste artigo, você vai encontrar dicas sobre como ser mais estratégico no seu dia a dia, quais são as novas metodologias de gestão de dados disponíveis no mercado e como realizar seu trabalho de forma eficaz e eficiente. Continue lendo e descubra como otimizar o processo produtivo e a gestão da sua empresa! Aposte no macrogerenciamento A gestão centralizada da empresa permite que sejam estabelecidas relações entre dados originários dos diversos setores, o que consiste em uma importante ferramenta na otimização dos processos da empresa. Essa integração pode ser feita por meio de softwares de gestão empresarial capazes de realizar uma análise detalhada dos números de toda a companhia. A partir daí, eles podem produzir dados altamente relevantes para o aperfeiçoamento do processo produtivo e para a harmonia entre os diferentes departamentos. Pense a longo prazo Você precisa dar prioridade àquilo que é estratégico, e não apenas ao que gera efeitos imediatos. Uma especialização, por exemplo, pode demandar mais tempo e dedicação da sua parte, mas pode gerar mais benefícios a longo prazo do que um curso de línguas, por exemplo. É preciso ter foco e visão no futuro, estabelecendo uma espécie de cronograma de metas pessoais a serem alcançadas a curto, médio e longo prazo. Refletir sobre onde e com quem você quer estar daqui a 10 anos, por exemplo, pode ajudá-lo a determinar as etapas que precisa vencer e atingir suas metas. Tenha ciência dos números da empresa Conhecer os números da empresa consiste em saber detalhadamente quanto foi gasto, investido e produzido em cada um dos setores, além de ter clareza sobre o inventário, ou seja, todo o capital ativo corrente da empresa. Somente a partir do conhecimento detalhado e da análise minuciosa desses dados, comparando o desempenho em cada um dos setores da instituição, será possível traçar as estratégias de otimização do processo produtivo de um negócio. Defina seus objetivos Para traçar suas metas, você vai precisar recorrer ao bom e velho planejamento estratégico anual. Nesse planejamento, delimite os seguintes pontos: Missão da empresa; Objetivos estratégicos; Objetivos táticos; Objetivos operacionais; Orçamento empresarial. Ferramentas digitais como os softwares de gestão contábil têm transformado a forma como as empresas administram seus dados. Isso porque
  42. A automação de processos já é uma realidade em muitas áreas. E a contabilidade não fica por fora dessa tendência que, muitas vezes, se traduz em melhorias e ganho de produtividade. Diariamente, um grande número de dados e informações circulam nos escritórios de contabilidade em forma de trocas de mensagens entre clientes, empresas e governos. Uma pesquisa do consultor Roberto Dias Duarte, em 2014, revelou que 54% das empresas da área usam sistemas informatizados e importam, de forma eletrônica, a maior parte dos dados dos clientes. O mesmo estudo constatou, porém, que apenas 11% investem em tecnologia para gerenciar o relacionamento com o cliente. Documentos digitais O contexto do segmento contábil já é bastante digitalizado e a maioria dos documentos físicos tem seu correspondente digital: de boletos aos extratos bancários, passando por notas fiscais, comprovantes de depósito e similares. Estamos avançando na era digital e precisamos de processos mais eficientes. Nesse cenário, é fundamental dedicar um tempo para pensar em estratégias e ações para levar seu escritório a esse patamar. Confira algumas ações que vão ajudá-lo a ficar em dia com essas tendências: Automação de processos manuais A tendência é que os escritórios contábeis adotem cada vez mais o meio digital e assumam a tecnologia como fator estratégico. É um investimento com retorno garantido que ajuda a reduzir custos, erros e retrabalhos, melhorando o uso do tempo e aumentando a produtividade, além de trazer segurança, agilidade e organização aos processos. Essa automação facilita, ainda, a conferência e o arquivamento dos documentos digitalizados. Outra necessidade dos escritórios de contabilidade é o gerenciamento das suas atividades para priorizar tarefas e não perder datas de entrega — de preferência com recursos colaborativos — para que seja possível interagir com o cliente, enviando informações pertinentes. Uso de certificado digital A segurança das informações trocadas no ambiente virtual é fundamental e, embora o uso da certificação digital não seja uma exigência para todos os casos, sua importância tem crescido. Entre os documentos que já são assegurados pelo uso de certificado digital, estão o reconhecimento de firma, o envio de declarações, as transações online, a validade jurídica de documentos eletrônicos e a assinatura de notas fiscais. A automatização desse processo, além de dar mais segurança aos clientes, tira do escritório uma atividade manual. Com isso, a economia de tempo, a diminuição de custos e o aumento da produtividade virão naturalmente. Relacionamento com o cliente A tecnologia
  43. Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte, ou simplesmente DIRF. DIRF é uma obrigação acessória anual para declarar pagamentos efetuados a outras pessoas, sob as quais tenha incidido a retenção do imposto de renda retido na fonte, mesmo que somente em um mês. Assim, nesta declaração há uma listagem de tais pagamentos, que dependendo da quantidade e da origem, pode ser bastante extensa e complexa. Para entender melhor, precisamos observar alguns pontos importantes:   Obrigatoriedade: Na lista de obrigados a declarar valores desde que tenha havido retenção, por conta de pagamentos ou créditos de rendimentos, estão:   a) estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliadas no Brasil, inclusive as imunes ou isentas; b) pessoas jurídicas de direito público, inclusive os fundos públicos de que trata o artigo 71da Lei n° 4.320/1964; c) filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; d) empresas individuais; e) caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores; f) titulares de serviços notariais e de registro; g) condomínios edilícios; h) pessoas físicas; i) instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos; j) órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário; k) candidatos a cargos eletivos, inclusive vices e suplentes.   É necessário considerar que em pagamentos feitos de pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, em geral, há retenções de Imposto de Renda, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, Pis/Cofins.  Ainda que somente algum destes tributos tenha ensejado a retenção, é obrigatória a entrega da declaração.   As exceções ficam por conta dos candidatos a cargos eletivos, inclusive vices e suplentes, ainda que não tenha havido retenção.  Da mesma forma, estão igualmente obrigadas as entidades que constam desse rol, por conta da realização dos Jogos Olímpicos (RIO 2016):   a) o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 (RIO 2016); b) as entidades nacionais e regionais de administração do desporto olímpico; e c) as seguintes pessoas jurídicas, estabelecidas no Brasil, em caso de contratação de pessoas físicas, com ou sem vínculo empregatício, conforme previsto no inciso IIdo artigo 3°da Lei n° 12.780/2013: I – o Comité International Olympique (CIO); II – as empresas vinculadas ao CIO; III – o Court of Arbitration for Sport (CAS); IV – a World Anti-Doping Agency (WADA); V – os Comitês Olímpicos Nacionais; VI – as federações desportivas internacionais; VII – as empresas de mídia e transmissores credenciados; VIII – os patrocinadores dos Jogos Olímpicos de 2016 e dos
  44. Apesar da crise atual que já tomou conta do mercado imobiliário, esse ainda pode ser um ótimo momento para o corretor de imóveis aproveitar oportunidades e vender mais. No nosso artigo, vamos mostrar como é possível continuar vendendo durante a crise e como esse período pode ser positivo para rever a sua forma de atuação profissional. Confira: Atualização profissional Para continuar atingindo os resultados que você deseja, será necessário repensar algumas atitudes. E para mudar, é necessário investir em capacitação, em desenvolvimento profissional e em atualização constante. Corretores que trabalham de forma antiga, “quadrada”, vão perder espaço no mercado imobiliário. Comprometimento com resultados É fundamental estar comprometido com resultados, principalmente para realizar sonhos. É responsabilidade de um bom corretor de imóveis estar constantemente atento aos anseios do mercado e de seus clientes. Foco no cliente A satisfação dos clientes é essencial para vender mais durante a crise. Portanto, você deve descobrir quais são as principais necessidades deles para que possa atendê-las. Ou seja, foco no cliente. Há diversas formas de se aproximar mais dos seus consumidores, como a utilização de aplicativos de mensagem e ferramentas gratuitas. Com uma relação mais próxima, você poderá compreender melhor as demandas e superar as expectativas deles. Mercado O mercado imobiliário vai continuar crescendo de forma sustentável e cíclica. Ou seja, as pessoas vão continuar investindo em imóveis. Cabe a você descobrir quem está comprando, onde essas pessoas costumam procurar imóveis e aproximar-se dos possíveis clientes! Venda sonhos Um cliente não quer comprar apenas um produto, mas sim um conjunto de qualidades e ideias. Você deve trabalhar em cima disso para ter alguns insights mais valiosos. É fundamental pensar além e buscar novas perspectivas sobre o seu produto. Ofereça ao seu cliente um tour virtual pelo apartamento, simule uma decoração, crie um blog com conteúdos relevantes. Ajude seu cliente a tomar a decisão e buscar uma mudança — de vida e de casa! Inovação O corretor não deve se preocupar apenas em cumprir tarefas e vender um imóvel ou apartamento, ele deve estar atento aos novos cenários possíveis de atuação. Pense fora da caixa e se organize de forma inovadora. Agregue valor Em épocas de crise, muitas pessoas vão reclamar do preço de um determinado imóvel e talvez esse fator torne uma venda mais difícil. Portanto, se arme com diversos argumentos antes de encontrar ou fazer algum tipo de contato com um cliente. Assim você vai poder
  45. Alterdata, uma empresa #FeitadeGente apresenta: Jeniffer Christine, Aprendiz do Setor de Marketing. É muito gratificante estar fazendo parte de uma empresa acolhedora que está sempre em crescimento, buscando o melhor para seus clientes e colaboradores, sempre influenciando todos a alcançarem seus objetivos. Desde o início fui bem acolhida por minha equipe, recebendo incentivos para meu crescimento pessoal e profissional. Me sinto realizada em estar na Alterdata. Fazer parte da sua evolução tornou-se um prazer em minha vida.   A Alterdata sempre investiu no bem-estar de seus colaboradores, pois sabe que a empatia faz diferença. O maior investimento da Alterdata é em tecnologia humana.
  46. Muitos profissionais da contabilidade já entendem a importância da tecnologia para o trabalho nessa área, mas ainda não fazem uso das úteis ferramentas tecnológicas que estão disponíveis no mercado. No post de hoje, vamos descobrir como elas podem auxiliar na decolagem de sua empresa contábil. Por que usar ferramentas tecnológicas para fortalecer uma empresa contábil? Bem, estamos em um mundo tecnológico, certo? Então, se tudo, dos táxi às comunicações, se transforma e evolui, por que a contabilidade ficaria de fora desse processo? É exatamente nesse sentido que devemos pensar a questão das ferramentas tecnológicas. Se você tem uma empresa contábil, precisará utilizar recursos como Tecnologia da Informação e de Sistemas para otimizar o uso de dados e informações, sempre preservando a segurança desses dados. Esses processos têm, felizmente, mudado a mentalidade de empreendedores dessa área, que, finalmente, estão percebendo como a tecnologia vem para agilizar seus processos e dar mais dinamismo ao trabalho, minimizando riscos de erros e equívocos a respeito da escrituração e da cobrança de impostos, por exemplo. Como ferramentas tecnológicas podem contribuir para isso? Há uma série de benefícios resultantes da aplicação de ferramentas tecnológicas em uma empresa contábil. Confira os mais relevantes a partir de agora. Superar desafios O trabalho com contabilidade é muito desafiador e as razões são as mais diversas: seja porque a legislação tributária brasileira é extremamente complexa e cheia de meandros, seja porque os dados são inúmeros e qualquer inexatidão pode levar um cliente a ter problemas sérios — que podem levar a processos, sanções e até perda do direito de operação do negócio. Com esse contexto rotineiro, como superar essas dificuldades e fazer um bom trabalho? Com as ferramentas tecnológicas, claro! Atualmente, existem sistemas que são responsáveis por unificar todos os dados existentes. Dessa forma, é possível ter o acesso às diversas origens de dados, permitindo que todas estejam unidas em um só dispositivo. Assim, apenas o sistema precisará de acompanhamento, sem a necessidade de realizar uma busca em múltiplos suportes. Isso melhora as condições de trabalho dos contadores. Otimizar o tempo Pela mesma razão citada anteriormente, há uma evidente eliminação de etapas de processo de coleta de dados, o que gera uma grande otimização do tempo, levando o líder da empresa contábil a ter muito mais tempo para pensar em estratégias, posicionamentos e soluções para o público-alvo. Além disso, os colaboradores ficam muito mais felizes no trabalho. Melhorar a relação
  47. A necessidade de automação e otimização dos processos já não é nenhuma novidade para se alcançar uma gestão eficiente dos negócios. Aliado a isso, a implementação de sistemas ERP têm sido cada vez mais frequentes, uma solução inovadora que possibilita a remodelação e o aperfeiçoamento da forma como as informações e dados são gerenciados. Mas você sabe o que é um ERP? Como ele funciona? Quais as vantagens para sua empresa? Acompanhe nosso post abaixo! O que é um Sistema ERP? Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (do inglês, Enterprise Resource Planning – ERP) é uma plataforma de software que integra a empresa. Em outras palavras, um ERP utiliza um mesmo banco de dados para gerir todo o fluxo de informações produzidas pelos mais diversos setores da organização. O ERP é um sistema que integra os dados e processos de vários departamentos da empresa, facilitando a automação e o armazenamento de todas as informações do negócio num só lugar. Assim, o gestor não precisa acessar as inúmeras planilhas e relatórios gerados pelos departamentos, o ERP unifica empresa as informações e possibilita acompanhar em tempo real as diversas transações realizadas e demais tarefas. Com funciona Um sistema ERP é dividido em módulos integrados entre si, a partir de uma única base de dados. Assim, o gestor pode ter uma visão departamental (Contábil, financeiro, estoque, faturamento, etc.) e por segmento (as particularidades e especificações gerais do papel que os setores exercem dentro da organização) da organização. Cada módulo contempla uma área da empresa, permitindo que seja customizado conforme as particularidades e necessidades do negócio. Assim, é possível implementar novos módulos conforme a empresa cresce e requer novas adequações. O grande diferencial de um sistema ERP é que os processos administrativos, operacionais e de produção passam a ser consolidados em um único ambiente, através de módulos integrados. A troca de informação instantânea permite ganho de produtividade e, ao mesmo tempo, gera um fluxo de dados seguro e eficaz. Vantagens de um sistema ERP Escalabilidade Todo negócio que tem a visão de crescer e ter vantagem competitiva necessita investir em um diferencial. A implementação de um Sistema ERP possibilita que a empresa possa expandir sua base de dados conforme o crescimento do negócio. Por exemplo, hoje pode ser que a empresa tenha um baixo fluxo de estoque, mas daqui a algum tempo o número de clientes pode aumentar e é necessário um sistema que comporte um
  48. Foi publicada hoje a aprovação o Programa Gerador do Imposto de Renda Retido na Fonte 2017 (PDG DIRF2017). O programa já pode ser obtido no site da Receita Federal, clicando aqui. Além disso, o prazo de entrega da DIRF2017 se encerra às 23h59min59s do dia 27 de fevereiro de 2017. Base legal: IN RFB nº 1.686 de 26 de janeiro de 2017 (Publicada no DOU de 27/01/2017).
  49. A busca por produtividade é um dos maiores desafios enfrentados por empresários e gestores. Afinal, administrar uma empresa exige muita organização, persistência e conhecimento técnico e gerencial. Você encontrará no material os seguintes tópicos: A importância da administração do tempo Matriz de gerenciamento do tempo Dicas para utilizar melhor o próprio tempo   Acesse o material clicando aqui!
  50. Diante de tamanha responsabilidade e do grande volume de tarefas que acumulam, os escritórios contábeis têm buscado maneiras de aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, manter ou aprimorar a qualidade do serviço que oferecem. Preparamos este guia para você entender quais medidas são essas e como podem ser aplicadas em seu escritório contábil. Motivação da equipe; Automatização dos processos manuais; Invista em tecnologia; Invista em capital intelectual; Trabalhe segmentos específicos. Clique aqui e acesse o material!
