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Brasil está à deriva e economia estagnada

Sem agenda econômica

“Com uma aprovação baixíssima, Michel Temer tentou mudar o foco e mirar na violência, através da intervenção federal no Rio de Janeiro. E esqueceu da agenda econômica. O resultado é que não temos hoje mais nenhum tipo de agenda econômica na pauta do congresso. Absolutamente nada. Portanto, ficamos à deriva”, afirma o gestor da Par Mais. Com muito ainda para ser feito e nenhuma perspectiva para esse governo, ressalta Alexandre Amorim, “o foco está cada vez mais na eleição de outubro”. Mas não é só a economia que preocupa. A política também.

Eleição preocupa

Embora ainda haja consenso no mercado que, independente de quem for o próximo governo, a economia será mantida nos eixos. Mas, por outro lado, hoje é possível contar mais de 15 possíveis candidatos. “É claro que a grande maioria tem poucas chances, mas uma eleição pulverizada é a uma das maiores preocupações hoje. Com muitas opções de voto, podemos ter um segundo turno com dois candidatos com baixa votação – especialmente considerando que a falta e confiança na política deverá elevar o número de abstenções”, comenda o analista.

‘Precisamos de rumo’

Diante desse quadro “preocupante”, os próximos meses são muito importantes. “Apesar de tudo, mesmo com toda a volatilidade recente nos mercados mundiais, o Brasil tem se mostrado resiliente. Talvez porque ainda tenhamos um longo caminho de crescimento quando as engrenagens voltarem a entrar nos eixos. Mas, até lá, estamos precisando de rumo”, declara Alexandre Amorim. “O maior problema do Brasil é o avanço de gastos públicos à custa do aumento da dívida pública. Nesse sentido, era essencial que a reforma da previdência social fosse realizada”, conclui.

PIB decepcionante

Os dados da atividade econômica do começo deste ano podem ser considerados decepcionantes, pois mostraram alguma perda de fôlego da economia no período, em relação ao final do ano passado. A produção industrial, que subiu 2,9% em dezembro, devolveu parte da alta em janeiro, com queda de 2,2%, permanecendo estável em fevereiro (+0,2%). Ontem, o Focus – pesquisa do Banco Central com analistas do mercado financeiro – rebaixou, pela segunda vez seguida, a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018.

Turismo marítimo

Na WTM Latin America deste ano, a World Animal Protection levou a debate os desafios do turismo marítimo - segmento que vem crescendo nos últimos anos por oferecer aos turistas a oportunidade de conhecer a vida marinha de perto. O grande desafio apontado pela ONG é: como manter experiências incríveis e, ao mesmo tempo, assegurar que essa prática não prejudique o ambiente marinho. O turismo de observação, quando feito de maneira inapropriada, pode causar impactos que inibem comportamentos biologicamente importantes, como alimentação, repouso e reprodução, indução a deslocamentos desnecessários, lesão e mortalidade por atropelamentos, dentre outros.

Empresa transforma crise...

Crise ou oportunidade? A antiga máxima continua valendo para o mundo dos negócios, mesmo que eles sejam do setor mais jovem do mercado, como o digital. A Alterdata Software, por exemplo, investiu na prospecção de novas oportunidades no temido 2017, e reinventou a companhia. Nos últimos três anos, a empresa expandiu cerca de 50%, mas quando percebeu que o ciclo de vendas diminuía, conquistou 5,6 mil novos clientes, elevando o faturamento. Foram cerca de 40 mil novas oportunidades de negócios em todos os segmentos, com mais representatividade em São Paulo e Minas Gerais.

...em oportunidade de negócios

O presidente, Ladmir Carvalho, diz que em 2017 a Alterdata Software foi preparada para o próximo ciclo de crescimento econômico. “Aproveitamos 2017 para entrar no setor de software de restaurantes, o que tornará 2018 mais importante ainda, pois o produto está com uma excelente aceitação. A Alterdata espera obter um resultado muito melhor ante o desempenho dos últimos três anos”, afirma. A expectativa é um crescimento de 16% para este ano. “Tudo o que investimos está começando a dar retorno. Ao mesmo tempo, a economia do Brasil está mais favorável a gerar negócios e os clientes estão mais confiantes”, comemora.

Com menos açúcar...

A redução do açúcar na mesa dos brasileiros entrou na agenda das políticas de saúde para conter o avanço de doenças. Em consequência, cresce a demanda por produtos mais saudáveis e adequados a uma alimentação balanceada, o que tem influenciando na criação de formulações de alimentos e bebidas com menos açúcar.

Diante disso, novas alternativas surgem para resolver a equação: tecnologias que utilizam moléculas exclusivas na composição dos aromas, a fim de melhorar o sabor de produtos que tiveram redução de açúcar em sua formulação.

...mas com sabor

“A Takasago desenvolveu uma tecnologia exclusiva, chamada Intensates Flavor Modulator, cujas moléculas são derivadas de destilação, extração, reações, síntese e entendimento dos receptores de sabor. Identificamos os compostos de alto impacto importantes desses aromas específicos através da utilização de diferentes técnicas analíticas”, diz a aromista sênior da japonesa Takasago Brasil, Eliana Nogueira. Segundo ela, a tecnologia pretende resolver o impasse da indústria de alimentos brasileira que busca se posicionar de maneira mais competitiva frente a mercados internacionais.

Fonte: DCI - Diário do Comércio, Industria e Serviços

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