  51. Artigo escrito pelo Setor de Inteligência Fiscal da Alterdata Software   Obrigatoriedade   Para este ano, estão obrigadas a entregar a ECD referente aos fatos contábeis de 2016: As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real; As pessoas jurídicas imunes e isentas obrigadas a manter escrituração contábil, quando: a) apurarem Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins, Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta, e Contribuição incidente sobre a Folha de Salários, cuja soma seja superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais) em qualquer mês do ano-calendário a que se refere a escrituração contábil; ou b) auferirem receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios e ingressos assemelhados, cuja soma seja superior a R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais) no ano-calendário a que se refere a escrituração contábil, ou proporcional ao período; As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido que não adotam o Livro Caixa. As Sociedades em Conta de Participação (SCP) enquadradas nas hipóteses previstas acima devem apresentar a ECD como livros próprios ou livros auxiliares do sócio ostensivo.   Para as demais pessoas jurídicas é facultada a entrega.   Prazo Deve ser entregue anualmente, sendo encerrado o prazo às 23h59min59s do último dia útil do mês de maio do ano seguinte ao ano-calendário.   Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECD deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras até o último dia útil do mês subsequente ao do evento, exceto se ocorridas de janeiro a abril, quando o prazo será até o último dia útil do mês de maio do ano de ocorrência.   Penalidades A falta de entrega da ECD nos prazos, ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, acarreta aplicação das multas previstas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, sendo: Por apresentação fora do prazo a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido.   b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas.   Reduzida à metade, quando a entrega da ECD ocorrer antes de qualquer procedimento de ofício.   Por apresentação com informações inexatas, incompletas ou omitidas a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do
  52. Neste artigo tratamos de esclarecer as principais vantagens de implementar o processo de integração das informações da sua empresa. Além do que, abordamos as ferramentas digitais e softwares de gestão que permitem realizar essa fusão de dados através da qual são colhidas as informações necessárias para otimizar os processos. A implementação dessas ferramentas pode proporcionar grandes vantagens para seu negócio, desde que seja efetuada tendo como base as necessidades deste. O mecanismo de integração dos dados deve envolver no mesmo conjunto elementos de diversos setores, como administração, vendas, marketing, contabilidade, compras, RH, entre outros. 1. Vantagens de realizar a integração das informações Por meio do processo de integração dos dados dos diversos setores e processos da empresa, torna-se possível o acesso a informações riquíssimas que servem como base para otimização de diversos fatores. Entre os principais benefícios trazidos por esse cruzamento de dados são: Acaba com a necessidade de realizar manutenção em diversos sistemas; Padroniza o procedimento; Reduz custos de treinamento; Reduz tarefas refeitas e outras falhas; Esclarece a real situação da empresa; Diminui ruídos na informação; Otimiza, de forma geral, os diversos processos da empresa. O profissional de contabilidade atualmente precisa estar diretamente ligado ao processo de tomada de decisão e estratégias da empresa. A eficácia da tomada de decisão se dará (ou não) por meio da integração das informações entre os dados oriundos dos diversos setores. Manter diversos sistemas separadamente não apenas gera necessidade de muito mais trabalho de manutenção, como se mostra muito menos eficiente e eficaz no sentido de traças as estratégias necessárias para a empresa. A disparidade entre dados de setores distintos é um exemplo do tipo de desencontro e incapacidade desse tipo de gestão de dados. 2. Tomada de decisão O mercado de trabalho contemporâneo tem uma heterogeneidade característica que, apesar de benéfica no sentido do dinamismo, exigem a criação e adoção de novas ferramentas e métodos de trabalho que permitam atingir as metas estabelecidas no menor tempo possível. É nesse sentido que a integração de informações dos diversos âmbitos da empresa se faz essencial, pois sem o auxílio desses softwares a análise e interpretação dos dados seria humanamente impossível. Aplicadas na prática, essas informações têm a capacidade de otimizar o processo de tomada de decisão nos seus negócios. 3. Softwares de gestão Os softwares de gestão integrada de dados devem reunir e tornar disponíveis informações sólidas a respeito das atividades da empresa, unificando
  53. Motivar a equipe e reduzir custos em uma empresa é uma das principais obrigações de um líder, de modo que seu sucesso ou fracasso profissional depende diretamente desse fator. A empresa, entretanto, não deve apenas reconhecer a importância vital dos colaboradores, mas investir em incentivos que reconheçam essa relevância e os empoderem para que possam cumprir suas metas com excelência. Neste artigo, preparamos uma lista de técnicas para você motivar sua equipe de trabalho, incentivar o aumento da eficiência e garantir o sucesso do seu negócio. 1. Analisar fornecedores Para reduzir os custos, o primeiro passo a ser dado é a análise dos fornecedores da sua empresa para se certificar que os escolhidos consistem na melhor opção. Pesquise fornecedores que possam vender mais em conta. No entanto, não se esqueça que qualidade tem preço e baixar a qualidade da sua matéria-prima pode afetar diretamente o valor do seu produto. O ideal é manter o mesmo tipo de produto com custos mais baixos para seu negócio, sem mexer na qualidade dele. 2. Atualizar tecnologias Para se manter competitiva no mercado, sua empresa necessita dispor das melhores ferramentas e equipamentos disponíveis, sob pena de ficar para trás em relação à concorrência. Uma empresa que consegue criar um bom produto com poucos recursos, certamente terá um desempenho muito melhor se contar com tecnologia de ponta. Tecnologias e ferramentas de trabalho não devem ser contabilizadas como um gasto, mas sempre como investimento. 3. Envolver colaboradores para motivar a equipe e reduzir os custos Em períodos de crise, é comum que a administração das empresas esconda a verdadeira situação do negócio para não gerar ansiedade e incertezas quanto ao futuro do empreendimento e, consequentemente, de seus empregos. Mostrar os números, entretanto, e a posição da empresa diante das condições de mercado pode levar os colaboradores a trabalharem no sentido de ajudar o negócio a se reerguer, já que vem daí o seu sustento. Isso vai depender de os colaboradores se sentirem ou não como parte relevante da empresa, o que, por sua vez, depende do tratamento que eles recebem dos seus gestores. Quando a administração da empresa deixa claro seu reconhecimento pelos funcionários, está incentivando a fidelidade destes. Pessoas se sentem mais motivadas a trabalhar por um negócio onde são reconhecidas e valorizadas do que em ambientes de trabalho onde se sentem desvalorizados e injustiçados. 4. Investir em treinamento Uma ótima maneira de valorizar a mão
  54. Ter uma equipe de alta performance é uma das metas de todo gestor da área contábil que deseja garantir um trabalho de excelência e resultados sólidos para seu escritório. Todavia, atingir esse propósito não é fácil, pois gerir colaboradores significa lidar com distintos temperamentos, habilidades, comportamentos, perfis entre outras nuances pessoais e profissionais. Contudo, para ajudar nesse desafio, separamos 6 dicas de gestão de pessoas que colaboram na construção de uma equipe de alto desempenho. Confira! 1. Reconheça o trabalho dos seus colaboradores É importante reconhecer o trabalho dos seus colaboradores para melhorar a satisfação e motivação deles. Isso porque eles tendem a se sentir mais valorizados com elogios e apontamentos positivos, além de saberem que suas atividades e contribuições para o escritório contábil não são ignoradas. 2. Tenha tempo para acompanhar sua equipe de perto Um dos grandes erros dos gestores é não acompanhar sua equipe de perto, o que pode dar brechas para problemas futuros. Isso porque muitos colaboradores nem sempre compartilham dúvidas, anseios ou problemas que estão enfrentando por receio de serem vistos como profissionais de baixo rendimento. Portanto, é preciso que o gestor observe o comportamento e as atividades de cada liderado, de modo que possa orientá-lo e ajudá-lo quando surgirem dificuldades, até mesmo mostrando que podem contar com o líder. Essa também é uma ótima oportunidade de levantar as habilidades e competências individuais de cada colaborador para dividir tarefas e funções de forma otimizada. Além de, no futuro, saber quais são os que podem vir a desempenhar cargos de liderança e de confiança. 3. Fomente a criatividade É vital fomentar a criatividade no escritório contábil, pois a tendência é que todos se acostumem aos processos existentes e sempre os façam da mesma maneira, aumentando o status quo. Tal atitude também demonstra que é possível sugerir ideias, iniciativas e soluções por mais inusitadas que elas pareçam, pois, muitos funcionários podem ter a noção de que não abertura para elas. E inovação é um dos fatores que tornam uma equipe mais produtiva e com melhores resultados. 4. Incentive o trabalho e a cooperação em equipe Além do gestor estreitar o relacionamento com sua equipe, é importante que ele incentive a cooperação entre os demais membros dela. Grupos bem integrados, cujos profissionais tenham ótimos relacionamentos entre si, costumam ter maior desempenho, sem falar que os índices de satisfação com a empresa entre os colaboradores também são maiores. 5. Foque
  55. Por Alexandre Santos* Seus clientes acusam que não receberam o boleto para pagamento? Ou que o boleto chegou com atraso? Nos dias de hoje, com a crise batendo à porta, com a inadimplência aumentando, precisamos ser mais eficientes na gestão dos negócios e potencializar o recebimento de nossas receitas. Pensando nisso, a Alterdata Software criou o AVISO DE VENCIMENTO. Com ele, o seu cliente receberá por e-mail o boleto para pagamento do seu título que irá vencer, tendo assim mais uma oportunidade de pagamento. Veja como é fácil:   Primeiro basta criar o layout e configurar o número de dias de antecedência que você deseja que o seu cliente receba o boleto no configurador do financeiro:   O próximo passo, é configurar a tarefa que será responsável pelo envio do e-mail no Configurador geral: Sugerimos que seja feita à noite devido ao volume de títulos que podem ser enviados.   Pronto! A partir de agora, o gerente eletrônico irá automaticamente disparar a tarefa. Parece mágica? Mas na verdade é realmente assim tão simples.   Alexandre Santos tem 15 anos de experiência com software ERP e é supervisor de desenvolvimento na Alterdata Software.
  56. Você costuma entregar as tarefas em cima da hora? Ou, pior, sempre atrasa a data de entrega? Pois saiba que essa é uma péssima atitude profissional. Muitas vezes, isso é culpa da correria do dia a dia, que resulta na falta de planejamento, mas não cumprir os prazos pode trazer graves consequências. Então, para evitar problemas, neste post te mostraremos a importância do planejamento no cumprimento dos prazos e o que não pode faltar nessa etapa. Confira! Não cumprir os prazos pode trazer graves consequências Atrasar a entrega de uma tarefa significa atrapalhar o trabalho de todos os envolvidos naquele projeto. Por isso, pode trazer várias consequências, como: Constrangimento: cobranças e justificativas tornarão o ambiente de trabalho desagradável. Prejuízos financeiros, de relacionamento e de marca: atrasar a entrega de trabalhos pode significar aumento dos custos, perda de clientes ou prejudicar a marca da empresa. Desconfiança dentro e fora da empresa: o atraso constante na entrega de projetos cria um clima de desconfiança entre colaboradores e clientes. Planejamento é fundamental para cumprir os prazos O planejamento bem elaborado é fundamental para evitar as consequências negativas. Planejar bem todas as etapas dos projetos da empresa é a melhor maneira de cumprir os prazos. Faz parte do planejamento definir metas e como elas poderão ser alcançadas. Assim, fica fácil saber o que é preciso fazer dentro do prazo necessário. O que não pode faltar no planejamento para cumprir prazos Confira o que você deve fazer para realizar um bom planejamento, não perder prazos e evitar problemas: Assuma o que é possível O primeiro passo para entregar tarefas dentro do prazo é se responsabilizar por aquilo que pode cumprir. Não adianta se comprometer com uma infinidade de tarefas se não puder entregar os resultados. Por isso, seja bem realista na hora de planejar o que pode fazer durante o tempo disponível. Faça um planejamento semanal Distribuir tarefas de acordo com o horário disponível com antecedência é a próxima etapa. Ter sua semana planejada evita deixar tarefas para outros momentos, fazendo com que elas acumulem em cima da hora, impedindo assim o atraso. Utilize dispositivos de organização Utilize a tecnologia a seu favor. Aproveite agendas, calendários e aplicativos para não perder prazos, eventos e tarefas. Você pode usar os dispositivos de lembretes e notificações para ajudar nessa tarefa. Reserve tempo para imprevistos É importante que, durante seu planejamento, você considere que imprevistos podem acontecer e,
  57. Estamos em um contexto de integrações. Tecnologias funcionam em conjunto, bem como os setores de uma empresa. É preciso sincronia, uma integração consistente como as engrenagens de um relógio para garantir que uma companhia não saia dos trilhos. A área contábil é o coração de qualquer negócio, portanto precisa estar bem alinhada a outros “departamentos-chave”, como setor pessoal e fiscal. Acompanhe através desse artigo nossas dicas para integrar os departamentos do seu escritório contábil! Por que integrar departamentos? Toda empresa está em busca de reduzir seus custos. Os profissionais de T.I estão empenhados em buscar soluções que otimizem as demandas do mercado. Algumas tecnologias e programas de computador simplificaram atividades e estruturas que antes exigiam muito custo e grande número de pessoas ocupadas em mantê-los. No contexto fiscal e contábil, é natural já haver alguma unidade no trabalho. Talvez por ambas lidarem com questões financeiras (patrimônio, tributo, etc), e por estarem em constante mudança devida legislação referente a esses setores, as companhias tem recorrido cada vez mais a mecanismos que reforcem essa integração, garantindo assim economia de tempo e eliminação de erros. Confira agora nossas dicas de integração: 1. Preocupe-se com integrações de nota fiscal Uma integração útil e gratuita na demanda fiscal é a integração com o Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica. A devida escrituração dos livros e precisa apuração de impostos só pode ser concretizada através de uma gestão de Notas Fiscais. Existem programas capazes de acabar com a importação manual de notas fiscais. Através deles é possível Importar diretamente do site da Receita Federal as notas emitidas contra seus clientes para que, com sua autorização, sejam automaticamente importadas no Escrita Fiscal. Além disso, elimina perda de tempo com redigitação através de importação dos dados das notas fiscais eletrônicas e cupons fiscais de arquivos XML, site da Receita Federal e dos arquivos memória fita detalhe das ECFs de seus clientes. Aumento significativo na produtividade. 2. Aproveite integrações com aparelho de ponto Através do Ministério do Trabalho, o uso de meios digitais pra captar o ponto de funcionários foi oficializado e incentivou o desenvolvimento de relógios cada vez mais modernos. Softwares de hoje já conseguem se comunicar com esses equipamentos, aproveitando seus registros para gerar relatórios como balanço, balancete, recibo de pagamento, rescisão, folha, livro fiscal e outros, via internet. Consultar os balancetes de um ou vários períodos em uma única tela, quer sejam de um mês, de
  58. O sistema ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos da Empresa) tem como principal finalidade a organização de informações gerenciais das empresas. Ele é utilizado para diminuir os custos dos processos, administrar as vendas e otimizar a tomada de decisões. Essa ferramenta dá suporte aos gestores das áreas administrativas, financeiras, comerciais e produtivas. Trata-se de um software de gestão dividido em três partes: aplicação, banco de dados e Framework. Também tem módulos que se dividem em duas visões, uma por segmento e a outra por departamento, ambas fundamentais. Deseja saber como o sistema ERP é importante para gerenciar as vendas de uma empresa? Então, continue acompanhando essa leitura! Divisão do sistema ERP Como citamos, o sistema ERP é dividido em três partes indispensáveis. Veja algumas informações referentes a cada uma delas: Aplicação: é onde se encontram todos os formulários para preenchimento, relativos às funcionalidades, aos processos e aos cadastros variados. Serve para garantir aos gestores e funcionários de diversos setores acesso a todas as operações da empresa; Banco de Dados: nele, todas as informações salvas pelo usuário do sistema são armazenadas; Framework: ferramenta que possibilita customizar e configurar o sistema ERP trazendo novas funcionalidades. ERP modular Os softwares de gestão são divididos em vários módulos, são eles: Módulos de controle de estoque; Módulo fiscal; Módulo de compras; Módulo de processos; Módulos de Recursos Humanos; Módulos de vendas. Cada um desses módulos é fundamental para gerenciar as atividades das empresas e uma das áreas mais beneficiadas é a de vendas. Para que o processo seja realizado com sucesso do início ao fim de uma venda, é importante estar com esses módulos funcionando corretamente. Benefícios de implantação ERP A princípio, a implantação de um sistema ERP na empresa pode causar insegurança e muitas dúvidas. Porém, se você analisar todas as vantagens oferecidas vai perceber que vale a pena investir. Isso porque, dentro de pouco tempo, todos estarão acostumados a usar o software e os benefícios serão muitos. Veja alguns exemplos: Maior visibilidade de erros; Melhor controle de estoque; Controle total de todos os processos; Redução do número de empregados; Aumento da produtividade; Diminuição de gastos com papel com a consequente expansão do espaço físico antes utilizado para arquivar documentos. Gerenciar as vendas com sistema ERP Os módulos de venda dos sistemas integrados permitem o gerenciamento completo de todas as vendas das empresas. A começar pelos orçamentos, confirmação dos pedidos, separação dos produtos, até a emissão das notas fiscais. Muitos procedimentos podem ser realizados por meio do software. Inclusive os
  59. Toda empresa planeja suas estratégias para que os processos e atividades sejam executados de forma eficiente, otimizando ao máximo o tempo e os recursos disponíveis e assim, entregando valor aos clientes. Com um mercado cada vez mais limitado e saturado, é fundamental investir em meios que possibilitem “produzir mais no menor tempo possível”. E para alcançar tais objetivos, a grande aposta de muitas empresas têm sido a implementação de um Sistema Integrado de Gestão (do inglês, Enterprise Resource Planning – ERP), uma solução completa que possibilita integrar e organizar todo o fluxo de informação geradas entre os diferentes setores da organização. Mas você sabe realmente para que serve um Sistema ERP? Bom, se você tem dúvidas da importância e do impacto positivo que um sistema de gestão pode trazer para seu negócio, não deixe de ler nosso post abaixo! Importância de um sistema ERP ERP ou Sistema Integrado de Gestão é um software que possibilita unir as informações da empresa. Como um ERP é composto por módulos que interagem e integram as informações dos diversos setores, a empresa pode adquirir somente os módulos que necessita ou mesmo personalizá-los à sua necessidade. Por exemplo, imagine um quebra-cabeça cujas peças vão se encaixando e dando forma a imagem. Num sistema ERP o funcionamento é o mesmo, cada processo, setor ou atividade é um módulo que vai se interligando com o que acontece em cada setor. Assim, com todas as informações numa única base de dados, o gestor passa a ter uma visão mais ampla e detalhada do seu negócio, direcionando esforços para que planos e ações possam ser eficazmente aplicados ao dia a dia, direcionados tanto a processos operacionais, quando administrativos e gerenciais. Solução em módulos Imagine uma empresa que precisa lidar com centenas de planilhas de estoque, financeiro, contábil, além de inúmeros relatórios gerados de forma separada sobre os resultados de cada setor. Difícil chegar a uma análise correta, não é? É muito comum empresas ainda utilizarem na rotina empresarial sistemas separados em cada área. Por exemplo, o setor de estoque tem uma ferramenta para controlar os produtos que entram e saem, o financeiro tem um sistema para o controle do fluxo de caixa, faturamento e lançamentos, e o setor de contabilidade utiliza outro para gerar as notas fiscais, impostos, entre outros. Quando as informações estão dispersas e descentralizadas, a probabilidade de um lançamento errado ou mesmo um simples esquecimento de prazos, pode
  60. Controlar todas as atividades realizadas diariamente em uma empresa não é uma tarefa fácil. Por esse motivo, muitos empresários buscam por ferramentas que lhes auxiliem nesse trabalho. Uma das melhores soluções encontradas por eles até o momento é a implantação de um bom sistema ERP. A sigla ERP significa Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recurso Corporativo. Nesse sistema é utilizado um software de gestão integrada, no qual podem ser lançados todos os dados e procedimentos de uma empresa. Tanto a parte produtiva como a administrativa são integradas e podem ser comandadas por meio dele. Quer descobrir como o sistema ERP é importante para as empresas? Então continue acompanhando este post! Integração de processos O sistema ERP escolhido centraliza todas as operações e informações da empresa em um mesmo servidor, o que permite aos gestores o total controle de todos os processos para a tomada de decisões. Esse software fica responsável por armazenar todos os dados de manufatura, contabilidade, estoque, vendas e até mesmo referências dos funcionários. E o melhor de tudo é que todas as informações atinentes ao negócio estão a apenas um clique dos gestores de cada área. Diagnóstico de áreas e produtos menos eficientes A capacidade de integração dos módulos permite diagnosticar as áreas e os produtos mais ou menos eficientes. Esse é mais um dos pontos positivos de se ter um ERP instalado e funcionando corretamente na empresa. Processos com desempenho melhorado No entanto, o fator mais interessante é que com um sistema de gestão informatizado, todos os processos podem ter o seu desempenho melhorado, ocorrendo, por consequência, uma notável redução no tempo entre a entrada dos pedidos no estabelecimento até a sua entrega para o cliente. Outro processo importantíssimo que teve uma considerável melhora é o da circulação de documentos pelos diversos setores das empresas. A troca das informações solicitadas por meio de registros em papéis antes levava horas para acontecer, mas agora ocorre em minutos e sem necessidade de locomoção dos trabalhadores. Outras vantagens de ter um sistema ERP Qualidade e eficácia em todos os produtos e processos da empresa; Redução de custos com retrabalho; Agilidade na tomada de decisões; Melhora nos processos internos; Melhor controle das operações produtivas e dos processos administrativos. Escolha de um ERP Atualmente, para garantir o bom desempenho e sucesso das pequenas, médias e grandes empresas, tornou-se fundamental o uso das tecnologias. Nesse cenário, o uso do sistema ERP fará toda a diferença dentro do seu empreendimento. Mas é necessário avaliar alguns critérios para escolher o software que melhor se encaixa no seu perfil antes de contratar
  61. As notas fiscais eletrônicas substituem as antigas notas de papel e são obrigatórias para todas as operações de venda. Atualmente o documento pode ser emitido tanto por meio de um software de gestão adquirido pelas empresas quanto por um emissor gratuito. Mas você sabia que o fim do emissor de NF-e gratuito está próximo? A Secretaria da Fazenda divulgou há pouco tempo a notícia de que, a partir de Janeiro de 2017, o sistema será descontinuado. Depois desse período não será mais possível fazer a atualização, nem o download do programa. Veja abaixo algumas informações importantes sobre o fim do emissor de NF-e gratuito e saiba como se adaptar a essa nova realidade. Por que a Fazenda vai descontinuar? Desde 2006 os emissores gratuitos de NF-e e CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) são disponibilizados a todos os contribuintes. Mas, apesar de todos os investimentos que a Secretaria da Fazenda fez para proporcionar essa oportunidade a todos os interessados, uma pesquisa mostrou que a maioria dos empresários optou por utilizar um software de gestão empresarial inteligente. Esse levantamento de dados mostra que mais de 90% das empresas aderiram a um sistema único que lhes auxilia em várias tarefas — sendo uma delas a emissão de documentos fiscais. Como se adaptar ao fim do emissor de NF-e? Para aqueles que ainda utilizam o sistema de emissão de NF-e gratuito, a descontinuação do programa pode gerar certo desconforto. Para se adaptar ao fim do emissor é necessário adquirir um ERP (Enterprise Resource Planning ou, em português, Planejamento de Recursos da Empresa) que, apesar de ser pago, trará maiores vantagens às organizações. Como escolher e utilizar um novo sistema de gestão empresarial? Escolher o novo sistema de gestão para emissão dos documentos fiscais é uma tarefa que deve ser realizada com tranquilidade, já que alguns softwares oferecem muitos benefícios a seus usuários — entre eles está a possibilidade de ter um controle rigoroso de estoque e do setor financeiro sem ter muito trabalho, afinal o sistema possui todas essas informações atreladas às notas fiscais eletrônicas emitidas. Os ERPs são fáceis de ser utilizados, levando-se em consideração que a empresa fornecedora dos softwares também fornece assistência e treinamento para o seu uso. Caso haja alguma dificuldade, é só entrar em contato e pedir auxílio. Quais são os 5 pontos importantes para emitir NF-e? Para continuar emitindo as notas fiscais eletrônicas normalmente, além de ter um bom software instalado em sua máquina, é necessário observar os fatores citados abaixo:
  62. A organização do estoque é fundamental para que se consiga melhorar as rotinas e aumentar o controle do fluxo de materiais. Com algumas ações, é possível fazer com que a área seja otimizada, aprimorando seus resultados — que refletem em outras áreas, como Financeira e Vendas, por exemplo. No post de hoje vamos falar sobre as vantagens de manter o estoque organizado e oferecer algumas dicas de como isso pode ser feito. Continue com a leitura e saiba mais! Quais são as vantagens de manter a organização do estoque? A organização do estoque proporciona benefícios tanto para essa área quanto para a empresa como um todo. Veja alguns deles: Melhoria no investimento do capital de giro: alcançada por meio da aquisição acertada dos produtos, adquirindo os que possuem mais saída e evitando itens encalhados no estoque; Redução de desperdícios: com a organização e o controle de estoque, aliada às aquisições eficientes, perde-se menos em produtos que não são vendidos; Aumento da produtividade: com a organização dos estoques, cada item tem uma locação específica no armazém, o que facilita sua localização; Melhorias nos resultados de outras áreas: o setor de Compras passa a ter mais informações para fazer aquisições mais acertadas, o setor de Vendas consegue aumentar o índice de atendimento de pedidos e o setor Financeiro passa a aproveitar melhor o capital de giro e perceber a redução de custos; Redução de custos: alcançada por meio da redução de desperdícios, aumento da produtividade, agilidade na tomada de decisões, entre outras coisas. Como manter o estoque organizado? 1. Faça um controle rigoroso sobre todas as movimentações Para garantir a organização do estoque, é crucial manter o controle sobre o fluxo de produtos. Em muitos casos, preocupa-se mais com o registro de entradas e saídas — que são as operações principais —, mas também é necessário padronizar uma rotina que envolva as trocas e devoluções, visto que, se feitas de maneira ineficaz, podem provocar “furos” e prejudicar a visualização da quantidade real disponível em estoque. 2. Padronize o cadastro dos itens O correto é cadastrar apenas uma descrição de um código para cada tipo de item existente. Por exemplo: se existe a venda de uma de caneta separadamente e um kit com 3, deve-se criar códigos e descrições diferentes, visto que se tratam de unidades de vendas diferentes. Além disso, essa organização ajuda a tornar o inventário de materiais mais eficaz. 3. Crie boas parcerias com fornecedores O tipo de
  63. Em 2015, a Federação Brasileira de Bancos (Febrabran) emitiu um parecer anunciando que, a partir de 2017, as instituições financeiras não poderiam mais emitir boletos sem registros para seus clientes. Mesmo com o prazo de 2 anos, muitas empresas ainda não se adaptaram para usar o boleto registrado. Se a sua é uma delas, não se preocupe. Continue conosco e saiba mais sobre os prazos, as principais diferenças entre as duas modalidades de boleto (com e sem registro) e o que você pode fazer para diminuir os impactos decorrentes do fim do boleto sem registro no seu negócio! Quais são as diferenças entre o boleto sem registro e o registrado? Quando contrata um boleto sem registro junto a instituições financeiras, a empresa deve pagar ao banco um determinado valor assim que o documento for pago. Caso a venda seja cancelada, não existe despesa referente à emissão nem ao cancelamento do documento; já se o boleto não for pago, a empresa não pode realizar o protesto. Além disso, não existe a necessidade de enviar dados da operação para a instituição financeira, como identificação do cliente, valor da negociação ou data de vencimento. Também não é necessária a anuência do banco para que sejam realizadas alterações no documento ou mesmo seu cancelamento, Ainda, esses tipos de boletos não podem ser colocados no Débito Direto Automático (DDA). Já com o boleto registrado, a empresa deverá informar ao banco as emissões, alterações ou cancelamentos feitos, por meio do envio de arquivo de remessa. Esses procedimentos poderão ser tarifados pela agência e a instituição financeira poderá realizar a impressão e envio do boleto para o sacado. Essa modalidade ainda permite o DDA, e compras para as quais foi emitido o boleto registrado e não foram pagas poderão ser protestadas em cartório. Quais são os prazos para se adaptar? Os boletos sem registro deixaram de ser disponibilizados pela rede bancária desde 2015. Desse período em diante, os bancos passaram a oferecer contratos apenas de boletos registrados. O uso de boleto sem registro poderá ser feito até dezembro de 2016. Caso sejam emitidos, eles só poderão ser pagos no banco emissor do documento, o que pode ser desvantajoso para os clientes das empresas. Em que o fim do boleto sem registro afeta as empresas? Empresas que trabalham com a modalidade de boleto bancário sem registro devem analisar quais são os impactos que a mudança vai trazer. No
  64. Sabemos que administrar uma empresa não é fácil: são poucos os recursos e muitas as demandas. Sendo assim, é importante que cada centavo que circula no empreendimento seja alocado de acordo com os objetivos da empresa, definidos previamente no plano de negócios e planejamento estratégico. Para se conduzir um empreendimento tendo domínio sobre as movimentações que nele acontecem, devem ser adotados vários hábitos, procedimentos e ferramentas. Para ajudá-lo nessa tarefa vamos mostrar neste post como conciliar extratos bancários. Pra quê conciliar? Entende-se por conciliação, de forma sucinta, fazer com que duas partes entrem em acordo. Contábil e administrativamente falando, podemos também entendê-las dessa forma, pois ao conciliar estaremos cruzando informações entre relatórios distintos, verificando se existem divergências entre eles e buscando saber os motivos e resolver eventuais problemas. Pode-se conciliar diferentes tipos de contas, como às relacionadas aos clientes, fornecedores e cartões de crédito, sendo imprescindível que esse cruzamento de dados seja feito visando localizar erros que eventualmente possam ocorrer nas movimentações ou registros. Ao se conciliar o extrato bancário se cruza as informações do relatório enviado pelo banco (extrato) com os lançamentos feitos pela empresa e que estão a eles relacionados, como pagamento de fornecedores, recebimento de clientes, transferências entre contas, juros, taxas, recebimentos diversos, dentre outros. Entenda a importância de conciliar extratos bancários Com ela pode-se identificar recebimentos e pagamentos realizados em duplicidade, com valores menores ou maiores, juros cobrados por taxas não pactuadas em contratos, valores de vendas com cartão de crédito recebidas a menor, pagamentos e recebimentos não realizados, verificar se os lançamentos estão sendo feitos nas datas, contas e valores corretos, dentre outros. Ou seja: a conciliação bancária é de grande importância para o seu negócio! Use a tecnologia a seu favor! Talvez algumas empresas ainda façam esse trabalho manualmente, principalmente se a quantidade de movimentação for pequena, mas existem várias tecnologias que podem auxiliar no processo, evitando erros e tornando o trabalho mais rápido, como as planilhas e programas de automação comercial ou contábil. Caso os dados estejam em meio digital, e o programa permita uma certa flexibilidade na movimentação de dados, por meio de comandos como o copiar e o colar, as informações presente em ambos podem ser inseridas em uma única planilha, posteriormente trabalhados (por exemplo, com a organização crescente ou decrescente) e cruzadas, podendo, inclusive, utilizar fórmulas para tornar o procedimento mais rápido (como a fórmula “SE”). Isso dependerá das habilidades com o programa e
  65. A tecnologia se tornou uma grande aliada do homem moderno, contribuindo significativamente para a melhoria de sua vida pessoal e profissional. Especialmente no mercado imobiliário, síndicos e administradoras de imóveis, estrategicamente, têm feito uso da tecnologia como forma de aprimorar a gestão do condomínio. Sabemos o quanto gerir um condomínio é uma tarefa complexa e de suma importância para o bom funcionamento de um prédio. Uma má administração pode acarretar diversos problemas que vão desde aqueles de ordem técnica até o relacionamento entre moradores. Entretanto, existem várias ferramentas capazes de tornar a vida do administrador de condomínios menos conturbada, fazendo com que o controle das finanças, o acesso às áreas livres e até mesmo a comunicação com os moradores seja mais eficaz. Acompanhe o texto de hoje e veja como a tecnologia pode lhe ajudar a realizar a gestão do seu condomínio! A importância da tecnologia para o mercado imobiliário Como dissemos, a tecnologia tem uma importante aplicação em diversos aspectos na vida do ser humano. Em decorrência disso, atualmente, é difícil encontrar alguém que não faça uso de alguma ferramenta tecnológica em seu dia a dia. Dentro do universo do mercado imobiliário, a modernização é essencial para tornar os processos em um condomínio mais ágeis e eficientes. A tecnologia favorece a otimização da gestão de condomínios, transformando a maneira de se solucionar problemas recorrentes nesses locais. Em decorrência disso, percebe-se um aumento considerável do uso de softwares de gestão de condomínios, auxiliando a administração dos blocos residenciais ou corporativos. Por que investir em um software para a gestão do condomínio Dentro de um condomínio, é unânime o entendimento de que a figura do síndico é essencial para o bom funcionamento do local. Em razão disso, esse indivíduo quase sempre se encontra atarefado com papéis, despesas, solucionando imprevistos e dialogando com os moradores. Com tantas responsabilidades e decisões a serem tomadas, o uso de programas de gestão tem descomplicado significativamente suas ações. Os softwares de gestão são programas amplamente utilizados em empresas de diversos portes e segmentos e, graças às suas funcionalidades, começam a ser adaptados às necessidades de um condomínio, tornando-se um importante aliado do administrador. Uma das características dessa tecnologia aplicada a esse tipo de ambiente é a possibilidade de disponibilizar informações aos moradores de forma rápida, eficiente e segura, favorecendo a transparência dos dados. Além disso, com o software, o gestor é capaz de organizar melhor a agenda e as reservas dos
  66. Normalmente os gastos dos condomínios são altos, já que muitas pessoas moram em um mesmo prédio e com isso necessitam de diversos serviços. Mas se tiver uma pessoa responsável e empenhada na redução de despesas, a economia pode ser significativa. O síndico é o sujeito mais indicado para ficar atento a cada um dos detalhes referentes aos gastos com condomínio. No entanto, a falta de conhecimento sobre o assunto pode atrapalhar seu desempenho. Caso você esteja passando por alguma dificuldade com relação a essas questões, veja abaixo 5 caminhos para adotar uma gestão mais eficiente e reduzir as despesas condominiais. 1. Realizar manutenções preventivas Realizar periodicamente a manutenção preventiva dos equipamentos utilizados no condomínio pode gerar uma grande diminuição nos custos com consertos. Como esse procedimento deve ser feito com antecedência, a falha dos elevadores, portões eletrônicos, câmeras de segurança, interfones, fiação e geradores pode ser evitada. 2. Substituir lâmpadas Outro ponto fundamental para diminuir os gastos dos condomínios é a substituição das lâmpadas tradicionais pelas novas que são as de LED. Além dessas lâmpadas serem mais econômicas, sua durabilidade é muito maior do que as comuns. O que também ajuda a diminuir as despesas com energia elétrica é a instalação de sensores de presença nas áreas de maior circulação, dessa forma as lâmpadas permanecerão acesas somente pelo tempo necessário. 3. Gestão participativa Contar com a ajuda e conscientização de cada um dos moradores de um condomínio é crucial para diminuir os gastos. Se a responsabilidade for deixada somente para o gestor, não será nada fácil cumprir essa tarefa. Com as medidas cabíveis e o controle de despesas é possível reduzir 50% dos custos. 4. Economia de água Os valores gastos com a água podem ser reduzidos em até 15%. Ter contas individualizadas é a melhor opção, pois dessa forma cada um tem acesso a suas verdadeiras despesas com relação a água. Mangueiras, torneiras e descargas devem ser avaliadas de tempo em tempo para não correr o risco de ter vazamentos desnecessários. 5. Adoção de Software para redução de despesas Adotar um software de gestão é uma das melhores maneiras de reduzir custos e otimizar os processos executados. Diversas soluções e ferramentas já estão disponíveis e oferecem mais praticidade aos gestores dos condomínios. É importante conhecer essas opções de sistemas e então escolher o mais ideal. Isso vai facilitar todo trabalho de redução de custos e até mesmo ajudar na comunicação entre administradora, síndicos e moradores. Para oferecer
  67. As ferramentas digitais estão por toda a parte, comprovando sua eficácia em diversas áreas de atuação humana, inclusive no setor comercial amplamente considerado. No ramo imobiliário, por exemplo, os corretores e donos de imobiliárias estão cada vez mais envolvidos com a tecnologia digital. Por meio delas, conseguem aumentar enormemente suas vendas, anunciando com eficiência e atingindo um público-alvo com mais precisão. Ficou interessado? Confira 7 vantagens de usar software para anunciar imóveis! 1. Cadastro fácil e geração de relatórios Para cadastrar o imóvel é muito fácil. O anúncio pode ser cadastrado pelo seu computador ou pelo celular. O sistema se responsabiliza pela sincronização e, de tempos em tempos, o corretor ou outro profissional que trabalha na imobiliária poderá acessar relatórios detalhados que fornecem dados sobre o anúncio, inclusive o impacto que ele está provocando no público. 2. Atualização e controle de anúncios O software para anunciar imóveis permite que você desenvolva e customize seu próprio site para anunciar imóveis. Torna-se muito fácil gerenciar o site, tirando e adicionando os imóveis na página principal. Dessa forma, você cria sua vitrine pessoal para despertar a atenção dos consumidores de acordo com o que julgar mais atraente. Alguns softwares permitem a atualização automática, o que é ainda mais vantajoso. 3. Análise para tomada de iniciativas Diante do que já foi dito, fica fácil entender que você ficará ciente de quais imóveis estão sendo mais procurados pelas pessoas e quais deles estão apresentando maior demanda. Poderá, assim, aproveitar para colocar os mais procurados na página principal do site, dando um destaque especial a eles e, ao mesmo tempo, formular estratégias para que os menos procurados também se tornem alvo da atenção do público. 4. Maior conhecimento do que seus clientes desejam A partir dos imóveis que apresentam maior número de acessos, será possível traçar o perfil do imóvel ideal, ou seja, daquele que é preferido por sua audiência. Você poderá considerar critérios como: Faixa de preço preferida; Bairros com maior demanda; Quantidade mais procurada de quartos; Busca maior por casas ou apartamentos; Tamanho de garagem mais procurado. Outros pontos relevantes vão te dar um roteiro a seguir em seu planejamento estratégico. Conhecer a fundo o cliente é uma das melhores maneiras de conseguir oferecer produtos que o agradam. 5. Melhor integração com portais e redes sociais O software permite que você se integre melhor não somente ao seu próprio site, mas a outros sites e portais imobiliários
  68. A busca pela redução de despesas do condomínio deve ser uma preocupação frequente da administração, pois é sinônimo da própria eficiência do serviço que é prestado. Além disso, a redução nos custos significa menores taxas para os moradores ou um acréscimo maior na reserva comum, evitando que os condôminos tenham que arcar com cotas extras diante da eventual necessidade de realização de obras ou investimentos em melhorias para o prédio. Com isso em mente, decidimos dedicar um artigo para tratar exclusivamente do tema. Confira a seguir 8 dicas de gestão para redução de despesas do condomínio. 1. Invista na iluminação LED Em meados da década de 1990, vivíamos o período do chamado “apagão”, uma crise energética que popularizou as lâmpadas frias. Na época, muitos condomínios colocaram em pauta a discussão a respeito da substituição das lâmpadas incandescentes. Hoje, vivemos uma situação parecida: devido aos longos períodos de estiagem, bem como a pesada carga tributária, a conta de luz tem subido muito em todo o país e já é um dos principais gastos a serem considerados em muitos condomínios. Felizmente, a tecnologia avançou e hoje temos um novo recurso à nossa disposição: a lâmpada LED. São bem mais caras que as lâmpadas frias comuns, mas consomem muito menos e têm uma vida útil maior — portanto, o benefício vem a médio/longo prazo. 2. Reuse e reaproveite a água Em muitos casos, a água utilizada para lavar cortinas da portaria pode ser reutilizada para limpar a calçada. O investimento em captação de água da chuva para utilizar na descarga dos banheiros das áreas comuns também pode diminuir o uso de água. Por isso, pense em práticas que possam reutilizar e reaproveitar a água do condomínio para diminuir os gastos. 3. Renegocie seus contratos de prestação Quantos contratos ativos o seu condomínio tem? Há quanto tempo a administração não pesquisa por serviços melhores a preços mais em conta? Talvez, esteja na hora de ligar para os fornecedores e tentar buscar uma redução nos valores desembolsados. 4. Individualize água e gás Está mais do que provado que, quando as contas de água e gás são individualizadas, o consumo tende a cair. Portanto, se no seu condomínio essas utilidades ainda são coletivas, talvez esta seja uma boa hora para pensar em uma mudança. 5. Priorize a energia solar A implementação de painéis de energia solar permite ao condomínio reduzir sensivelmente a quantidade de energia elétrica
  69. Toda organização possui em seu quadro de funcionários pessoas de diferentes hábitos, culturas, crenças, objetivos e maneiras de interagir com os demais companheiros de trabalho. Essa diversidade, na maioria das vezes, gera conflitos na empresa e precisa da ajuda do gestor para manter o ambiente em harmonia. Visando melhorar o ambiente organizacional e manter a satisfação dos colaboradores, muitas empresas adotam estratégias de motivação e gerenciamento de pessoas para conseguir manter o clima organizacional adequado para o desenvolvimento dos talentos e da própria empresa. Mas quais são essas estratégias? Continue a leitura e veja nossas dicas de como melhorar a satisfação dos colaboradores! 1. Invista na comunicação Uma comunicação clara e bem realizada ajuda a empresa a dialogar com os colaboradores de forma fluida e sem ruídos, permitindo que sejam expostas satisfações e sugestões de melhoria. A aproximação entre gestores e sua equipe só é possível quando o gestor se preocupa em conhecer melhor seus funcionários e adaptar sua maneira de conversar com cada perfil de trabalhador. Além da conversa entre as pessoas, o investimento em ferramentas de comunicação que tem como objetivo fornecer as informações aos funcionários também é necessário. Essa preocupação da empresa em fazer o profissional se sentir valorizado e parte da estratégia aumenta a satisfação dos colaboradores, que conseguem ter uma boa estrutura e desempenhar melhor o trabalho. 2. Promova a qualidade de vida A qualidade de vida dos funcionários, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, afeta diretamente o desempenho e a satisfação do colaborador. Funcionários estressados tendem a ter uma imagem negativa da organização, pouca paciência com outras pessoas, deixam o clima organizacional ruim e podem desenvolver problemas de saúde. Cabe então ao gestor estimular a qualidade de vida de seus funcionários por meio de ações de promoção à saúde, incentivo à cultura, ao estudo, ao esporte e ao bom relacionamento entre companheiros de trabalho. 3. Ofereça feedbacks O feedback é um retorno que o gestor dá a seus colaboradores quanto ao desempenho, resultados alcançados e objetivos propostos. Essa ação aumenta a satisfação dos funcionários, pois demonstra que a empresa observa, valoriza o trabalho de todos e ainda incentiva e faz um acompanhamento adequado do crescimento do profissional. Para obter melhores resultados, tenha a humildade para aceitar o feedback dos subordinados e comunique-se de forma construtiva, isto é, seja sincero quando observar uma oportunidade de melhoria, mas não deixe de ressaltar os pontos positivos do colaborador e propor ações de desenvolvimento
  70. Na vida, é essencial cumprir prazos. Seja do ponto de vista pessoal, profissional ou empresarial, aqueles que cumprem datas são vistos como exemplo e sempre são procurados. Afinal, ninguém quer lidar com uma pessoa que pode deixar você na mão ao estourar um prazo, certo? Esse compromisso é ainda mais importante no caso das empresas, pois questões como crescimento, produtividade e reputação estão envolvidas. Prazos existem para serem cumpridos e, se não fizer isso, o empreendimento sofrerá com multas por atraso, reclamações de clientes e fornecedores e com o prejuízo de sua imagem. Tudo isso impacta negativamente os resultados do negócio. Logo, cumprir prazos traz benefícios para consumidores, parceiros e a própria empresa. E não é difícil entregar o que foi prometido a tempo: basta planejamento, organização e foco. Quer saber como fazer isso? Veja abaixo algumas dicas que separamos para você honrar seus prazos! Estabeleça prazos reais Não são raros os casos em que um prazo é estabelecido apenas para passar a impressão de rapidez e eficiência, sem que sejam mensurados o trabalho que a atividade exige ou a capacidade de entrega. Essa situação é perigosa e aumenta as chances do prazo não ser respeitado. É fundamental estabelecer prazos que possam ser cumpridos. Eles devem ser reais, baseados em critérios como importância, urgência, capacidade de entrega e o esforço necessário para executar a tarefa. Dessa forma, você conseguirá cumprir com o que prometeu, dentro da data estabelecida. Defina prioridades para cumprir prazos Nem todas as tarefas têm a mesma prioridade. Desconhecer isso atrapalha a realização delas, já que você pode focar naquilo que não é importante e esquecer do que mais importa. Atividades urgentes, com impacto imediato, devem ser feitas primeiro. O que é importante, mas não impacta a empresa imediatamente, pode ser feito em seguida. E as tarefas secundárias, que não vão abalar o negócio, podem esperar um pouco. Definindo prioridades, será possível cumprir prazos sem estresse e com qualidade, aumentando a produtividade de todos. Divida as tarefas em etapas Em vez de executar uma grande tarefa de uma vez, que tal dividi-la em etapas menores e focar na execução de cada uma? Assim, ficará mais fácil cumprir tudo, pois cada etapa menor exige menos trabalho do que realizar a tarefa inteira. Ao final desse passo a passo, um grande problema será resolvido. Use a tecnologia Hoje em dia está mais prático cumprir prazos. A tecnologia nos oferece agendas,
  71. Qualquer empresário ou gestor que queira entender o crescimento da empresa em que atua e as oscilações do mercado precisa fazer uma boa mensuração de resultados. A importância de medir os dividendos é óbvia, mas note que não basta avaliar o incremento do patrimônio em um dado período, a variação do faturamento ou o aumento do lucro de um ano para o outro para ter um diagnóstico exato da saúde empresarial. O bom gestor não pode deixar de analisar dados e informações relevantes sobre o processo produtivo que explicam como se chegou aos resultados vistos ao final do período: quanto foi produzido, quanto foi vendido, quanto foi perdido, quanto foi investido etc. Para tanto, seus indicadores devem ser bons, revelarem o que deve ser visto, trazerem resultados positivos e na periodicidade adequada. Para dominar a boa mensuração de resultados, é importante compreender algumas etapas fundamentais do processo. Vamos a elas: 1. Que decisão devemos tomar? A primeira etapa da mensuração de resultados é definir a informação a ser obtida e quais dados serão importantes para que se chegue a uma resposta que contemple o desafio. 2. Qual é o nosso sistema relacional empírico? O sistema relacional empírico nada mais é do que um conjunto de eventos e objetos que, uma vez mensurados, nos trarão dados e informações relevantes para a tomada de decisão definida. 3. Qual é a característica de interesse da medição? Ou, posto de outro modo, qual é a relação entre a informação obtida com a mensuração e a decisão que ela pretende subsidiar. Isso é o que deveremos responder na terceira etapa. 4. Qual é a unidade de mensuração? Como mediremos os dados que nos interessam? Vamos usar como medida a moeda nacional, ou padronizaremos tudo em dólar para facilitar as contas, caso sejamos exportadores? Consideraremos centavos ou essa medida de grandeza é irrelevante dado o nosso volume de negócios? Nossa produção se mede em quilos, em pounds? O estabelecimento do padrão nas medidas é fundamental e, sem ele, todo o trabalho pode ser perdido. 5. Quais os critérios para mensuração? Afinal, de quais valores trataremos? Históricos, de reposição, referentes às diferenças dos fluxos de caixa etc. 6. Qual é o sistema relacional numérico da mensuração de resultados? Definir em que escala ou unidade de medida se vai trabalhar durante toda a análise. 7. Como analisaremos o sistema de mensuração a partir do purpose view e do factual view? Por fim, o gestor deve se apoiar em duas perspectivas metodológicas
  72. A gestão e administração de um empreendimento é indispensável para o sucesso e crescimento financeiro, mas, infelizmente, muitos empresários podem enfrentar dificuldades nessas áreas, apesar de conhecer muito sobre o ramo em que estão inseridos. Hoje a tecnologia e a informática são ferramentas que trouxeram inúmeras facilidades para todos aqueles que desejam expandir seus negócios. Alguns sistemas foram criados e implantados para melhorar a fiscalização tributária nacional e, por isso, é importante que você esteja sempre se atualizando. Uma dessas inovações é o SINTEGRA. Você já o conhece? Saiba mais sobre o assunto neste post! O que é o SINTEGRA? O SINTEGRA (Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços) é um programa do governo que está sendo implantado no Brasil. Serve como apoio para administradores tributários, pois fornece informações ao fisco estadual e aprimora os dados para a Administração com base nos documentos fiscais. A vantagem para os contribuintes é que o sistema simplificou a maneira de fornecer informações referentes à compra, venda e prestação de serviços interestaduais. Já para os fiscos estaduais proporciona mais confiança nas informações recebidas de cada uma das unidades federativas do Brasil. Como saber se sua empresa se enquadra no SINTEGRA? Você precisará elaborar um arquivo que contenha todas as transações realizadas pela empresa durante o mês e enviar para a Secretaria da Fazenda do Estado pela internet. Esse documento será avaliado e, caso a sua empresa se enquadre, você receberá uma notificação. Após o enquadramento, a empresa deve enviar o arquivo do SINTEGRA ao fisco mensalmente, pois o não cumprimento dessa regra pode gerar punições legais. Porém, são obrigados a aderir ao programa aqueles que são contribuintes usuários de sistema de processamento eletrônico de dados para a emissão de notas fiscais, cupons fiscais e escrituração de livros fiscais, de acordo com a descrição do Convênio ICMS 57/95. Como é feito o envio de informações e validação? As informações referentes às movimentações mensais das mercadorias (internas, interestaduais ou internacionais) devem constar todas no mesmo arquivo. Esse conjunto de informações deve ser validado pelo Software Validador, entregue aos fiscos estaduais por meio da TED (Transmissão Eletrônica de Documentos). Todos os downloads dos programas relacionados ao envio de informações do SINTEGRA podem ser encontrados no site do Sefaz e baixados gratuitamente. Quais são os tipos de registro? O arquivo que será enviado deve conter alguns registros provenientes das informações prestadas no arquivo, e dependem das notas e documentos fiscais emitidos pela sua empresa. Cada registro tem uma finalidade, e
  73. Todo diretor tem como objetivo possuir uma ampla visão do próprio negócio, conseguindo controlar de perto e aprimorar todos os processos da empresa. Parece uma tarefa complicada, mas transformar a rotina de uma companhia em algo organizado é possível por meio da governança corporativa. Esse sistema serve para, literalmente, colocar ordem na casa. Ele cuida de todos os princípios básicos do negócio, aumentando assim seu valor, sua longevidade e a qualidade da gestão. A governança corporativa é indispensável para qualquer empresa, independentemente do seu tamanho ou do seu tempo de existência. Interessado em saber mais sobre o que é e como implementar esse sistema na sua organização? Continue a leitura deste post! Para que serve a governança corporativa? O sistema de governança corporativa busca garantir a confiabilidade de uma empresa perante seus sócios e acionistas. Em outras palavras, é o conjunto de processos, políticas, costumes e leis que regulam a maneira como uma organização é dirigida. A governança corporativa engloba e envolve a diretoria, o conselho de administração, o relacionamento entre os sócios, os órgãos de fiscalização e as demais partes interessadas. Quais são seus princípios básicos? Transparência Visa disponibilizar para todas as partes interessadas (stakeholders) informações que vão além daquelas impostas por regulamentos ou leis. Deve envolver os diversos fatores que conduzem às ações gerenciais e condizem com a preservação e otimização do valor da companhia. Equidade Consiste em tratar de forma justa e igualitária todos os sócios e partes interessadas, considerando seus deveres, direitos, interesses, necessidades e expectativas. Prestação de contas Esclarece a atuação dos gestores de forma compreensível. É onde os agentes de governança devem assumir as consequências por seus atos e omissões e atuar com responsabilidade em relação a seus deveres. Responsabilidade corporativa Neste ponto os gestores buscam reduzir os aspectos negativos e ressaltar os positivos, sempre levando em consideração o modelo de negócio da organização, em curto, médio e longo prazos. Quais são as suas práticas essenciais? Os princípios básicos servem como modelos de valores essenciais para a empresa, bem como um norte para as boas práticas a serem seguidas. Hierarquia Todos os funcionários devem saber exatamente a quem responder, a fim de manter um alto nível de capacidade de entrega. Para isso, a empresa deve construir uma linha clara de hierarquia, apontando para quem cada integrante deve se direcionar. Além disso, a pessoa com o cargo de “presidente” deve ser a responsável pelas decisões finais em situações de impasse. Reuniões de acompanhamento Essas reuniões devem ser
  74. Diante do atual avanço tecnológico, as notas fiscais antes feitas de maneira manual, passaram a ser preenchidas e emitidas por meio dos computadores e outros equipamentos informatizados. Esses novos documentos são chamados de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-es), os quais são emitidos via Software de Gestão.  As informações enviadas pelo sistema ao governo são aprovadas pelo Sefaz, órgão da Secretaria da Fazenda responsável por tratar das receitas e despesas. Além disso, existe um Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFe), o qual pode ser impresso e nele constam todas as informações exigidas pela fiscalização. Confira abaixo mais algumas informações importantes sobre esse assunto. O que é o DANFe e quais as suas funções? O DANFe é uma representação gráfica simples da nota fiscal, o qual pode ser emitido em mais de uma folha, desde que contenha em todas elas alguns dados essenciais referentes à NF-e. A sua função é confirmar a existência da nota fiscal, afinal, tem uma chave de acesso, o número e a série da nota fiscal, o tipo da operação, as informações da mercadoria, um código de barras e outros dados obrigatórios exigidos pela Fazenda Pública. Como é seu layout? O Layout do DANFe é padrão para todas as empresas e seu modelo está acessível no Manual de Integração do Contribuinte que é disponibilizado no portal da Nota Fiscal Eletrônica. O documento digital pode ser emitido e impresso em folhas de todos os tipos de papéis no tamanho mínimo de 210 x 297 mm e máximo de 230 x 330 mm, menos em papel jornal. Além do mais, terá uma chave numérica de 44 posições para possibilitar o seu acesso, as informações inseridas devem ser claras e precisas e os carimbos da empresa devem ser posicionados somente no verso da folha. Quais elementos são obrigatórios constar no documento? Algumas informações importantes devem obrigatoriamente constar na DANFe. Entre elas, estão: Número da Nota Fiscal Eletrônica; Chave de acesso; Dados do emitente; Dados o destinatário; Peso líquido e bruto da mercadoria; Valores dos impostos; Valor das mercadorias; Sigla DANFe. Antes de liberar a saída de um caminhão da empresa, verifique se todas as informações impressas na DANFe estão corretas, assim você evita futuros problemas com a mercadoria. Como é a emissão da DANFe? A Nota Fiscal Eletrônica e sua respectiva DANFe devem ser emitidas no mesmo sistema de gestão. Para isto, basta configurar o sistema da sua empresa para gerar os dois arquivos simultaneamente. Após gerar a NF-e e esta ser aprovada, a DANFe já estará à sua disposição para a
  75. Desde da instituição da Nota Fiscal Eletrônica, três palavras precisaram ser incorporadas no vocabulário do empresário: Nota Fiscal Eletrônica, DANFe e Arquivo XML. Mas você sabe o que significa cada uma dessas palavras? Quais devem ser armazenadas e quais não têm nenhum valor fiscal? Se você não sabe ou ainda tem dúvidas sobre o tema, acompanhe este post. Vamos explicar cada um desses termos! Como surgiu a Nota Fiscal Eletrônica, a DANFe e Arquivo XML? Antes da instituição da Nota Fiscal Eletrônica, o processo funcionava assim: Você solicitava autorização do Governo para imprimir um bloco de notas fiscais em uma gráfica autorizada. A gráfica te entregava um talão que deveria ser preenchido à mão quando era efetuada uma venda. O talão continha três vias da Nota Fiscal: você ficava com uma, entregava a outra para o cliente e a terceira para o seu contador. Mas em 2007, o governo instituiu a Nota Fiscal Eletrônica como primeiro passo do projeto SPED. Esse projeto tem como principais objetivos: Padronizar e compartilhar as informações fiscais com as instituições competentes Facilitar a análise e o combate à sonegação fiscal Racionalizar as obrigações dos contribuintes, utilizando meios eletrônicos. Com a sua implementação, toda nota fiscal passou a ser emitida eletronicamente com a ajuda de um sistema e um certificado digital. O resultado é a disponibilização de um arquivo XML e de uma DANFe. Nota Fiscal Eletrônica É um costume nosso achar que, para existir, algo precisa ser físico. Mas a antiga nota fiscal foi trocada pela informação eletrônica da NF-e. Portanto, a NF-e é a informação gerada de uma operação, assinada e transmitida eletronicamente pelo contribuinte para a Secretaria da Fazenda. Essa informação fica armazenada e disponível para consulta no Portal da Nota Fiscal Eletrônica. Como se trata de uma informação, o formato de armazenamento destas informações é o arquivo XML, na qual falaremos a seguir. Arquivo XML O arquivo XML é a Nota Fiscal em seu formato digital. Nesse arquivo estão registradas todas as informações da NF-e. Por exemplo, estão os dados do emissor e o destinatário, dados dos produtos e impostos devidos, a assinatura digital e validação da Secretaria da Fazenda. O XML, por ser um documento fiscal, precisa ser armazenado por, no mínimo, 5 anos pelo contribuinte. Ele também é utilizado pela escrituração do livro fiscal. Caso você receba somente a DANFE junto com a mercadoria, é possível obter o Arquivo XML
  76. Administrar um condomínio com todas suas particularidades — e, principalmente, mediar o convívio entre moradores — não é algo simples. Entre obras de manutenção, melhorias, orçamentos, conflitos entre vizinhos, adequação às normas, entre outros, há todo um gerenciamento financeiro e administrativo que fazem do condomínio uma quase empresa. Anda precisando de ajuda? Descubra neste post os principais benefícios que a utilização de um software para a gestão de condomínios pode proporcionar: 1. Economia de tempo e recursos Ao obter um software de gestão de condomínios, o síndico, subsíndico e conselheiros podem fazer as atividades online, como convocar assembleias, marcar reuniões com moradores, fazer a prestação de contas e muito mais. O tempo de colocar esses dados no papel, definir atribuições, fazer cálculos e outras atividades, será reduzido, dando uma folga para a realização de outras tarefas mais importantes, como acompanhar obras e vistoriar instalações. Você também consegue economizar em recursos, pois o que era feito em papel e arquivado em pastas agora está online. 2. Melhor controle financeiro Ao utilizar um software de gestão de condomínios bem estruturado, o síndico pode publicar documentação, prestação de contas e comunicados online para os condôminos. Com isso, ele faz uma previsão de gastos para os meses seguintes muito mais fácil de ser acompanhado pelos moradores. Além disso, é mais prático gerar relatórios e fazer orçamentos que auxiliam no gerenciamento diário. A documentação fica toda registrada de forma segura e consultar dados se torna uma tarefa bem mais simples para todos. 3. Mais transparência Com os dados e a documentação publicados no software, todos os moradores têm acesso a eles, podendo consultar quando bem entenderem. Isso ajuda na compreensão geral de como estão sendo gastas as verbas condominiais. 4. Relacionamento mais aberto Um bom software de gestão de condomínios oferece um canal para que síndico e condôminos mantenham a comunicação aberta, com liberdade para fazer críticas e sugestões. Isso evita conflitos e promove a boa convivência entre as partes — pois, muitas vezes, o síndico também é morador. 5. Organização de agendamentos e reservas Algo bem comum de acontecer em prédios que não tem uma gestão bem estruturada é que as solicitações de reserva das áreas comuns, como quadra, churrasqueira, salão de festas, acabem se confundindo e duas pessoas marquem ao mesmo tempo ou em datas e horários errados. Com um software isso não acontece, facilitando o gerenciamento e evitando esse transtorno. Assim, todos os moradores têm acesso à agenda das áreas sem a necessidade
  77. Demonstrações contábeis (também conhecidas como demonstrações financeiras) são um conjunto de técnicas que oferecem um panorama geral da situação financeira de uma empresa em determinado período de análise. Assim, com ela, a situação financeira pode ser conferida a partir da análise de elementos da contabilidade, tais como o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício e a Demonstração dos Fluxos de Caixa, entre outros. Esses elementos representam uma importante ferramenta no auxílio à tomada de decisões por parte dos empreendedores, independentemente da atividade que exercem ou o tamanho de seu empreendimento. Para saber mais sobre eles, acompanhe este texto até o final. Quais são os objetivos fundamentais das demonstrações contábeis? As demonstrações contábeis têm como objetivo principal demonstrar para o usuário qual é a posição patrimonial de sua empresa. Ela garante uma melhor visualização da saúde financeira da organização, permitindo assim melhores condições para que os gestores saibam se o momento é adequado para dar sequência aos investimentos ou cortar gastos. Quais são elas? 1. Balanço Patrimonial Este é o relatório contábil mais conhecido e também o mais simples. Por meio dele, é possível avaliar todo o conjunto de bens e direitos — os ativos da empresa — e suas obrigações — os passivos. Funciona da seguinte forma: os ativos representam todo o conjunto de investimentos do negócio, enquanto os passivos e o patrimônio líquido representam as fontes, as origens dos recursos. A estrutura do balanço patrimonial se baseia na equação: Ativos – Passivos = Patrimônio Líquido Assim, o Patrimônio Líquido surge como a diferença entre ativos e passivos, representando o saldo da organização. Com ele, é possível obter informações mais precisas sobre o que foi investido, o conjunto de aplicações realizadas em determinado período, quem realizou os financiamentos das aplicações, o perfil das dívidas, entre outros. 2. Demonstração de Resultado do Exercício Assim como o Balanço Patrimonial, as DREs mostram de maneira resumida as informações referentes aos fatos contábeis da empresa — neste caso, com foco nos créditos e débitos recebidos pela Apuração do Resultado do Exercício (ARE). Nela, o resultado apurado em relação ao conjunto de operações realizadas num determinado período é apresentado verticalmente e de forma resumida. 3. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados A DLPA concentra sua atenção na conta de lucros do patrimônio líquido da empresa. Por meio dessa demonstração, é possível ter uma ideia precisa do que aconteceu com os lucros ou com os
  78. Você já deve ter lido diversas notícias na internet sobre o eSocial. Isso porque todas empresas serão obrigadas a utilizar o sistema. Você não conseguiu achar em um lugar informações sobre o impacto dessa mudança? Reunimos as principais para você ! Vamos explicar o que é o eSocial e o impacto para a sua empresa. O que é eSocial? Imagine reunir todas as obrigações em apenas um documento? Por meio do eSocial um programa do Governo Federal existe essa possibilidade, que pode facilitar muito a vida de contadores e profissionais do departamento pessoal. Com esse sistema fica mais fácil enviar as obrigações trabalhistas de uma única vez. Nesse grande “banco de dados” todos os dados são analisados e a qualidade das informações é verificada. Esse sistema modificou a forma de se realizar parte dos procedimentos contábeis. Fazem parte desse projeto o Ministério do Trabalho e Emprego, INSS, Receita Federal do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Dessa forma, com um banco de dados em mãos, o Fisco vai ter um controle mais amplo sobre os dados dos empregadores. Esse fato pode assustar empresários devido ao elevado grau de organização exigido. Mas o programa também vai contribuir de forma efetiva para diminuir a quantidade de burocracia e alavancar as funções. Impacto do eSocial nas empresas O eSocial vai tornar extremamente efetiva a fiscalização de empresas, ou seja, serão analisadas diversas informações e os empresários terão que andar na linha. Diversas informações da sua empresa serão armazenadas no eSocial. Os dados serão transformados em um arquivo XML que ficará armazenado e pode ser acessado pela internet, o envio de informações deve respeitar os prazos das leis trabalhistas. O eSocial vai afetar de forma radical a realização de processos dentro da sua empresa. Uma das maiores mudanças é no envio da folha de pagamento, que deve ser enviada mensalmente. É necessário ficar atento principalmente com o lançamento de eventos ocasionais dentro de sua organização. O Registro de Eventos Trabalhistas, ou RET, ou seja, as alterações que acontecem durante a relação de trabalho devem ser informadas ao sistema no momento do acontecimento, se esse processo não for realizado no prazo, poderá acarretar em multa! Também será necessário informar todos os processos trabalhistas realizados na empresa ao eSocial. Os prazos para realizar os procedimentos não serão alterados e seguem a legislação trabalhista atual. São operações que você realizava no antigo sistema, como cadastro de trabalhadores, demissão, admissão, afastamento,
  79. Com a crise financeira pela qual o Brasil está passando, cresceu muito o número de clientes inadimplentes em todo o país. Com menos dinheiro circulando e a taxa de desemprego mais alta, as pessoas começaram a demonstrar dificuldade para honrar seus compromissos. E as empresas credoras precisam encontrar formas de trabalhar a redução da inadimplência dos seus clientes. Se você tem um escritório de contabilidade, ou trabalha em um, sabe o quanto é importante contar com clientes que paguem seus compromissos em dia. Confira 4 dicas para reduzir a inadimplência e manter o seu escritório saudável. 1. Aja preventivamente Atualmente, existem diversas ferramentas por meio das quais pode-se saber qual é o histórico de pagamento de um cliente. Por mais que seja tentador receber uma nova proposta no seu escritório, é preciso tomar cuidado antes de fechar. Um cliente mau pagador trará mais prejuízos do que lucros. Vá atrás dos órgãos de defesa do consumidor, do SPC e do Serasa, para buscar informações sobre a atual situação do cliente. Caso ele já tenha sido cliente de outro escritório de contabilidade, procure saber sobre o seu histórico de relacionamentos no setor antes de fechar o negócio. 2. Reveja sua carteira de clientes O maior indicador de que algo pode não estar bem com a saúde financeira dos seus clientes é a sua própria carteira. Se você tiver uma visão global de todos os seus clientes poderá acompanhar o histórico deles e controlar como estão os pagamentos. Não há problemas quando um cliente atrasa um mês de pagamento — principalmente se for um bom cliente. Nesse caso, vale a conversa para entender os motivos do atraso, que podem estar ligados até mesmo a uma pequena desorganização. Mas quando o cliente começa a atrasar dois ou três meses de pagamento, ele começa a prejudicar o fluxo de caixa do seu escritório. Não deixe a cobrança para depois! Procure o cliente e converse com ele. Se não encontrarem a solução, o melhor é não prosseguir no relacionamento, pois ele poderá lhe causar problemas no futuro. 3. Busque formas de pagamento que evitem esquecimentos Quando você tem clientes que, com alguma frequência, esquecem de efetuar pagamentos, a solução pode ser mais simples do que você imagina. Muitas vezes um cliente não tem problemas financeiros, mas é desorganizado e acaba atrasando, mas para o seu escritório o ônus pode ser muito grande. Por isso, busque formas de pagamento que
  80. A implementação e o uso correto do fluxo de caixa podem fazer a diferença na sua gestão financeira. Mas será que você conhece como organizar e otimizar o seu fluxo de caixa? Neste post você vai aprender em 4 passos como organizar o seu fluxo de caixa e aproveitar todos os benefícios desta ferramenta na sua gestão. Confira! 1. Entenda o fluxo de caixa Para implementar o fluxo de caixa é preciso compreender a ferramenta. Apesar da indicação no nome, o fluxo de caixa deverá contar com os saldos das contas correntes e das aplicações de curto prazo. Isso ocorre porque estes valores ou estão disponíveis ou podem ser facilmente convertidos em dinheiro. Também deverão compor o fluxo de caixa os valores das entradas e saídas de recursos. As entradas são relacionadas aos recebimentos, geralmente originados das vendas de produtos ou serviços. E as saídas são aqueles valores que a empresa utiliza, em sua maioria, para manter sua atividade, como é o caso dos pagamentos a funcionários, contas diversas, fornecedores, entre outros. Após comparar os saldos iniciais das disponibilidades com as entradas e saídas, será obtido o fluxo de caixa do período. 2. Determine um período para o seu fluxo de caixa Agora que você compreendeu que o fluxo de caixa é necessário, para iniciá-lo é necessário que seja definido um período de corte para o começo dos registros, ou seja, uma data em que os saldos iniciais das disponibilidades serão separados e inseridos, de preferência em um bom software de gestão, e comparados com as entradas e saídas. Após registrar esses valores, toda a movimentação financeira da empresa que passar pelo caixa e equivalentes deverá ser registrada para que você possa conhecer, em tempo real e de forma correta, os valores que sua empresa tem disponíveis e que podem ser utilizados de acordo com suas necessidades. Para isso, não esqueça de registrar a movimentação de forma diária. 3. Acompanhe as receitas e despesas A criação e utilização de centros de custos para as despesas e de lucros para as receitas, além da categorização destas contas, poderá deixar o seu fluxo de caixa pronto para ser utilizado no processo de tomada de decisão. A categorização permite saber com o que a empresa está gastando ou ganhando recursos financeiros. Já a divisão entre centro de custo e de lucro permite entender em quais departamentos, linhas de produção ou de produtos as despesas e receitas estão
  81. Hoje em dia, trabalhar com profissionais bem preparados é um grande diferencial no mundo corporativo. Um conjunto eficiente que realiza as tarefas da forma mais otimizada e organizada possível é sinônimo de sucesso para a empresa. Porém, para ter um time entrosado e vencedor, algumas medidas devem ser tomadas. Continue lendo este artigo e descubra 5 delas que tornarão o seu gerenciamento de equipe mais eficiente! 1. Saiba selecionar O primeiro passo a ser tomado é um dos principais e muito determinante para definir se o seu gerenciamento de equipe será eficaz: seja seletivo quando for contratar. Até porque você deve ter em mente que essas pessoas andarão ao seu lado na condução da empresa. Portanto, dê a preferência para aqueles com as mesmas ambições e objetivos profissionais que o grupo tem. Com focos iguais, o entrosamento será maior, os resultados serão positivos e, por consequência, sua instituição crescerá. 2. Conheça bem os seus colegas de trabalho Com o seu time já formado, o próximo objetivo é saber das características de cada um. Conhecer todos os funcionários de uma maneira exclusiva é de suma importância para o seu gerenciamento de equipe. Procure encorajar as especialidades de cada pessoa. Por exemplo, se você sabe que alguém tem habilidades na informática, incentive-o com isso. Assim, a sua equipe será sempre bem preparada em diversos setores e uma referência nas atividades gerais. 3. Trabalhe com méritos e incentivos Como já citado no último tópico, o incentivo e a motivação são grandes forças impulsionadoras dentro de uma equipe. Recompensar os méritos dos colaboradores por cada conquista positiva é um pilar importantíssimo para um grupo eficiente, podendo também ser algo como uma meta a ser seguida pelos profissionais da empresa. Mas por outro lado, tome cuidado ao trabalhar com as recompensas no seu gerenciamento de equipe. Aqui, o objetivo é o de motivar e inspirar todos os funcionários, não o de causar um sentimento de inveja ou gerar algumas rivalidades internas. 4. Sirva como exemplo Em todo time, uma figura deve servir de inspiração sendo uma imagem para ser seguida pelos demais e essa é a sua função como líder. Seu dever é o de estar sempre com atitudes positivas e confiantes chamando a responsabilidade de maneira confiante e entusiasmada! Dessa forma, você será tido como uma referência em todos os sentidos para os colaboradores. 5. Promova treinamentos Muitas vezes, as empresas investem com rigor em treinamentos teóricos e deixam a prática de lado. Você seguiu os tópicos acima? Sim? Então
  82. Infelizmente, a realidade do empresariado brasileiro não é a das melhores. Ao todo, metade das empresas nacionais fecham as portas antes de completarem quatro anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E se você acha que o cenário está assim por causa da crise, está enganado! Para muitos especialistas, o problema é a falta de maturidade da gestão. Atentos a esse problema, resolvemos trazer algumas dicas importantes para que você garanta a excelência quando o assunto é gestão empresarial. Confira! 1. Faça o planejamento estratégico Sem um direcionamento claro, dificilmente o gestor sai do lugar. Por isso, o primeiro passo para criar uma gestão empresarial de excelência é desenvolver um bom planejamento estratégico. Esse é o momento em que o gestor define a visão, os valores, a missão e os objetivos e metas da empresa. Além disso, é também no planejamento estratégico que se deve realizar a análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças), na qual são avaliados o ambiente interno e externo. 2. Otimize os processos internos Pode ter certeza que a improdutividade de uma empresa está intimamente relacionada aos processos internos. Afinal, os famosos gargalos de produção, que nada mais são do que atividades que apresentam problemas — como o desperdício ou a morosidade — são os principais inimigos da eficiência. Além de montar todo o organograma organizacional para mapear cada um dos processos internos e avaliá-los, é muito importante que o gestor aposte na automação para garantir o máximo de produtividade. Esse é o ponto que abordaremos a seguir. 3. Invista na automação da gestão empresarial Sim, o verbo “investir” usado nesse tópico não foi por acaso. A tecnologia é um investimento, visto que, no longo prazo, o empreendedor gasta menos com mão de obra, está menos sujeito ao desperdício de recursos, otimiza o tempo e a produtividade, entre muitas outras coisas. Hoje, existem sistemas e softwares para tudo, como os destinados ao controle financeiro e contábil, a gestão de estoques e de clientes, etc. Essa, certamente, é a melhor maneira de garantir a sustentabilidade do seu negócio. 4. Controle as finanças A qualidade do controle financeiro e contábil de um negócio é o que separa as empresas de sucesso daquelas que estão mais próximas de engrossar as estatísticas. Afinal, o caos patrimonial é o que leva as empresas à falência. É claro que, novamente, a tecnologia faz toda a diferença, afinal, com os softwares disponíveis no mercado é possível acompanhar todas
  83. O síndico é um profissional fundamental para o bom funcionamento, organização e manutenção de um condomínio. Certificando que todas as contas estão em dia, garantindo a segurança e o bem-estar dos moradores e planejando melhorias para o edifício, ele precisa de atenção constante para manter-se à altura da demanda. Mas como tornar-se o síndico de que seu condomínio precisa? Com algumas práticas certeiras e simples, você poderá aprimorar suas habilidades, adquirir importantes conhecimentos e destacar-se cada vez mais nesse papel. Continue a leitura e mãos à obra! 1. Conheça as regras do condomínio Agendamento da área de churrasco, horário para usar a piscina ou as quadras, visitas… Cada edifício tem suas próprias regras para assegurar a boa convivência e a segurança de todos os moradores. Sua tarefa como síndico é certificar-se de que todas essas regras são devidamente cumpridas e, portanto, é fundamental que você conheça-as muito bem. Isso é importante também para a hora de esclarecer possíveis dúvidas dos moradores (ou interessados em se tornarem moradores), assim como para a discussão e proposta de novas medidas para o edifício. 2. Seja organizado Quem lida com regras, dados e dinheiro precisa, obrigatoriamente, ser uma pessoa organizada. Portanto, o síndico deve ser capaz de manter em ordem todas as cobranças, registros e todas as informações originárias de sua função. Você é responsável, também, por manter os documentos do edifício em ordem. Caso isso não aconteça, além de dificultar muito seu próprio trabalho, você pode acabar prejudicando diretamente algum dos moradores — por exemplo, ao cobrar uma taxa de condomínio que já havia sido paga. Já deu para ver que não dá para deixar a organização de lado, não é? Para te ajudar com isso, procure por um sistema de automatização, facilite seu trabalho e garanta sua organização! 3. Promova na comunicação Lembre-se: por mais que você exerça o trabalho de síndico e tenha demandas da função, o condomínio não é uma empresa. Você está lidando com famílias e seus lares e, dessa forma, é bastante comum que quaisquer incômodos ou desentendimentos se tornem pessoais. Como síndico do edifício, cabe a você manter a cabeça no lugar e tratar todos os casos com racionalidade, paciência e atenção. Esforce-se para estabelecer uma boa comunicação não apenas entre você e os moradores, mas entre os próprios condôminos. Assim, eles poderão resolver várias situações sozinhos e, quando for necessário, recorrer ao seu aconselhamento. 4. Seja transparente Como síndico, você
  84. Sigla para Enterprise Resource Planning, os sistemas ERP são softwares de gestão empresarial integrados que têm como finalidade unificar soluções relacionadas a diversas informações gerenciais dos departamentos de uma empresa: Contabilidade, Finanças, Fiscal, RH, Suprimentos, Patrimônio e Vendas. No artigo de hoje, apresentaremos o que é e quais são os critérios importantes que devem ser levados em consideração no momento da escolha do sistema ERP. Vamos lá? O que é um ERP? Os sistemas ERP são plataformas de software capazes de armazenar as mais diversas informações que circulam nos variados setores de uma empresa e automatizar seu fluxo, de forma única, contínua e consistente. Eles podem englobar os registros de produção, de compra e de controle de estoque, financeiros (contas a receber, a pagar e fluxo de caixa), contabilidade, folha de pagamento, entre outros. O ERP controla toda a empresa. Todos os processos são documentados e contabilizados, o que permite enxergar as regras de negócio de forma bem definida e possibilita maior controle sobre pontos delicados do negócio, como a administração de custos, o controle fiscal e os estoques. Aderir a esses sistemas põe fim aos vários processos que funcionavam de forma isolada na empresa, com informações redundantes e pouco ou nada confiáveis. O que avaliar no momento da escolha do sistema ERP? Para aproveitar toda a sua potencialidade, é preciso pensar bem em alguns critérios no momento da escolha do sistema ERP. Estes são alguns elementos a se analisar: 1. Funcionalidade Em primeiro lugar, é preciso entender o funcionamento da sua empresa e, então, encontrar o sistema ERP ideal. Veja bem: disse encontrar, não ser encontrado. Muitas empresas cometem o equívoco de forçar sua estrutura a se adequar ao sistema de gestão, quando o movimento deveria ser o contrário. Afinal, cada empresa possui suas peculiaridades. É preciso analisar as funcionalidades do que lhe é oferecido como solução ERP e imaginar se aquilo se adéqua aos sistemas já consolidados no seu negócio. 2. Flexibilidade Ser dinâmico deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito. Todo negócio que faz a acertada decisão de investir em tecnologia para melhorar seu desempenho deve optar por um sistema ERP flexível. Permitir customizações, ser responsivo ou estar disponível em nuvem. Tudo o que facilite o acesso e traga comodidade. Com um ERP flexível, é possível manter a gestão da empresa em dia de qualquer lugar, sem contar que sua equipe atuará de maneira notavelmente mais eficiente e ágil se puder alimentar ou consultar
  85. A meta é continuar impulsionando o desenvolvimento do negócio por meio de estratégias viáveis e eficazes, certo? Para obter sucesso nesse objetivo, entretanto, é preciso de um planejamento financeiro empresarial, o pontapé inicial para tornar o empreendimento ainda mais rentável. Ciente da importância desse aspecto no universo corporativo, você busca por informações que ajudem a elaborar um planejamento financeiro bem estruturado, não é mesmo? Então, está no lugar certo, pois criamos um conteúdo especial sobre o assunto. Evite a tão temida zona do vermelho colocando em prática as dicas abaixo. Veja só! 1. Faça um balanço geral Se você ainda não sabe como está a situação da sua empresa, não perca mais tempo e faça já um levantamento para verificar e entender o atual cenário. Organize todos os detalhes e transfira para algum documento, afinal, acreditar que está tudo bem é muito diferente de ter certeza. Por isso, é fundamental que você compile todos os dados e informações e, depois disso, faça um balanço patrimonial, atestando de fato qual o real quadro da empresa. 2. Elabore um calendário Diretores, gestores e empreendedores de sucesso devem ter em mãos um calendário que marque as datas de todos os processos administrativos, incluindo pagamento da equipe e acerto com fornecedores. Além desses itens, é necessário também agendar os dias em que caem os recebimentos. Somente assim você conseguirá manter a empresa equilibrada. Nesse aspecto, é fundamental que você crie o hábito de acompanhar regularmente as transações financeiras, certificando-se de registrar todos os procedimentos que envolvam a entrada e saída de dinheiro. Pode ser uma tarefa cansativa, mas essa é melhor forma de garantir o controle financeiro. 3. Recuse empréstimos Os juros originados dos empréstimos são os principais vilões dentro de uma organização, sendo, muitas vezes, os responsáveis por levar a empresa à falência. Então, o melhor a fazer é se programar para que não seja preciso solicitar empréstimos a bancos ou a pessoas próximas. Tal atitude, com certeza, evitará futuros problemas e manterá o empreendimento com as contas em dias. 4. Elimine gastos desnecessários Corte as palavras “compras” e “gastos” do seu vocabulário e adote o seguinte mantra: “devo reduzir custos e não aumentá-los”. Mas atenção: o ideal aqui é eliminar gastos supérfluos, jamais deve-se cortar itens essenciais para a manutenção da empresa, ok? Pode parecer pouco, mas no final do mês você perceberá que a economia com pequenos detalhes resultou em um valor expressivo. Portanto, veja o que é desnecessário na sua empresa e tente o mais rápido possível excluir tal despesa. 5. Calcule o preço real do produto Claro
  86. Manter um bom relacionamento entre síndico e condôminos nem sempre é uma tarefa fácil. Em prédios grandes, sobretudo, a convivência entre pessoas pode se inflamar devido à proximidade das propriedades e ao impacto que a vida de um vizinho pode ter sobre as demais pessoas que vivem ou trabalham no edifício. Reunimos algumas dicas nesse artigo para ajudar aqueles que enfrentam alguma dificuldade de convivência no condomínio a estabelecer um convício mais agradável. Confira! Estimule a participação e o envolvimento dos moradores Quanto mais atividades as pessoas de um condomínio realizam juntas, melhor é a convivência. Isso acontece porque é mais fácil sermos intolerantes com pessoas que não conhecemos ou com quem não temos proximidade. Estimular a participação dos moradores em reuniões e decisões sobre o condomínio é uma forma bastante eficaz de promover uma convivência melhor. Alguns condomínios promovem festas de confraternização entre moradores, síndicos e funcionários para aproximar as pessoas e promover a harmonia. Inclua os funcionários do condomínio As pessoas que trabalham no prédio devem sempre ser tratadas com o maior respeito. Não é raro encontrar pessoas que convivem anos com funcionários do condomínio, mas não sabem sequer o nome deles. Não seja uma dessas pessoas! Além de desnecessário e boçal, impede que você conheça pessoas que estão todos os dias no mesmo espaço que você e, portanto, fazem parte da sua vida. Às vezes pode acontecer um desentendimento ou outro, mas, nesses casos, a conversa é sempre a melhor maneira de resolver qualquer conflito. Conheça as regras e o regulamento interno Todo condomínio tem seu regimento interno. Peça o seu e estude-o. Assim, será possível estar ciente de todos os seus direitos e deveres. Da mesma forma, você se prepara para argumentar sobre alguma necessidade de mudança ou observação das regras caso seja necessário. Quando precisar conversar com o síndico, tenha como base o regimento interno, assim evitará discussões de cunho pessoal e desentendimentos. Discuta as leis de forma tranquila e tudo deve correr bem. Comunique o que for necessário A comunicação é a chave da boa convivência com as pessoas que nos rodeiam. Visto que a vida de um vizinho do prédio pode influenciar de forma imediata a vida dos demais, algumas atividades devem ser comunicadas com antecedência. Procure o síndico para avisar sobre mudanças, reformas, festas e outros acontecimentos que podem refletir na dinâmica do edifício. Assim, no caso de alguma reclamação, o síndico estará ciente do
  87. A inadimplência é um problema que afeta milhares de negócios espalhados pelo Brasil. Seja qual forem os motivos que levam o consumidor a não pagar suas dívidas, o descumprimento de compromissos financeiros precisa ser mais bem trabalhado pelos empreendedores, a fim de que venham efetivamente a reduzir em volume. Se você sofre com esse contratempo, aprenda algumas dicas para diminuir a inadimplência em seu negócio! Faça um cadastro de seus clientes O cadastro de clientes é fundamental para você poder entrar em contato com uma pessoa, sempre que for preciso. Seja para fazer uma cobrança, seja para oferecer produtos novos. Porém, um cadastro completo e bem feito também é proveitoso para investigar como anda a vida financeira de seu cliente. Use os serviços de análise de proteção ao crédito para conferir o passado do cliente que está em débito com você. Para isso, é preciso ter os dados pessoais em mãos, como o CPF e seu nome completo. Feita a consulta, você saberá se o cliente é um bom pagador ou é um inadimplente reincidente. Classifique seus clientes Ainda usando o cadastro de clientes, você poderá classificar as pessoas, de maneira a saber as formas como agir com cada uma delas. Mesmo que você faça a consulta de crédito na hora de cadastrar o cliente, essa situação pode se alterar no futuro. Por isso, consulte periodicamente seus clientes. Nesse arranjo, é possível incluir uma categoria para os clientes que pagam regularmente, outra para os clientes que atrasam, e mais um conjunto para os que já estão muito atrasados nos pagamentos. A partir disso, você poderá tomar as devidas atitudes necessárias para resolver o problema que visualizar. Tenha um bom pós-venda Seja qual for a classificação de seu cliente, use um bom pós-venda com ele. O pós-venda é um conjunto de ações que devem ser aplicadas depois que seus clientes saem da loja, como, por exemplo, entrar em contato com uma pessoa a fim de descobrir o que achou do produto ou do atendimento recebido. Essa prática auxilia a examinar a conjuntura (e a satisfação) do cliente, assim como resolver os eventuais problemas — antes que eles piorem. Uma dica é ligar para o cliente, dias antes de a conta vencer. Assim, você poderá fazer perguntas que envolvam a satisfação do cliente em relação ao produto adquirido, se ele compraria novamente com você. Entre outras perguntas, você pode questionar as condições de
  88. Produtividade é uma palavra muito presente em conversas quando o tema é o mundo corporativo. Mais que isso: gestores e empreendedores estão sempre em busca de maneiras para aumentar a produtividade das equipes. Como vivemos em um mercado competitivo e dinâmico, é vital encontrar formas de garantir as ferramentas necessárias aos colaboradores para potencializar a performance e atingir as metas do negócio. Para tanto, é preciso melhorar o fluxo de trabalho, além de compreender que a produtividade não tem fórmula mágica, mas é resultado de uma série de fatores. No artigo de hoje vamos dar algumas dicas para lhe ajudar a gerar um aumento de produtividade na equipe. Confira! 1. Não sobrecarregue seus colaboradores O acúmulo de atividades é muito prejudicial ao desempenho. Não apenas pela óbvia falta de tempo hábil para dar conta das tarefas, mas também por uma questão física. O excesso de pendências sobrecarrega nosso cérebro, que acaba não conseguindo manter o foco na ação ou na qualidade do que é produzido. O cansaço mental é o primeiro passo para a desmotivação e a queda na produtividade. Por isso, é vital criar uma ordem de prioridades para as demandas sempre que possível, estimando o período ideal para a realização de cada uma delas. Aprenda a identificar, reduzir ou eliminar tarefas desnecessárias. 2. Trabalhe com metas reais É comum confundir metas desafiadoras com objetivos irreais. Definir datas absurdas ou prometer entregas que não são comportadas pelos recursos da empresa só servem para desgastar o colaborador. A produtividade tende a cair vertiginosamente nesse tipo de situação. Ao contrário do que alguns gestores pensam, esse tipo de atitude não é motivadora e não fideliza o cliente, uma vez que é muito provável que os prazos não sejam cumpridos ou a qualidade do que é produzido deixe a desejar. Pense o cronograma junto com a equipe, avaliando a melhor maneira de contemplar o que é pedido sem prejudicar o desempenho. 3. Invista em qualidade de vida Não há como falar em produtividade sem trazer a qualidade de vida à discussão. Esse é um ponto primordial, já que é impossível garantir o atingimento de metas quando o colaborador tem problemas de saúde física ou emocional. O bem-estar interfere na performance, positiva ou negativamente. Então, invista em ações que promovem atividades físicas e mudanças de maus hábitos alimentares. Oferecer assistência médica e odontológica é também muito importante. 4. Preste atenção no clima organizacional Qualidade de vida passa pelo clima organizacional, pois o
  89. O Sistema Integrado de Gestão Empresarial ou, simplesmente, ERP (Enterprise Resource Planning) é uma ferramenta que visa eliminar os processos manuais e diminuir o tempo de execução das tarefas de um determinado negócio. Os sistemas ERP são muito conhecidos por darem suporte às mais diversas empresas em termos administrativos, comerciais, financeiros, entre outras áreas. No atual cenário econômico brasileiro, muitos diretores de empresa devem se perguntar: por que investir em um sistema EPR? Qual é o melhor momento para a aquisição de um software? Caso você tenha essas dúvidas, não se preocupe! Neste post vamos respondê-las e mostrar tudo o que você precisa saber sobre um sistema ERP. Confira! Por que implantar um sistema ERP? Toda empresa quer crescer no mercado, aumentar os ganhos e manter a qualidade de seus produtos e serviços, não é verdade? Dentre as mais diversas vantagens que o sistema ERP pode proporcionar para sua empresa, podemos destacar a eliminação de redundâncias e retrabalhos e a simplificação de processos. Tudo isso resulta em ganhos de produtividade e maior segurança das informações. Além disso, com a implantação de um Sistema Integrado de Gestão Empresarial é possível realizar um planejamento estratégico mais eficiente, controlar as contras da empresa e otimizar tarefas e processos. Um sistema ERP também auxilia significativamente no aperfeiçoamento de resultados e no crescimento do negócio. Por último, podemos destacar também a padronização de tarefas e procedimentos, o que permite uma redução significativa do tempo gasto nas mais diversas atividades, a possibilidade de se trabalhar com estoque reduzido e a diminuição dos riscos operacionais. Quando implantar um Sistema Integrado de Gestão Empresarial? Agora que você já sabe vários motivos que comprovam que sua empresa deve implantar um sistema ERP, a grande questão é: quando? A melhor forma de definir o momento exato de investir no software é por meio de uma série de questionamentos: A empresa está desperdiçando tempo ou dinheiro devido a erros operacionais? Os produtos ou serviços prestados são entregues com atraso? Existem gargalos na produção? O estoque alguma vez deixou de suprir a demanda ou as necessidades da empresa? A empresa perdeu alguma venda por falta de informações confiáveis ou atualizadas? Existem produtos ou serviços que os seus respectivos ganhos e resultados não são conhecidos? Se para alguma das perguntas mostradas acima a resposta for “sim”, aconselhamos que seja feito um levantamento detalhado das consequências e dos impactos que esse problema pode levar à empresa. Com essas informações e de acordo
  90. Toda empresa que possui um processo de produção ou trabalha com a venda de itens precisa lidar com a gestão dos estoques que são formados. Eles são necessários para atender as demandas e, quanto maior for o negócio, mais complexa é a rotina de controle dos produtos. Nesse cenário, surge a gestão de estoque e é sobre ela que vamos falar no artigo de hoje. Acompanhe! O que é a gestão de estoque e qual sua importância para a empresa? A gestão de estoque é a área responsável por controlar as rotinas de recebimento, armazenagem, separação e expedição dos pedidos — quer sejam eles destinados a atender a produção, quer para vendê-los aos clientes. Sendo assim, ela tem uma relação direta com as áreas de Compras e Comercial, visto que envolve o processo de aquisição dos itens e sua disponibilização para vendas. É importante ter um controle mais rigoroso sobre essas rotinas, pois os resultados desse setor também afetam a gestão financeira do negócio. Veja alguns exemplos dessa relação: indisponibilidade de item em estoque acarreta perda de vendas, que, consequentemente, impacta o valor do faturamento; excesso de produtos eleva os custos operacionais e aumenta os riscos de perdas; cada perda de item que ocorre, além de desperdiçar o capital que foi empregado para adquiri-lo, também provoca perdas no faturamento que sua venda geraria. Esses são apenas alguns exemplos de como a gestão de estoque é relevante para o negócio, apesar da rotina altamente operacional que o setor possui. Como implementar de maneira eficaz, trazendo melhores resultados? Como vimos até aqui, para que os resultados sejam satisfatórios — considerando a empresa como um todo — é essencial que uma boa gestão seja realizada. Para isso, confira algumas dicas que podem ser adotadas na rotina: 1. Faça um cadastro padronizado para os itens A padronização do cadastro dos materiais é importante para que haja uma uniformidade no sistema, evitando duplicidades e possíveis “furos” — problema que faz com que se acredite que o item não está disponível no estoque, quando ele possui quantidades cadastradas de outra forma, ou vice-versa. Portanto, deve-se criar apenas um nome e um código para cada material que existe no estoque. 2. Crie um padrão de endereçamento para cada produto O mesmo serve para o endereçamento. Esse padrão facilita a localização durante o processo de separação do pedido. Com um sistema de alocação de itens bem estruturado, o colaborador não perde tempo procurando
  91. O planejamento estratégico empresarial deve ser visto pelos administradores de empresas como uma espécie de guia que serve para nortear as ações tomadas em todos os segmentos da organização, desde a alta cúpula administrativa até os cargos mais baixos. É por esse motivo que saber como fazer um bom planejamento é tão importante. Se você não tem noção de como fazer um planejamento estratégico eficiente, não se preocupe, pois nós temos quatro dicas para você montar o seu, alcançando o sucesso para a sua organização. Confira! 1. Defina uma estrutura organizacional A primeira coisa que deve ser feita para se ter um planejamento empresarial de sucesso é a definição da estrutura hierárquica organizacional. Desse modo, os gestores e todos os colaboradores da organização saberão exatamente qual é o seu papel, facilitando a criação de estratégias para cada grupo de pessoas. Um dos modelos mais utilizados de estrutura organizacional é o proposto pelo estudioso da administração, Henry Mintzberg, que divide as empresas em seis partes: ápice estratégico, linha intermediária, núcleo operacional, equipes de apoio, tecnoestrutura e ideologia. 2. Aplique o ciclo PDCA É preciso ter em mente que o planejamento estratégico tem um processo cíclico, portanto, não pode ser elaborado e simplesmente esquecido em uma gaveta, deixando de ser utilizado durante muito tempo. É preciso que seja aplicado o ciclo PDCA. De acordo com essa metodologia, cabe ao responsável pelo planejamento empresarial planejar (plan), executar (do), verificar as estratégias (check) e agir (action). Esse ciclo é conhecido por alguns como o ciclo da melhoria contínua. 3. Defina e divulgue as diretrizes organizacionais Antes de iniciar o planejamento, é essencial que sejam bem definidas as diretrizes organizacionais da empresa, ou seja, sua missão, visão e valores. São esses princípios que devem nortear a empresa sobre os caminhos que devem ser seguidos por todos. É por esse motivo que as diretrizes não podem ser apenas criadas e esquecidas, elas devem ser fixadas em murais, impressas em cartilhas, em materiais de intranet, entre outros, para que todos os funcionários tenham conhecimento de sua existência e saibam como segui-las. 4. Crie uma matriz SWOT Finalmente, chegamos à etapa da matriz SWOT (no Brasil também chamada de FOFA — Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças), que é a base para qualquer tipo de planejamento empresarial. A ideia é que os responsáveis pelo planejamento façam um levantamento dos pontos fortes e pontos fracos, bem como as ameaças e oportunidades
  92. Uma das grandes preocupações das empresas nessa crise é como aumentar as vendas do seu negócio sem precisar investir uma enorme quantidade de recursos em publicidade e técnicas de marketing pouco efetivas. Para ajudar, nós selecionamos algumas boas ideias nesse artigo para que você possa aprender como aumentar as suas vendas sem precisar colocar a mão no bolso e investir muito dinheiro no processo. Então se prepare e continue lendo esse artigo para saber mais sobre o assunto! Ideias de como aumentar as vendas com pouco custo Abaixo, nós listamos 4 boas ideias de como aumentar as vendas da sua empresa com pouco custo. Há sugestões de marketing baratas e ideias para colocar em prática hoje mesmo! Confira: Marketing Digital O Marketing Digital desponta atualmente como a principal opção de marketing para empresas de todos os segmentos e tamanhos, mas especialmente aquelas com poucos recursos para investir. A razão disso é fácil de entender: estratégias de marketing digital são baratas e o retorno é rápido, mas também bem alto. Com o Marketing Digital, é possível automatizar o processo de aquisição de clientes através de um funil de vendas robusto e uma campanha automatizada de e-mail marketing, gerenciar todo esse processo com facilidade e ainda medir os resultados sem dificuldade nenhuma. Tudo isso com um custo muito menor do que o investimento necessário para as ações de marketing offline, como anúncios em revistas ou jornais, carros de som e afins. Fidelização de clientes O americano Philip Kotler é um dos grandes nomes mundiais dos negócios, sendo considerado pelo jornal Financial Times como o quarto maior guru de negócios do mundo e pelo Wall Street Journal como a sexta pessoa mais influente do mundo empresarial. É dele uma frase muito icônica sobre o marketing: “Adquirir um novo cliente tem um preço de 5 a 7 vezes maior do que conservar um cliente atual”. Essa frase explica uma das verdades para as empresas que possuem pouco para investir em marketing: foque nos clientes que já tem. Implemente um programa de fidelização de clientes na sua empresa para ir aumentando sua base de clientes aos poucos, gerando um crescimento saudável. O custo é menor e o retorno é muito compensador. Degustação de produtos Uma maneira barata e eficaz para conquistar mais clientes é através da oferta de degustação de produtos para novos consumidores. Oferecer produtos (ou serviços) para degustação e teste tem um custo relativamente baixo e uma
  93. As grandes empresas podem ser capacitadas para gerir o negócio sem retrabalho e desencontro de informações, já que existe, atualmente, o sistema ERP para ajudar a controlar e integrar o processamento de dados do negócio. Mas você sabe o que é um ERP? Vamos entender a seguir! O que é um ERP? ERP (Enterprise Resource Planning), que pode ser traduzido como Planejamento de Recurso Corporativo, é um software que serve para organizar os dados de forma simples e responsável, indicando informações em tempo real conforme a cadeia de operação e o comprometimento da equipe. Principais benefícios de implantar ERP na sua empresa Praticidade É imprescindível que as grandes empresas utilizem esse banco de dados infinito, que serve justamente para interagir com informações e estabilizar todo o sistema, garantindo ajustes e atualizações, diminuindo o retrabalho dos funcionários. Entretanto, é preciso fornecer ao ERP os dados necessários para começar a funcionar e trazer resultados. O sistema ERP oferece tempo menor para analisar a situação real da empresa. Imagine uma organização comercial que tem uma loja física e virtual. Por meio do ERP, é possível observar as vendas realizadas em tempo real, bem como o número do estoque. Logo, o ERP garante maior agilidade e rapidez nessa hora — algo que antes seria responsabilidade de funcionários e sistemas separados, deixando tudo mais lento e com maiores possibilidades de falha. Felizmente, ERP é um sistema integrado que muda de status constantemente, conforme a empresa vai coletando dados. Utilidade Além disso, a empresa que utilizar o sistema ERP também diminuirá os gastos e custos com ações operacionais e contratações de profissionais que executariam esse tipo de controle e organização. Se o seu objetivo é melhorar a administração e encontrar soluções para resolver seus problemas, é o sistema ERP que terá as informações de que você necessita. O que mais interessa nesse sistema é sua forma de adaptação, podendo ser moldado de acordo com dados, como vimos no tópico anterior, mas também conforme suas necessidades empresariais, como questões de segurança, armazenamento de estoque, publicidade, administração e controle financeiro. Produtividade Com o sistema ERP na sua empresa, você aumenta a produtividade de todos os envolvidos e, consequentemente, dos processos. Entenda melhor: o software integra todos os dados, padronizando-os e os organizando conforme a sua necessidade, fazendo com que a equipe possa se concentrar em outras tarefas que exijam mais atenção. Com isso, o tempo é economizado, otimizando todos os processos de forma clara — facilitando
  94. O sucesso de todo negócio está na capacidade dos responsáveis para entender os posicionamentos que a economia pede em determinados momentos. E a melhor forma de fazer isso é ficar de olho nos indicadores financeiros, que ajudam a tomar decisões estratégicas mais acertadas. Por isso, se você tem uma imobiliária, confira os melhores indicadores para ajudar na administração do seu negócio. Acompanhe o post! CUB O Custo Unitário Básico é um indicador da construção civil que ajuda a atualizar os índices de contratos deste setor. Ele é muito bom para obras novas, pois dá uma estimativa do gasto para construir por metro quadrado em um determinado estado. Ele é calculado por uma instituição e tem a porcentagem de correção estimada definida com antecedência. Por isso, é muito utilizado para contratos de venda que serão realizadas antes da construção do imóvel. Para aplicá-lo, basta multiplicar a metragem do prédio pela estimativa do CUB e adicionar a taxa de correção de acordo com o tempo correspondente de contrato. IGP-M Essa sigla significa Índice Geral de Preços de Mercado e é uma taxa de juros calculada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) para medir a correção dos títulos do tesouro nacional. Porém, ele também é utilizado para corrigir contratos de locação de imóveis, e isso se tornou seu uso mais comum. Por ser uma taxa de juros, para calculá-lo, basta aplicar a porcentagem relativa no valor de base do aluguel para chegar ao número atualizado. EBTIDA A sigla vem do inglês e significa “lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização”. Ele também é conhecido como lucro operacional e costuma aparecer na DRE (Demonstração de resultado de exercício) das empresas imobiliárias. Basicamente, ele é calculado subtraindo-se da receita bruta as deduções de impostos sobre o produto (Pis, Cofins etc.), os custos do mesmo e as despesas operacionais da produção. É importante relembrar que o EBTIDA não inclui as deduções do imposto de renda, financiamentos e outras operações que não envolvam o caixa. Por isso, ele deve der usado como indicador sobre a possibilidade de gerar lucro que a empresa tem. Já a margem com esse nome é o valor do EBTIDA dividido pela receita líquida. Não existe um valor de comparação, mas quanto maior for esse número, menor a representatividade dos custos na sua imobiliária e maior sua capacidade de lucrar. NOI O NOI é um índice bastante parecido com o EBTIDA. No mundo imobiliário, essa taxa é muito usada para definir se
  95. O sucesso de uma empresa depende, primordialmente, da combinação entre geração de caixa, investimentos rentáveis e corte de despesas. Quando se fala em diminuir os gastos, as ações que você vai tomar na redução de custos, apesar de causarem um desconforto no início, serão essenciais para manter o fluxo de caixa saudável e abrir caminho para grandes resultados em seu negócio. Acompanhe nossa postagem, pois vamos listar as 5 despesas que você pode cortar agora! 1. Papel e impressão À primeira vista, resmas de papel e recargas de toner parecem não serem muito onerosos — mas, se você considerar todo o gasto direcionado a essas despesas em um mês, você perceberá que está desperdiçando bastante dinheiro. O grande problema aqui é o uso indiscriminado, ou seja, a quantidade de impressões de documentos irrelevantes fisicamente. Reúna a equipe e mostre a importância de economizar esses recursos, não apenas de um ponto de vista de redução de custos empresariais, mas também pelo fator ambiental. Hoje em dia, é muito mais eficiente compartilhar um arquivo em PDF, fazer uso de softwares de gestão, encaminhar um e-mail ou utilizar recursos de computação em nuvem. 2. Copos descartáveis A água e o cafezinho nunca pareceram grandes vilões no orçamento da sua empresa, não é? Porém, quando associados ao uso descontrolado dos copos descartáveis, a redução de custos deve ser urgente. Peça para que o time “adote” um copo, em vez de utilizar vários deles em um único dia de trabalho. Se tiver um pouco de dinheiro em caixa e quiser fazer melhor ainda, que tal presentear os colaboradores com canecas personalizadas e eliminar, de vez, o uso dos copos descartáveis? 3. Telefonia O uso do telefone vem diminuindo com o passar do tempo, mas, se essa é uma ferramenta ainda bastante utilizada em sua empresa, é recomendável rever essa necessidade. Se esse for um meio de comunicação indispensável, verifique se o plano contratado com sua operadora é mesmo adequado ao perfil do seu negócio e a quantidade de ligações realizadas. Caso prefira diminuir o uso do telefone, saiba que a comunicação via internet pode ser uma alternativa igualmente eficiente, através de softwares como o Skype, por exemplo. 4. Horas extras Intervalo entre um trabalho e outro, conversas no corredor, pausas para um café e, no fim das contas, metade da sua equipe fazendo hora extra ao término do expediente normal. A questão é que você precisa cumprir a legislação trabalhista e
  96. Como manter a qualidade de vida quando se está em meio a um processo de crescimento nos negócios? Esta é uma questão que os empreendedores de sucesso precisam lidar diariamente. Manter a saúde física e mental, dando atenção à família e aos amigos sem prejudicar a rotina de seu negócio pode não ser tão simples; porém, é necessário e exige comprometimento. Por isso, disponibilizamos 12 hábitos dos empreendedores de sucesso para você seguir em sua vida: 1. Meditam em prol da saúde mental Não precisa ser religioso para praticar a meditação; basta disponibilizar um tempo para o silêncio e ouvir os próprios pensamentos, o que já é um grande passo. 2. Cuidam do corpo É importante praticar exercícios físicos diariamente. Mesmo que seja apenas uma caminhada, corrida ou umas voltas de bicicleta corrida, movimente-se e descanse de maneira equilibrada evitando a ociosidade. 3. Valorizam a hora do banho É isto mesmo, o banho pode ir além da higiene. Para começar o dia disposto, tome um banho gelado e perceberá a diferença. Depois de certo tempo não será mais um incômodo; lembre-se que é importante sair da zona de conforto. Para finalizar o dia, após a rotina de empresa, família, reuniões e outros afazeres, nada melhor que um banho morno — ou mesmo quente — para relaxar e melhorar a noite de sono. 4. Leem sobre empreendedores de sucesso Este é um hábito muito utilizado entre os grandes empreendedores. Oprah Winfrey, Mark Zuckerberg, Bill Gates e outros sempre disponibilizam sua lista de livros na internet. Melhore a sua comunicação lendo, pelo menos, um livro por mês, uma revista por semana e jornais diariamente (a internet te leva ao mundo todo em segundos). 5. Vivem em busca da realização de sonhos e metas Se tem algo que nos motiva a viver e a lutar para conquistar são os sonhos e as metas. Tanto pessoais quanto familiares, liste os seus e deixe essas anotações visíveis. Toda vez que estiver um pouco desmotivado, reveja aonde quer chegar e o que pretende fazer. 6. Têm uma rotina matinal Grandes CEOs possuem uma rotina matinal organizada. Fazem exercícios, leem seus livros, verificam e-mails e o planejamento do dia antes de saírem de casa. Se possível, fazem reuniões importantes com sócios, parceiros e investidores durante o café da manhã. 7. Ouvem música Sabe aquela hora do dia em que sua energia emocional tem uma baixa? Pois bem, nada melhor que uma boa playlist no Spotify para arejar a mente e voltar à ativa. Veja
  97. Muito se ouve falar em gestão de pessoas no mundo empresarial. Na verdade, ela é essencial em qualquer negócio, independentemente da atividade exercida e do porte da empresa. Assim sendo, vale a pena que as imobiliárias implementem a gestão de pessoas para obterem maior engajamento da equipe e, consequentemente, aumentarem a produtividade. Leia o post e confira a importância da gestão de pessoas para sua imobiliária! O que é gestão de pessoas Primeiramente, é importante entender esse conceito, que, afinal de contas, não é difícil. Gerir significa administrar, portanto, gestão de pessoas nada é mais é que administrar uma empresa considerando que ela é composta por pessoas, com perfis e necessidades específicas, que precisam ser consideradas para o desenvolvimento do negócio em sua totalidade. Trata-se de um processo contínuo que envolve uma série de ações, desde a contratação do colaborador até o seu desligamento. Nesse sentido, o funcionário pode ser considerado como um cliente interno, que deve estar bem preparado para atender o cliente externo. Liderança e gestão de pessoas Os líderes precisam estar preparados para administrar suas equipes, ou seja, fazer a gestão dos membros que a compõem. Essa liderança tem como foco harmonizar todos os funcionários em função de atingir os objetivos da empresa, direcionando corretamente seu potencial para a conquista de maior produtividade. Nas imobiliárias, o objetivo principal é intermediar venda, compra e aluguel de imóveis, sendo que a sua maioria também realiza a administração condominial das unidades. O líder deve, portanto, dar seu exemplo, mostrando que tem interesse em trabalhar e conquistar clientes, que está preparado para as transações imobiliárias. Além disso, dividir suas conquistas é uma excelente forma de mostrar que está interessado na opinião dos colaboradores e deseja que eles participem das atividades da imobiliária. Isso significa que, na gestão de pessoas, o líder deve cobrar sim, mas também deve compartilhar sucessos (o sucesso é fruto do trabalho de todos). Divisão de funções Uma das preocupações no gerenciamento de pessoas é a atribuição adequada de funções aos colaboradores. Cada um deve desempenhar seu papel e estar ciente dele para que o negócio funcione. Fazer com que o funcionário assuma sua própria responsabilidade é fundamental em qualquer empresa — e nem sempre é fácil. Cada corretor vai ter sua própria forma de trabalhar e isso deve ser respeitado. Mas é essencial que sua função seja cumprida devidamente. Nesse sentido, o departamento de Recursos Humanos pode ser bastante útil. Certamente, os mais esforçados e aptos tendem a ganhar
  98. Lidar com dívidas é sempre um desconforto e, na hora de realizar cobranças, é natural ficar em dúvida sobre qual postura adotar. De qualquer forma, a inadimplência é uma questão delicada, que exigirá altruísmo e objetividade dos colaboradores para lidar com clientes em dificuldade para realizar o pagamento conforme combinado. Não existe um manual ou padrão de como cobrar um cliente, mas há uma série de providências que ajudam a contornar esse tipo de situação. Acompanhe agora 5 dicas práticas de como cobrar um cliente inadimplente: Não exponha o cliente devedor É muito importante começar pontuando uma questão que está prevista pelo Código de Defesa do Consumidor, Art. 42, que prevê a proibição de expor o devedor ao ridículo. Sendo assim, realizar cobranças de forma ameaçadora, pública e vexatória são medidas que não cabem aqui. É importante orientar bem o setor responsável a atuar de forma sempre gentil e cordial, disposto a negociar, caso seja do interesse do consumidor. É preferível receber uma parcela do que está em dívida, ou até estender prazos de pagamento, do que não receber nada e ainda ter que acionar o consumidor em juízo no futuro. Realize o primeiro contato por e-mail Um bom meio de realizar o primeiro contato com um cliente que já está com pagamentos em atraso é por meio de um e-mail formal. Esse é um meio de comunicação bastante impessoal e que estará restrito ao destinatário, prevenindo qualquer constrangimento. Esse mecanismo pode ajudar o cliente desorganizado, por exemplo, a lembrar-se de seu compromisso com a empresa, levando-o a entrar em contato para saber como regularizar sua situação. Faça a cobrança oferecendo opções Se o primeiro contato por e-mail não teve resultados positivos, busque contato por telefone e negocie direto com o cliente. Nessa etapa, é fundamental fornecer alternativas. Dessa forma, você pode garantir que ao menos uma parte do valor da dívida seja debitada o quanto antes na conta da empresa, além de limitar os subterfúgios do cliente para não cumprir com sua obrigação de realizar o pagamento. Essa medida traz mais segurança ao cliente, que terá maior interesse em uma negociação. Descubra o motivo do atraso no pagamento Falha na entrega do serviço, desorganização, mercadoria com defeito, problemas com o fluxo de caixa… Conhecer os motivos que levaram o cliente a atrasar o pagamento e se posicionar como alguém que está ao lado dele cria uma imagem extremamente positiva. Uma vez que você sabe a causa real da
  99. Pode não parecer, mas fazer um gerenciamento de estoques de maneira correta é essencial para a saúde financeira das empresas. Afinal, a atividade é responsável por uma parcela significativa dos gastos operacionais de uma organização e, por isso, deve receber uma atenção especial dos líderes organizacionais. Para ajudá-lo, elaboramos 5 dicas de como reduzir custos com o gerenciamento de estoques na empresa. Continue a leitura e fique bem informado sobre o assunto. 1. Controle a entrada e a saída das mercadorias É fundamental que a empresa tenha o total controle das mercadorias que entram e saem do estoque em tempo real. Isso quer dizer que fazer um único lançamento diário no sistema com tudo o que entrou e saiu durante o dia não é suficiente — sobretudo em empresas e grande porte, nas quais o fluxo de mercadorias é muito grande. Os lançamentos de produtos que entram ou saem do estoque devem ser feitos no exato momento em que a ação ocorre e não em uma determinada hora do dia apenas. 2. Trabalhe com a curva ABC Se você tem o controle exato das mercadorias que entram e saem do seu estoque, poderá gerar curvas ABC para saber qual a necessidade exata de um determinado item para a sua empresa. Com a curva ABC, você evita adquirir um produto que ainda possui muitos itens armazenados, evitando assim um gasto desnecessário. Isso é fundamental para que a gestão de estoques não atinja gastos muito elevados. 3. Pratique a técnica PEPS no gerenciamento de estoques A técnica PEPS foi desenvolvida por profissionais da área da logística e significa “Primeiro que Entra, Primeiro que Sai”. Desse modo, os produtos devem seguir uma ordem cronológica para deixarem o estoque: aqueles que deram entrada antes devem ter prioridade quando for necessário dar a saída de algum item. Essa prática é excelente para evitar que um produto perca o prazo de validade no estoque, sem nem mesmo ter sido colocado à venda, por exemplo, o que pode gerar prejuízos para a empresa. 4. Invista em sistemas de armazenagem diferenciados Se as mercadorias que estão em seu estoque são perecíveis ou então produtos frágeis e que podem ser danificados com facilidade, é fundamental que seja feito um investimento em sistemas de armazenagem de boa qualidade. Hoje em dia, existem no mercado diversas opções de sistemas como porta pallets, sistemas de armazenagem empilháveis, e até mesmo dispositivos giratórios, chamados de sistemas de armazenagem do tipo carrossel. 5. Tenha um bom
  100. Em meio à crise no Brasil, o mercado imobiliário está em baixa, o que deixa proprietários, corretores e administradores de imóveis que desejem vender uma propriedade bem preocupados. Surge a pergunta: como vender imóveis na crise? Se você se encaixa nesse perfil, saiba que há saídas criativas para conseguir manter vivos os negócios desse ramo. Preparamos um post especial com dicas para aumentar as chances de venda e ampliar as formas do trabalho com imóveis. Confira abaixo! 1. Faça pesquisa de mercado É muito tentador colocar o preço do imóvel muito acima da média. Afinal, com a baixa nas vendas, é preciso aumentar as margens de lucro. Contudo, em tempos de crise, muitas vezes é melhor saber a média de preços de imóveis similares, para assim evitar que potenciais clientes se espantem por conta do valor estipulado. A partir da atração de um público, será mais fácil mostrar tanto o preço quanto o valor dos imóveis disponíveis, que podem ser tanto o que chamou a atenção desse cliente quanto outros mais adequados à necessidade dele. 2. Verifique o imóvel antes da visita Conseguiu agendar uma visita a um imóvel. Melhor correr para adiantar o fechamento da venda? Cuidado. Segure um pouco a ansiedade como corretor ou oriente isso aos profissionais que você lidera, caso seja gestor de imobiliária. Antes de ir ao local, é de extrema importância checar se ele está bem arrumado. Afinal, a aparência do imóvel é um dos fatores que mais impactam os visitantes. Mesmo que o imóvel esteja vazio, é interessante verificar defeitos, manchas na pintura ou infiltrações, principalmente se ocorreram chuvas recentemente. Verifique também todas as áreas externas, anexos, piscina, varanda etc. Levar seus futuros compradores a um lugar limpo, arejado e livre de desordem será uma das melhores formas de agilizar o processo da venda. 3. Trace estratégias de negociação Ao se tornar administrador de imóveis, é preciso sempre ter boas cartas na manga para sua equipe conseguir os melhores resultados. As estratégias de negociação fazem parte desse jogo e são peças importantes. Mas, em um momento de crise, reforce junto a seu time sobre como vender imóveis com margens negociáveis e também outras estratégias. Afinal, as pessoas estão bem mais cautelosas em fazer investimentos de grande porte e pensam muitas vezes antes de finalizar um negócio. Acima de tudo, é preciso que a as equipes de corretagem e empresas administradoras estejam abertas a ouvir as propostas dos clientes. De repente, não se trata do preço do imóvel que fará o diferencial, mas de
  101. O SPED é um instrumento que busca unificar as atividades de recepcionar, validar, guardar e autenticar documentos e determinados livros que compõem a escrita contábil e fiscal de pessoas jurídicas e certas empresas, por meio do fluxo de informações único e uniforme. Um de seus objetivos é fornecer um melhor controle da arrecadação por parte do fisco e, devido à grande quantidade de obrigações acessórias, principalmente as relacionadas às declarações, tornar o processo mais enxuto. É um projeto composto de vários subprojetos, dentre eles o SPED Fiscal, e cuja obrigatoriedade vem sendo exigida gradualmente.. Recentemente, o contribuinte se deparou com a necessidade do envio de informações constante no bloco K. Confira neste post mais informações sobre o assunto: O que é o Bloco K do SPED Fiscal? O bloco K é uma parte específica do SPED Fiscal que exige o preenchimento de informações relativas aos processos produtivos de empresas, principalmente, atacadistas e industriais. Ele consiste no livro de controle da produção e do estoque. Exige informações relativas à quantidade produzida; o quanto de materiais se consumiu, inclusive por terceiros; a quantidade que foi consumida na produção em terceiros; as movimentações ocorridas internamente relacionadas ao estoque, mesmo que não se liguem diretamente à produção; posição de estoque dos produtos acabados, semiacabados e matérias-primas; dentre outros. Quais empresas devem entregar o bloco K? De acordo com o ajuste Sinief 08, de 02 de outubro de 2015: II – 1º de janeiro de 2017, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) pertencentes a empresa com faturamento anual igual ou superior a R$78.000.000,00; Importante: Ainda, o respectivo ajuste Sinief diz: “§ 8º Para fins do Bloco K da EFD, estabelecimento industrial é aquele que possui qualquer dos processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de ICMS e de IPI, e cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou isento.   Preciso enviar o Bloco K. O que fazer? Caso a empresa esteja obrigada a fazer o envio do Bloco K, é necessário tomar algumas providências de antemão, evitando que surjam imprevistos que comprometam o envio correto das informações. Portanto, verifique se o sistema de automação utilizado permite gerar essas informações e se está adequado às novas exigências do fisco. Caso positivo, verifique se está corretamente parametrizado, contendo as informações pertinentes ao seu negócio e de acordo como que pede a legislação. Note que ele pede informações relacionadas ao controle de operações com terceiros,
  102. Qual o empreendedor que não deseja crescer, expandir seus horizontes, conquistar novos mercados? E quanto mais rápido, melhor! Sabemos que não existe uma receita para isso, mas existem estratégias que poderão ajudá-lo. Sem esforço e força de vontade não se consegue nada — essa é a primeira recomendação. Caso você esteja realmente determinado a desenvolver-se, certas posturas podem fazer um grande diferencial. Confira algumas dicas valiosas e saiba como fazer uma empresa crescer em pouco tempo! Criação de uma rede de parceiros Ninguém cresce sozinho e as pessoas precisam umas das outras. Da mesma forma, no mundo dos negócios, existe a necessidade de firmar parcerias dentro e fora da empresa. No âmbito interno, é preciso criar uma rede colaborativa que envolva os gestores e os funcionários. A união faz a força e se todos trabalharem com objetivos comuns, a tendência é crescer. Daí a necessidade de alinhar sua equipe e estimulá-la a trabalhar em conjunto, entendendo que a empresa precisa de todos para se desenvolver e que, crescendo a empresa, os funcionários crescem também. Em relação ao âmbito externo, devem se considerar parceiros os clientes (que compram os produtos e divulgam a empresa), os fornecedores (sem os quais não haveria o que vender) e até outros empresários — mesmo os concorrentes. Por exemplo, se os restaurantes de uma região se unirem, a possibilidade de que cada um cresça será maior do que se ficarem se encarando como rivais, que precisam derrubar um ao outro para ter espaço. Investimento em marketing Sem divulgação, o processo de crescimento é mais lento, pode apostar. Existem muitas formas de investir em marketing e nem sempre é preciso gastar muito. A internet oferece diversas opções para isso — algumas gratuitas! Invista nas redes sociais, publique conteúdos atraentes e atualizados, trabalhe com imagens e sons. Enfim, aproveite todas as oportunidades para tornar sua empresa conhecida. Adoção de um sistema automatizado de gestão Os softwares são importantes aliados na conquista de novos horizontes. Eles são a síntese da modernidade e do futuro. Entre as vantagens que proporcionam, estão: Mais velocidade nos processos; Redução das falhas (e, consequentemente, dos custos que elas provocam); Melhor controle dos processos e atividades; Aumento da produtividade; Melhoria da qualidade do produto, do atendimento e do trabalho dos funcionários; Otimização do fluxo de informações (informações e dados são essenciais no mundo dos negócios); Customização (personalização do sistema às necessidades de seu negócio). Treinamento adequado dos funcionários Como as coisas mudam rapidamente

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